dão
importância aos retiros,
porém,
aqueles
que já participaram
de
algum,
nunca
mais perdem oportunidade
para
lá estarem, de novo, de novo.
Fazer
retiro é retirar-se,
ir
para um lugar diferente
daquele
rotineiro.
Fazer
retiro
é
escolher parar.
Descer do trem automático.
Escolher
avaliar-se,
rever
a caminhada,
escolher
o que deixar,
perceber
o que é importante e essencial
para
viver a vida conscientemente.
A
agitação, a ansiedade,
nos
aliena de nós mesmos.
A serenidade sim, acalma,
nos
mantém em casa,
sãos
e sabiamente posicionados.
Quem
faz retiro
toma
consciência
de
que é necessário
tomar
a decisão de parar,
por
conta, para não ter
que
parar num hospital
ou
no cemitério.
Quem
faz retiro
percebe
que é necessário parar,
e,
se não parar,
não
saberá mais conduzir a sua vida,
com
as mãos no volante
e
o pé no freio.
A
rotina
exerce
a função da anestesia.
A
repetição
vai
afrouxando a atenção
e
a concentração
e
vai enfraquecendo nossos ideais.
Lentamente
vamos
perdendo a sensibilidade
para
aquilo que realmente é importante.
Tudo,
tudo o que existe
fora
de nós,
exerce
força e atração,
para
tirar de nós,
as
energias, as forças
que
armazenamos aqui dentro.
É
com as nossas próprias forças
que
agimos, pensamos
e
decidimos.
E
essa força,
essa
energia que temos,
tem
que estar disponível
para
quando precisarmos.
Não
podemos ficar doentes.
Não
podemos ficar estressados.
Não
podemos criar clima de tensão
para
nós, nem para os outros.
Não
podemos ficar sem paz,
sem
energia, fracos e desanimados.
Convém
estar atentos
para
não desperdiçar energias.
Convém
manter as baterias
sempre
em ótimas condições
de
uso.
Então
temos sim, que parar,
dar
descanso ao motor.
Fazer
retiro é terapêutico.
É
dar valor à serenidade,
é
dar valor ao equilíbrio.
É
sentir-se bem.
Disposto(a).
Vivo(a).
Eu
tenho que sentir
que
EU SOU,
alguém
inteiro,
capaz
e eficiente.
Sou
alguém quando
estou
dentro de mim,
quando
me conheço,
quando
me sinto unificado,
e
em paz comigo mesmo.
Não
posso sentir-me
explorado,
sugado, usado.
Não
estou bem
se
estou confuso,
ansioso
e fraco.
O
trabalho, os eventos,
os
compromissos,
as
pessoas não podem
usar-me,
de tal forma
que
me desgastem
ou
me prejudiquem.
Por
isso, preciso parar,
fazer
retiro,
e
avaliar se ainda estou inteiro,
dono
das minhas decisões,
do
meu tempo da vida.
Se
está faltando dinamismo,
motivações,
alegria
e
bom humor,
e
sobrando irritação,
agressividade,
e
raiva, está na hora de parar.
A
luz vermelha
está
indicando,
falta
de combustível.
Se
cada pessoa é capaz,
de
ser cada vez mais forte,
mais
consciente, mais evoluído,
necessita
descobrir onde está a fonte
das
energias que necessita.
Para
o corpo dá-se comida.
Para
a mente dá-se conhecimento.
E
para o espírito, o que temos dado?
-
Retiros.
-
Reencontro consigo mesmo.
-
Silêncio.
-
Condições para a paz.
-
Condições para a reposição das energias.
Se
somos insatisfeitos,
mesmo
comendo bem,
mesmo
possuindo muito conhecimento,
se
não alimentarmos o espírito
com
aquilo que lhe é próprio,
não
estamos absorvendo os nutrientes vitais.
A
consequência é a anemia,
apatia
diante da vida.
Perceba
como é importante
participar
de retiros.
Retirar-se.
Retomar-se.
Reposicionar-se.
Redirecionar-se.
Recompor-se.
Unificar-se.
Leve-se
a sério.
Não
se permita
perder-se
pelo caminho.
Programe
ou agende um retiro.
Anote.
Tenho
me empenhado nestes últimos anos
em
montar e conduzir retiros
para
até dez pessoas de cada vez,
seguindo
mais ou menos
os
assuntos focados superficialmente,
neste
pequeno texto, e, adaptado conforme
as
necessidades dos participantes.
Você
escolhe a data
e
eu vou montando o grupo.
Quando
completa dez pessoas,
fecho
o grupo.
Começa
sexta-feira à noite
e
encerra domingo ao meio-dia.
O
local onde é realizado o Retiro
está
distante 40 quilômetros de Curitiba.
Levar
roupa de cama e de higiene pessoal.
Nada
mais.
Maiores
detalhes,
entre
em contato via e-mail:
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 31/10/2017.
Publicado no Blog Heipo World
e no FACEBOOK em 31/10/2017.
Desmembrado e
atualizado em 05/02/2024


