Quando
abro o FACEBOOK,
a
primeira frase, provocativa, é esta:
“No
que você está pensando?”
Penso sempre
na paz.
Olho e convivo
com pessoas que estão
em paz.
Gosto da natureza
porque nela sinto a
paz.
Afasto-me,
conscientemente,
de toda fonte de
conflitos,
discussões, sites,
programas,
noticiários,
que transmitem
insegurança, medo,
divisões, competições
desequilíbrios.
Tudo transmite
energias,
forças,
boas ou ruins.
E tudo contagia.
Escolho, escolherei
neste dia,
o que me mantenha em
paz,
comigo, com meus
amigos
e com o universo.
Sinto-me responsável,
portanto,
desejo contagiar a
paz.
Tenho
pensando
nos
amigos
que
continuam dividindo,
em
vez de perceberem
que
se voltarem o foco
para
a questão da união,
da
unidade, da paz,
deixariam
de desperdiçar energias.
Aproveitariam
melhor o seu dia,
envolvidos
com projetos de melhoria,
de
criação de ambientes agradáveis,
conversas
frutuosas,
aproximando
pessoas e amigos.
Tenho
pensado
na
urgência da divulgação
das
leis da Física Quântica
que
revela a lei da atração,
pela
qual atraímos para nós
o
tipo de energia que cultivamos.
Não
haverá paz em meu íntimo,
em
nossa família, se,
o
que pensamos,
falamos
e divulgamos ou semeamos,
são
pensamentos de divisão,
de
rancor, de ira, de exclusão.
Como
as coisas vão dar certo lá em casa,
se
vivemos em conflito,
divididos
conosco mesmos?
Se
nossos pensamentos
não
estiverem sintonizados
com
as energias boas,
certamente
atrairão energias negativas.
Sem
perceber
passamos
a viver
em
constante clima de tensão interna
e
qualquer coisa é um estopim
provocador
de discussões.
Questione-se.
Analise
a fonte
de
onde você retira
as
energias
que
te dão a matéria prima
para
você construir um dia pacífico.
Questione-se
sobre o que lê ou escuta.
Pergunte-se
e sinta
o
que está fervendo dentro de você.
Só
existem duas fontes:
a
da paz
e
a da tensão.
De
onde retira o combustível
que
alimenta teus pensamentos?
É
possível ser pacífico(a).
É
desagradável,
para
muita gente próxima,
relacionar-se
com
promotor ou promotora
de
eventos pessimistas,
profeta
ou profetisa
de
más notícias.
Tenho
pensado
nos
meus parentes e amigos
que
ainda não perceberam
que
são tiranizados pelo ego,
desconhecido,
que
reside nas suas críticas e opiniões.
Quando
o combate vira a ordem do dia,
a
tendência é ter pouca paz.
A
luta autorizada
pelo
Cristianismo
é
pela defesa e promoção da paz.
Somos
tão influenciados
uns
pelos outros
que
convém uma reflexão
sobre
o tipo de contágio
que
estou sendo vítima
ou
que tipo de contágio
estou
espalhando
ou
contaminando.
Tenho
pensado
na
falta de conhecimento sobre o ego,
desequilibrado,
que
tiraniza as pessoas
com
pouco ou nenhum conhecimento
sobre
a busca da paz,
pessoal,
em primeiro lugar.
Quem
não está em paz
consigo mesmo(a),
precisa
estar criando conflitos,
fora
de si mesmo,
para
ter alimento
para
desperdiçar as energias negativas
que
residem dentro dele(a).
É
tão fácil perceber
as
razões das nossas insatisfações.
Basta
se perguntar
onde
estamos buscando
o
sentido da vida?
O
que é que dá mais prazer
para
os momentos mais fortes do dia a dia?
Muitos
de nós,
por
falta de silêncio,
de
autoexame,
possivelmente,
estamos
dando alimento para o ego,
que
precisa estar envolvido com conflitos.
Seria
muito diferente,
se
buscássemos alimentos
para
a tão faminta paz,
no
íntimo de nós mesmos.
As
energias,
frutos
da sua tempestade,
podem
ser promovidas
para
criação de ambientes
de
paz e harmonia.
Tenho
pensando
nas
pessoas que não perceberam ainda
que
são as atitudes amorosas
que
mudarão o rumo da história,
para
melhor,
comigo,
com
os membros da minha família,
com
as pessoas do condomínio,
com
a população mundial.
Tenho
pensado
no
sofrimento inútil
de
muitas pessoas teimosas,
que
carregam em seus pensamentos,
todos
os dias, postura negativa
de
olhar para os outros,
para
os acontecimentos,
para
a vida,
e
só lhes sobra a alternativa
de
lamentar, criticar
e,
com isso,
estragam
todo um belo dia
que
poderiam transformar
a
vida de outras pessoas,
com
comentários positivos
ou
de bondade e beleza.
Tenho
pensado neste clima ruim,
no
qual convivemos por teimosia,
por
falta de uma visão global da vida.
Procurei
pesquisar
os
motivos que levam as pessoas
a
escolherem
decidida
e convictamente,
a
permanecer
no
lado de quem está na plateia,
só
assistindo, criticando a peça,
e
não se percebe que está,
indiretamente,
criticando
ou se posicionando
contra
si mesmo(a)
sua
inércia,
sua
irresponsabilidade
ou
ignorância de si mesmo(a).
A
crítica só é autorizada
para
aquele ou aquela
que
tem soluções para apresentar.
A
primeira crítica
é
para si mesmo,
como
ator e construtor
do
clima que criei ou crio
para
mim mesmo.
O
primeiro ato
de
responsabilidade pessoal
é
começar construindo a paz
dentro
do seu próprio universo.
Quando
não estamos nos sentindo bem,
sem
paz,
onde
formos,
onde
quer que estejamos,
para
onde viajarmos,
o
inferno estará presente.
Tenho
pensado
que
toda e qualquer atitude
de
oposição, contrariedade ou crítica,
revela,
em primeiro lugar,
desconhecimento
da
sua própria natureza humana.
Revela
falta de reflexão mais profunda,
que
lhe permitiria ver-se,
igual,
a todos os outros,
nesta
mesma caminhada.
Falta-lhe
perceber
a
mesma origem
e
a mesma finalidade,
a
participação igual,
de
todos,
nas
mesmas responsabilidades
de
ajuda mútua
a
que estamos sujeitos
aqui
na terra.
Tenho
pensado
em
que grau de profundidade
o
mal se instala
na
personalidade de uma pessoa
a
ponto de não lhe dar oportunidade
para
enxergar luzes, esperanças e saídas.
Tenho
pensado
nas
pessoas que não vivem em paz,
porque
não querem
ser
chamados e reconhecidos(as)
como
filhos do Deus Amor.
“Felizes
os que promovem a
paz,
porque serão chamados
filhos do Deus altíssimo”.
Mateus 5,9.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Criado
em 20/09/2011
Atualizado
em 05/11/2019

