quarta-feira, 26 de agosto de 2015

232.- Inocência original. Recuperando a inocência original.



Reunimos uma série de orientações e revelações retiradas dos livros do Novo Testamento, com a intenção de fortificar nossas convicções sobre a aventura vital na qual estamos envolvidos.

 

Buscamos apenas do Novo Testamento citações pertinentes à recuperação da inocência original porque acreditamos que o Jesus Cristo é a fonte principal para todas as questões que englobam nossa aventura vital pela Terra.

 

Só Ele, até hoje, teve autoridade para dizer: Eu sou o Caminho. Eu sou a Verdade. Eu sou a Vida.

 

Então, fomos à Fonte correta.

 

Chamados à vida, vida plena, todos deveríamos estar empenhados no processo de recuperação da nossa original personalidade ou buscando, teimosamente, o ideal para o qual fomos criados.

 

De novo, a única alternativa viável, está encaixada dentro da perspectiva teológica.

 

Mais do que procurar uma filosofia de vida, isto é, um jeitão de viver a vida humana que sonhamos como ideal, convém procurar, isto sim, uma teologia de vida, um tipo de vida místico, isto é, um jeitão legal de viver que envolva tanto os valores da terra como também os do céu.

 

O mundo criado aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos do Deus Pai.  Romanos 8,19

 

Antes da constituição do mundo, o Deus Pai nos escolheu na pessoa do Jesus Cristo para sermos em amor, santos e imaculados aos seus olhos. Efésios 1,4.

 

De maneira que já não é escravo, mas filho e, se filho, também herdeiro por Deus. Gálatas 4,7

Quem é vencedor do mundo senão quem crê que Jesus é o Filho do Deus Pai? 1 João 5,5

 

Nós sabemos que todas as coisas concorrem para o bem daqueles que amam o DEUS PAI, dos que são eleitos segundo seus desígnios.  Romanos 8,28

 

No Jesus Cristo tendes tudo plenamente. Ele é a Cabeça de todo principado e potestade. Colossenses 2,10

 

Pois o pecado já não vos dominará porque agora não estais sob a Lei e sim sob a Graça.  Romanos 6,14

 

Mas agora, livres do pecado e feitos servos do Deus Pai, tendes por fruto a santidade e, por fim, a vida eterna.  Romanos 6,22

 

A lei do Espírito da vida em Jesus Cristo te libertou da lei do pecado e da morte. Romanos 8,2

 

Assim, já não sois estrangeiros e hóspedes, mas concidadãos dos santos e membros da família do Deus Pai. Efésios 2,19

 

A vontade do Deus Pai é que todo aquele que vê o Filho e acredita nele tenha a vida eterna. João 6,40

 

Nós, porém, não somos desertores para a perdição; somos homens de fé para ganharmos a vida. Hebreus 10,39

 

Assim como vive o Pai, que me enviou e eu vivo pelo Pai, assim também quem comer de minha carne viverá por mim. João 6,57

 

O espírito é que dá a vida. A carne de nada serve. As Palavras que vos tenho dito são espírito e vida.  João 6,63

 

Se me conhecêsseis, conheceríeis também o Pai. Desde agora o conheceis e o tendes visto. João 14,7

 

Por sua morte expiou os pecados cometidos no decorrer da primeira aliança para que os eleitos recebessem a herança eterna que lhe foi prometida. Hebreus 9,15.

 

“A alegria é uma exigência evangélica, é um Dom de uma conquista”. São Francisco de Assis era de gênio alegre. Após sua conversão sua alegria era espiritual. Degustava ser filho do Deus Pai. Era consciente de que o Deus Pai estava nele e ele na vida do Deus Pai; sabia que só o Deus Pai pode dar a plenitude da alegria. 

Dizia São Francisco: “Cuidem de nunca se mostrar mal humorados e hipocritamente tristes; mostrem-se jubilosos no Senhor, alegres e convenientemente simpáticos. A maior alegria do mundo é a de conviver, de servir os irmãos”.  Frei Walter Hugo de Almeida OFM.

 

Nossa Esperança já se realizou. Jesus Cristo é a presença visível do Deus Pai invisível. Jesus Cristo é a Boa Nova, o caminho e a meta que nos motivam e mobilizam para valorizar as pessoas como são morados do Deus Pai, herdeiros de tesouros ilimitados. Se acreditarmos naquele que está conosco acreditaremos também em nossa capacidade, em nossos talentos para rejuvenescer cada dia no amor e na esperança. Podemos plenificar nossa vida, podemos viver como ressuscitados. Podemos fazer maravilhas com muita fé e viva convicção”. Frei Clemente Kesselmeier.

 

Entre tanta literatura disponível na face da Terra, nas livrarias, também está disponível livros de grandes personagens místicos que souberam unir a Terra com o Céu.

 

Estes escritores convém ler, preferencialmente, pois que é para o futuro que iremos, é para lá que devemos nos preparar.

 

Não, não desprezar o mundo, pois que nós mesmos somos parte deste mundo, mas sim, ler os místicos para divinizarmos tudo o que pudermos levar junto, deste mundo para a Vida Eterna.

 

 Às vezes nos questionamos sobre a Sabedoria da vida, sem levar em conta as três perguntas que todo ser humano se faz: 'Donde vim', 'o que estou fazendo aqui' e 'para onde vou'?

 

 Este texto procura mostrar que a Sabedoria da vida é conquistada quando sabemos as respostas para estas três perguntas.

Não se iluda. Não se deixe seduzir pelas propagandas deste mundo. Abra-se para o mundo do além, do além morte.

 

Neste texto estão as setas indicativas.

 

Vá no Caminho certo.

 

Não seja teimoso.

 

Não retarde demais tua decisão em mudar.

 

Vá no Caminho certo.

 

Escute a Verdade que liberta.

 

Invista na Vida Eterna.

 

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Atualizado em 05/06/2016.

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quinta-feira, 13 de agosto de 2015

231.- Mamífero fui, mamífero sou. Então me olhem e me considerem assim.





Uma das imagens mais comoventes 
e completas 
que o ser humano pode ver 
e ao mesmo tempo relembrar, 
é a de uma criança no colo da sua mãe, 
mamando. 

Um contemplando e amando o outro. 

Um dando colo e o outro recebendo colo. 

Enquanto a criança suga os mamilos da mãe 
e olha para ela, a mãe, 
alimentando a criança com o leite, 
e através dos seus olhos, e de todo o seu ser, 
transfere ternura, carinho e amor, 
complementando a alimentação.

Esta atitude é a única necessária 
nos primeiros meses e anos de vida. 

A mãe dá leite e amor. 

A criança recebe leite e amor. 
E meus irmãos e minhas irmãs 
partilhavam comigo deste paraíso.

E, parece, isto basta para o resto da vida. 

Cargas afetivas. 

As baterias sendo carregadas 
para longos anos de vida.

As palavras não são necessárias. 

Nem sabemos falar ainda, 
mas já permutávamos energias poderosas 
nascidas do intercâmbio 
do amor maternal e filial.

Mamífero, como animal, como gente.

Se eu deixar de ser mamífero, 
deixarei de ser humano.

Com o passar dos anos, 
fomos desmamando. 

As baterias foram enfraquecendo-se. 

Crescendo, fomos entrando num caminho 
que nos levou a um processo de fragilidade. 

Os desequilibrios foram aparecendo. 

Doenças instalando-se. 

O ego e o egoísmo, por falta do amor original, 
foram impondo-se como erva daninha 
na horta preparada para dar bons 
e saudáveis frutos.

Entrando para a escola da vida, 
longe do colo materno, 
longe das fontes originais do amor afetivo, 
tivemos que sentar-nos 
nas cadeiras das escolas públicas 
e aprender a ser aluno 
e desenvolver as faculdades intelectuais.

Até parece 
que o que fui aprendendo nas escolas 
foi desensinando-me a ser 
o que tinha assimilado 
nos primeiros meses 
e anos de vida. 

O que eu tinha aprendido era tão bom. 

Crescendo tive que ir provando 
leite azedo, contaminado.

As pessoas mais idosas 
queriam funcionar como professores 
e profissionais do ensino. 

E insistiam que era necessário 
frequentar escolas e universidades.

A vida passou a ser, entre as pessoas, 
relações entre professores e alunos, 
entre pessoas que ensinavam 
e outras que deveriam aprender, 
isso tudo apenas com um foco, 
uma preocupação: 
transformar-nos em ferramentas funcionais.

E então ficaram apenas 
duas categorias de pessoas: 
as que sabiam bastante, 
esperando sempre, reconhecimento e respeito, 
e os outros, menos esclarecidos, 
numa faixa abaixo, sempre agindo 
como aprendizes ou alunos.

Os primeiros, sempre à vontade, 
para falar e ensinar; 
os outros, sempre ouvindo, 
porém, sem oportunidades para falar, 
sugerir ou tomar iniciativas.

Eis o que a aquisição de conhecimento 
também pode produzir: 
distanciamento, 
desigualdades.

E o amor recebido na infância, 
pouco ensinado e testemunhado 
nas escolas superiores, 
ficou lá dentro guardado como poupança 
a ser usada quando todos os outros recursos faltarem.

        Mas, faltando amor, 
        tudo falta, 
        nada completa.

Pois bem, esta introdução 
quer servir apenas 
como um farol de advertência 
sobre o tema que vamos tentar desenvolver.

O foco na educação 
apenas na esfera intelectual 
pode ter ocasionado muitos efeitos 
ou defeitos colaterais que prejudicaram 
o nosso desenvolvimento global, 
essencialmente mamíferos e afetivos, 
antes de intelectuais ou racionais.

Somos sim, unidade. 
O que queremos alertar 
é para o excesso e a carência 
de um ou de outro aspecto 
em nossa personalidade. 

Queremos sim, 
o equilíbrio entre a razão e o afeto.  

 A história, não só da humanidade, 
mas de cada um de nós prova isso. 

Crescendo em estatura física 
fomos perdendo a capacidade afetiva, 
enfraquecendo a bateria 
e a energia das emoções.

Hoje, lendo-nos e percebendo-nos 
no rol das nossas costumeiras 
relações interpessoais, 
como nos comportamos?

Sentimos falta de gestos afetivos?

Sentimos sim, 
rejeição pelo exagero 
e insistência opressiva e desumana 
das atitudes racionais dos comunicadores. 

Não somos apenas intelecto. 

Não se consegue nenhuma eficiência 
e resultados frutuosos 
com palestras ou homilias 
que durem mais de 10 minutos, 
a não ser que envolva a vida 
de quem está escutando.

Quantas palestras ouvimos, 
nas quais recebemos avalanches de palavras 
que não produziram 
nem produzem nenhum efeito?

Gostamos de ouvir pessoas 
contarem histórias 
ou darem testemunhos de vida, 
preferencialmente. 

Por isso gostamos mais de músicas e poesias, 
pois despertam o que de humano existe em nós: 
sentimentos e emoções. 

Não somos robôs, máquinas insensíveis, 
consumidores e letras, frases, livros 
e todos os outros tipos de comunicação formais.

Para envolver emoções, 
o comunicador deve comportar-se mais, 
muito mais como pai, mãe, filho ou irmão. 

Se houver afeto, atenção, dedicação, 
olhar no olho, escutar e pedir opinião, 
e dar a palavra 
para que o ouvinte possa também falar, 
aí sim haverá interação, 
complemento e oportunidade 
de complementação 
e realização humana. 

Eis o abismo que há entre os comunicadores, 
também sacerdotes, professores 
ou instruídos em qualquer ciência: 
não dar a palavra, 
não criar oportunidade 
para que o ouvinte também exerça 
a função de falar, expressar-se. 

Aí sim, haveria o diálogo 
e a troca de experiências, 
visões, filosofia ou teologia de vida.

Podemos ser pessoas 
carregadas de conhecimento e conceitos, 
mas ao mesmo tempo, 
descarregadas de amor. 

Sem amor, tudo fica árido, 
como órfão sem mãe, 
como mendigo sem lar. 

Como é que acontece em família, lá em casa? 
Se você participa de uma equipe, 
de um grupo, como é lá?

Há calor humano nas relações.

Há diálogo.

Todos têm direito a ouvir e a falar.

Não há desnível entre um e outro 
porque todos se conhecem.

Há um necessário fator: aproximação.

Havendo aproximação haverá calor.

Calor é produzido onde há energia.

Energia existe onde há sentimentos 
e emoções vivas.

Onde não há interação 
de sentimentos e emoções, 
as relações permanecem 
no nível da superficialidade.

Aí não há lugar para nada 
a não ser para a apatia e a indiferença.

Não haverá respostas.

Podemos olhar para a pessoa
que aparece na tela, na nossa frente, 
e dirigir nossas palavras apenas para sua cabeça.

Podemos também dirigir a palavra 
para a pessoa que está na nossa frente, 
enxergando a sua fisionomia 
e também o seu coração, 
sua dignidade, sua natureza afetiva.
  
Então sim, estamos tendo 
um autêntico relacionamento humano, 
onde deixamos entrar a empatia 
e acontecerá reciprocidade, 
intercâmbio de energias vitais.

Na teoria, na nossa essência humana 
somos muito mais afetivos do que racionais. 

Na prática, somos mais racionais 
do que afetivos, por isso, 
a carga de sofrimento e maior.

A partir de agora 
nosso relacionamento será diferente. 

Saberemos dosar e atender 
as duas dimensões das pessoas humanas, 
a racional e a afetiva.

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 04/06/2016.
Atualizado em 31/03/2026

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terça-feira, 11 de agosto de 2015

230.- Amor de artista. A entrada do amor no mundo promoveu-nos para artistas eternos.






A poesia
é uma forma breve
de comunicação,
quase síntese,
capaz de inserir 
alma numa pedra,
vida nas palavras
e rima nas frases.

A poesia
é capaz
de fazer explodir sementes,
provocar incêndios,
e decolar ideais nobres,
nas pessoas sensíveis,
curtidoras da beleza,
da ordem, da harmonia
e da simpatia.

A poesia
é como uma caixinha
de surpresas,
que vai se abrindo
à medida que vamos lendo-nos
nas entrelinhas da vida poética.

A poesia parece ser
uma água diferente
destilada, oxigenada.

Temos sede
e bebemos das poesias
um tipo de água que é insaciável.

Quanto mais se bebe,
mais a sede aumenta.

Ate parece
que é de outra natureza,
de outra dimensão,
a sede despertada.

    Diga-me Tu,
    o que experimentas?

Pare um pouco
e se pergunte,
donde vem
este sentimento nobre,
raras vezes experimentado por ti,
enquanto lês poesias?

Arrisco afirmar
que nestes momentos
fazemos experiências místicas.

Mística
é uma mistura
daquilo que há
de humano e divino
em nossa natureza.

E, quando estamos nesta dimensão,
percebemos e exclamamos:

Aqui nesta Terra
acontece cada coisa!

Está acontecendo agora,
neste momento, mais uma.

Não está nos jornais,
nem está escrito no script
que os artistas devem decorar.


É algo natural,
como todas as coisas
pequeninas, quase imperceptível.


Cresce,
cresce silenciosamente,
misteriosamente.

Cresce como a semente
que se faz árvore,
como a criança
que se torna jovem,
como o jovem
se torna adulto,
como o adulto
se transforma
em fruta madura.


Não se vê
a olhos nus,
as transformações
que ocorrem.


Só o tempo mostra
o amor pronto, perfeito,
coexistindo em paz,
com tudo e com todos.


Não é história,
mas faz a história acontecer
do melhor modo.


Está sim,
acontecendo
uma estranha história,
parece história de amor.


Que veio Ele fazer
aqui na Terra,
aqui no tempo?


É na eternidade
que se encontra
a fonte do amor.


Nesta Terra,
onde se diz
que tudo é relativo,
o amor veio
eternizar nossos gestos,
anseios e esperanças,
nossas lutas,
amizades e sonhos.


Só com a entrada do amor
e das relações amorosas
no cenário da Terra
é que a história dos humanos
começou a ter a possibilidade
de eternizar-se.

Sim,
a história poderia
ser diferente.


Está acontecendo na terra,
uma história diferente,
um romance da eternidade
com o mundo passageiro.


É uma história
quase impossível,
mas é real,
pois você faz parte dela,
e você vive, e por isso já sabe,
já experimentou 
que é assim.


A história começou
com personagens humanos
e vai terminar
com os mesmos personagens humanos,
interpretando papéis de filhos do Eterno.

No palco,
no cenário,
no teatro da vida,
humanos,
já estão vivendo
histórias divinas.


Somos humanos,
limitados,
abrindo e construindo
horizontes infinitos.


Somos humanos,
limitados,
fazendo proezas,
dando shows,
representando a vida real
do mundo vindouro,
neste mundo morredouro.


Estranha história,
muito estranha,
o Deus contar
com os artistas humanos.


Difícil de acreditar:
a Perfeição 
pedir colaboração
para os imperfeitos.

O amor
interagindo
com os imperfeitos,
promovendo, revelando-se.


É uma história da terra,
dos terráqueos,
ligada ou religada com o céu
com a entrada do amor,
no chão da vida.


Tinha que haver
inspiração divina
para que a história nossa,
dos humanos,
pudesse se desenrolar
entre tristezas e alegrias,
entre fracassos e sucessos,
entre limites e aberturas
para o infinito.


Fomos transformados
em filhos do Deus dos céus,
imagem e semelhança
do Cientista Criador,
inventor e administrador do mundo.

O Deus infinito
amou os homens finitos,
e transformou-os
em possibilidades
de viverem eternamente.

É uma estranha
história de amor.

Impossível?
Fantasias?
Literatura?


Não.


É a mais pura realidade,
a mais inabalável verdade,
esta, que estamos vivendo,
no palco, na Terra.


A peça,
no palco da vida,
era para ter
apenas um ato final e trágico,
mas, com a entrada do amor,
a peça agora tem dois atos,
e o final já foi antecipadamente
profetizado e anunciado.


Atores e artistas
ao mesmo tempo,
aplaudimos e somos aplaudidos,
vivendo como herdeiros,
gastando uma herança
antecipadamente.


Nossa história
não é tragédia,
é história de salvação.


Não estamos envelhecendo,
estamos sim, rejuvenescendo.


A história é uma profecia
que está acontecendo.


A história
é um tipo de ficção científica
que vai ser realizada.


Você conhece o autor desta peça?
Você conhece os personagens, seus irmaos?
Então você conhece o Autor deste romance.  

Aqui na Terra
acontece cada coisa!

Veja, acredite,
converse com alguém.


Pode nascer daqui um diálogo,
com um novo companheiro de viagem.




Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 03/02/2016
Atualizado em 18/05/2026

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166