quinta-feira, 26 de dezembro de 2024

955.- Natal. Feliz Natal Permanente.



 Quero agradecer do fundo da minha alma,

com toda força das minhas emoções

às mensagens que vocês enviaram

desejando-nos Feliz Natal.

 

Foram tantas mensagens,

carregadas de paz e esperanças,

de felicidade e realizações.

 

E ao ler as mensagens

e assistir aos vídeos

sobre o nascimento do Jesus,

em nosso mundo, em nosso coração

e em nossa alma,

imediatamente nascem pensamentos

de como seria bom se o Natal 

não fosse somente um dia,

e se todas as mulheres fossem como Maria,

e se todos os homens fossem como o Jesus.

 

Como queria que o dia do Natal

continuasse para sempre,

por ser tão especial,

significativo e esperançoso.

 

Essa é a mensagem que conseguimos traduzir

pela vinda do Deus Filho para o meio de nós.

 

É aí que compreendemos

que o Jesus nasceu como o nosso Salvador,

salvando-nos desta natureza de morte,

elevando-nos para a natureza eterna.  

 

Por isso, Feliz Natal PERMANENTE

para toda a humanidade.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

 

Criado e publicado no BLOG

e no FACE em 26/12/2024

quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

954.- Procurando o Jesus pelas ruas da cidade


Dia 24 de dezembro.

Dez horas recebi uma ligação da minha filha.

- Pai, o senhor pode ficar com as crianças
para que possamos arrumar a casa
e preparar os pratos para nossa Ceia de Natal?

Imediatamente respondi sim.

E comecei a pensar como entreter
um neto de 8 anos,
o Gael, e uma netinha de 6 anos,
Ana Clara, sem ficar dentro de casa
e achar atividades para eles.

No caminho da casa da minha filha
encontrei alguns catadores de papel reciclado.

E pensei comigo.
Como esses catadores de lixo vão passar o Natal?
Hoje já é véspera do Natal.

Como eles estão se preparando?

Será que eles não têm nada para preparar?

Será que já foram no Supermercado,
comprar nozes, uva passas,
uma carninha, um presentinho
para seus filhos?

Aí lembrei de uma passagem do Evangelho
que diz assim: “Ele, sendo rico se fez pobre
e veio morar entre nós”.

Aí, lembrei também que o próprio Jesus falou
“Tudo o que fizerdes
ao menor destes pequeninos
é a mim que o fazeis”.

Então, logo conclui, eis aqui uma maneira
de viver o Natal
um pouco mais perto
do Jesus rico, que se fez pobre.

O pobre hoje
foi o rico de ontem
que tinha família,
que tinha casa,
que tinha roupas e comida,
tinha emprego e tinha dignidade.

Hoje, muitos, só possuem um carrinho
para recolher lixo reciclável.

O Jesus Cristo estava ali,
andando pelas ruas da cidade.

Não era, não se sentia excluído,
mas não se sentia acolhido.

O Jesus Cristo
que comemoramos a sua festa
no dia 25 de dezembro,
não estava nas Igrejas,
em casa, nem no seu paiol,
nem na manjedoura da estrebaria.

Estava andando no meio do povo, disfarçado
naquelas pessoas, procurando lixo reciclável.

Peguei meus netos e pensei
em como tornar significativo
esta tarde que antecede o dia de Natal.

Fomos até um supermercado
e compramos alguns Panetones.

E saímos por aí,
pelas ruas do Bairro “Novo Mundo”,
procurando o Jesus necessitado.

E motivei meus netos, dizendo-lhe
que hoje é véspera de Natal,
e que o Jesus ia nascer
daqui algumas horas.

Vamos procurar
algum sinal, alguma luzinha
que indicasse
onde Ele iria nascer.

E completei:
Ele vai nascer ou aparecer
a qualquer momento.
Vamos ficar atentos.

Em cada esquina,
um olha para um lado da rua,
o outro olha para o outro lado.

Qual o sinal, como saberemos
quem é o Jesus, perguntei.

O Gael responde:
olha lá, um senhor carregando
um carrinho quase cheio de lixo.

Dentro do carrinho,
uma menininha
de uns três anos misturada,
com os papelões.

Então, paramos o carro,
pedi para o Gael e para a Ana
irem até ele, e entregassem o Panetone
e dissessem, “Feliz Natal Jesus”.

E perguntei o que ele respondeu?

Ele disse:
“Deus que te ajude,
feliz natal para vocês e toda sua família”.

A Ana Clara, feminina, observadora
completou: ele sorriu e percebi
que os olhos dele brilharam.

E aí falei para eles:
Vocês conseguiram
ver a luzinha,
indicando onde estava o Jesus.

E assim foi durante umas duas horas,
circulando pelo bairro até que o último Panetone
fosse distribuído para muitos Jesus concretos.

À noite, durante a Ceia
pedi para o Gael e para a Aninha
contarem o que mais marcou o dia de hoje.

O Gael falou que se sentiu muito feliz
em ter entregado os Panetones
para aquelas pessoas
que se sentiram muito felizes.

E a Aninha disse que se sentiu tocada
pela luz que brilhava nos olhos
daquelas pessoas
que recebiam um presentinho
e se sentiam valorizadas.

A partir deste Natal,
o condutor do carrinho de lixo reciclável
trará na minha memória,
a presença real do Jesus,
carregando um carrinho
a procura de lixo reciclável.

E eu me sentirei uma parte importante
desse ‘lixo’ que Ele está recolhendo.

Eneas Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com

terça-feira, 24 de dezembro de 2024

953.- Natais na Placenta do Natal.


Jesus, o Filho, 

veio visitar uma das obras 

do seu Pai.

 

Seu Pai, o Deus Criador criou os Astros

e a Terra lá no começo dos tempos.

 

Na plenitude dos tempos o Deus Criador

enviou seu filho aqui para a Terra

para ver como as coisas 

estavam acontecendo.

 

Desde o princípio Deus dotou as suas criaturas

com o dom da inteligência, da vontade, 

da liberdade, do discernimento.  

 

Deu-nos ensinamentos

e orientações.

 

Basta-nos reconhecer Deus como Pai

e obedecê-lo.

 

Quando o Filho vem,

acontece algo extraordinário.

Ele, sendo Deus, se fez igual a nós.

O divino se fez humano.

O Deus Filho visita o seu Povo.

 

E esse dia se chama NATAL.

 

A humanidade havia se desviado

da rota que o seu Pai tinha indicado,

lá no começo da humanidade.

 

E o Pai, vendo as trevas

que circulavam na Terra

enviou o seu Filho como Luz,

como Verdade, Caminho e Vida.

 

E no que chega, enfrenta dificuldades.

 

Não encontra lugar para nascer.

Teve se nascer numa manjedoura.

 

Não havia mais lugar para Deus na cidade,

nas casas, no coração de cada um de nós.

 

Enquanto crescia,

o Jesus, ensinava de novo,

ao povo, uma nova lei de convivência,

o amor ao Pai e o amor aos irmãos.

 

É assim que vai ser

de agora em diante,

com essa nova Aliança,

do Jesus Salvador e o Povo

que ainda deseja salvação.

 

Ele, o Jesus, vem para todos os povos,

para todas as religiões, para todas as pessoas,

como resposta às perguntas mais profundas.

 

Vem como projeto de Salvação,

deseja responder às perguntas sem respostas.

 

Vem para ser o ídolo, o modelo de vida p

ara todos.

 

Uma nova humanidade está para nascer,

caso haja obediência ao que Ele ensinou.

 

A NOVA HUMANIDADE

é o novo NATAL

que aguardamos.

 

Comece deixando o Jesus nascer

no presépio do seu coração.

 

E lhe dê condições de crescimento.

Seja da Paz, do Amor, da Verdade.

E gere, dê a luz, a ambientes Cristianizados.

 

Te desejo um NATAL íntimo, na placenta do teu ser.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  

Criado e publicado no BLOG e FACE em 24/12/2024.

sábado, 21 de dezembro de 2024

952.- História se escreve obedecendo ou desobedecendo.

 

Deste verbo obedecer

decorre toda a existência

dos seres humanos.

 

Tudo o que está escrito

e se sabe dos homens

veio da vertente

da obediência.

 

Obedecendo-se, aprende-se,

amadurece-se, evolui-se.

 

A desobediência

nos mantém no nível

dos subdesenvolvidos.

 

Para obedecer

ou desobedecer

deve-se conhecer.

 

O conhecimento

é o outro pressuposto necessário

para que o desenvolvimento aconteça.

 

Quando se conhece, cresce, amadurece

e se aperfeiçoa uma outra faculdade

que manifesta a nossa humanidade,

que é a consciência.

 

A consciência

é a responsável

pelas nossas decisões acertadas.

 

Pela consciência

avaliamos a nós mesmos

e as nossas atitudes com relação

às outras pessoas.

 

Pela consciência decidimos

obedecer ou desobedecer.

 

Então, somos responsáveis

pela história que construímos,

porque temos consciência.

 

Obedecemos quando dizemos sim

aos três pilares que constroem

e sustentam a humanidade.

 

A Verdade REVELADA

A Justiça EFETIVA

O Amor CONCRETO

 

Quando obedecemos,

escrevemos a história

com as letras brancas da paz.

 

Quando desobedecemos

fazemos a opção pelo contrário,

que é a mentira, a injustiça, o ódio.

 

Quando desobedecemos

melhor seria que não houvesse tintas legíveis

para que não fiquem gravadas na história.

 

Obedecer nos salva.

Traz a Paz e a Fraternidade.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

 

Criado e pub no FACE

e no BLOG em 21/12/2024.

https://heiposworld.blogspot.com/

quinta-feira, 19 de dezembro de 2024

951.- A alma não é da superfície.

 

A alma é de natureza invisível.

 

Manifesta-se nas experiências

que acontecem na profundidade

da nossa vida espiritual.

 

         A vida espiritual movimenta-se

                   no silêncio, na intimidade

                        e na eternidade.   

 

A vida da alma é percebida

nos momentos de silêncio

e no nível de profundidade.

 

A alma só tem interesse

por aquilo que seja permanente e eterno.

 

Por isso, ela não nos ilude.

Não aceita a superficialidade.

Nem a ociosidade.

 

Ela é a verdade sobre nós mesmos.

É uma verdade absoluta

que sábia e sutilmente

se impõe

sobre os valores relativos.

 

As experiências,

as escolhas que o mundo oferece

já mostraram a incapacidade

de nos completarem.

 

O mundo nunca nos deixa plenamente satisfeitos.

 

Ela, a alma, nos oferece um modelo-padrão,

um Ídolo perfeito,

que é Eterno, Absoluto,

que já está presente,

aqui, nesse ambiente relativo. 

 

A alma não é deste mundo.

 

Está aqui para dar luz,

brilho e sentido

ao agir humano,

aperfeiçoado.

 

A alma é o eu superior,

divino, desconhecido,

que me habita.

 

Eu, sem alma, ferido, partido.

 

Eu, minha alma

quer reencontrar

o que é o meu eu.

 

Aqui, na minha alma,

no desconforto, perdido,

esvaziado de sentido,

sinto-me fracassado

por não ter realizado o destino

para o qual fui criado.

 

Eu, minha alma viva, reencontrada,

me ponho de volta no caminho

para o qual fui criada.

 

Corro, busco a fonte,

que sacia a sede de eternidade.

 

Segredos e mistérios me habitam.

Só minha alma tem o poder de revelá-los,

trazê-los à luz da ciência.

 

Alma minha, abra-me,

devolva-me o mundo da transcendência.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado e pub no FACE e no BLOG

em 19/12/2024

quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

950.- Verdade e Realidade.

 
















A característica do mundo moderno

é a utopia, as ilusões,

a mente, os pensamentos,

enfim, outro mundo, o mundo virtual.

 

O mundo e o universo virtual

cabem em nossa cabeça,

em nossa imaginação,

em nossa mente.

 

Carregamos um outro mundo

em nossa cabeça.

 

Sim, é outro mundo,

separado do mundo concreto, real.

 

Muitos dos nossos pensamentos são ilusórios,

fantasias soltas, sem censuras, sem limites físicos, 

limites morais e espirituais.

 

A nossa mente gosta de viajar,

de sair por aí, passear fora do corpo,

imaginar vitórias, sucessos,

fama, poder, conquistas.

 

E a nossa mente, independente,

imagina-se sempre por cima das situações,

da complexidade real da vida.

 

E ela não gosta de descer do seu trono.

 

A imaginação nos transforma

em super-homens ou supermulheres.

 

A realidade, por outro lado,

é aquilo que é concreto,

real, existencial,

com um corpo pesado, denso,

que se sujeita continuamente

aos ditames da razão,

da alma, do espirito,

da formação e educação recebida.

 

Esse nosso corpo físico

carrega uma carga de sentimentos,

emoções, dores, angustias, fracassos,

tristezas, limitações, e, felizmente,

também as alegrias.

 

Os pés colocam-nos

no chão, na realidade.

 

A verdade exige um posicionamento

junto com a consciência.

 

A consciência toma a palavra

e diz, que sem esforços,

sem dar os passos,

sem a perseverança,

sem sacrifícios,

nossas vitórias

serão apenas virtuais.

 

Onde acontece a vida real?

 

Com os compromissos,

responsabilidades,

trabalhos, suores.

 

O mundo virtual

acontece só no pensar.

 

A realidade

acontece com o fazer.

 

Eis a verdade.

A verdade está mais,

muito mais na realidade,

no chão, na terra.

 

O mundo da realidade

está vestido de roupas de trabalho,

fundamentada sempre na verdade.  

 

O mundo virtual, irreal,
despe-se de toda e qualquer lei,
compromissos, obrigações, fidelidades.

 

Desse dualismo

nascem muitos desequilíbrios.

 

Da mente sem freios decorre os desequilíbrios,

as frustrações, as depressões, o estresse,

as doenças mentais.

 

A mente, os pensamentos sem freios,

causam mais sofrimentos do que o corpo físico.

 

O mundo virtual,

nos arranca da realidade

e nos transfere para um mundo distante,

irreal, no qual não podemos permanecer. 

 

O grande desafio que enfrentamos hoje

é a busca pela conciliação

do mundo virtual e o mundo da realidade.

 

A sabedoria

está em colocar as luzes da consciência

e a autoridade que a verdade revela

nos confrontos com a realidade.

 

O mundo da verdade

é que corresponde,

às exigências vitais.

 

O mundo virtual

não cumpre suas promessas.

 

O mundo real,

a realidade realiza,

constrói lentamente

e cumpre sua finalidade,

ajustando-nos nos caminho

da coerência e da verdade que revela.

 

O remédio, a solução para esse dualismo

é permitir que a professora Realidade

seja aceita e reconhecida como autoridade

no comando das nossas decisões vitais.

 

O remédios é ensinar a mente a se adaptar

ao tamanho dos pezinhos do nosso corpo,

à paciência eterna da professora Realidade,

que nos facilita o encontro

com a sabedoria,

o equilíbrio e a serenidade.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

 

Criado e pub no BLOG e no FACE em 18/12/2024

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sábado, 14 de dezembro de 2024

949.- Sem alma não percebemos que estamos vivendo sem ela.



Um dos meus sinceros amigos,

após ler o texto da semana passada,

sobre a alma, ligou-me e perguntou

como está o tempo aí em Curitiba.

 

Falei que estava chovendo há vários dias.

 

Então ele disse:

“Esse seu texto,

sobre a alma, confirma bem isso aí:

escrever sobre a alma

é a mesma coisa

que chover no molhado.

 

Ninguém mais sabe o que é alma,

nem se interessam.

 

Ninguém mais sabe percebê-la,

pois que não expressam sua espiritualidade.

 

Se não expressam sua espiritualidade

é porque não vivem a partir do espírito.

 

Ninguém mais sabe perceber

a fome e a sede da alma.

 

A alma tumulosou-se.

Só está viva na literatura.

Só tem explicação no Dicionário.  

 

Permutaram a alma por outras bugigangas.

 

Trocaram o essencial pelo supérfluo.

E então, não adianta mais falar sobre ela”.

 

 

- Então, meio impaciente, meio revoltado

e muito inconformado, respondi.

 

- Então se confirma minha tese,

sobre a importância da alma.

 

Sem alma

não se percebe que ela faz falta.

 

- E, sem alma, tem sabor a vida?

 

- E, se já estamos vivendo sem alma,

minha segunda tese

é que a nossa consciência

também está na UTI, adoecida.

 

- A consciência, se está ativa,

avisa sobre a falta que a alma faz.

 

Interpretando os sinais dos tempos,

lendo a superficialidade

na vida das pessoas,

sentindo suas angústias

e percebendo suas procuras,

me questiono e me entristeço.

 

Essa realidade me preocupa,

por isso escrevo

procurando trazer luzes

para chocar a consciência,

desejando que produza

um curto-circuito interno,

que desperte, acorde ou ressuscite

a alma que todo ser humano possui.

 

Se a cultura da nossa sociedade

é alienante, consumista,

descomprometida com os valores

fundamentais da vida,

algo precisa ser feito.

 

Convém que nasçam Profetas,

que cresçam e apareçam,

criem coragem,

e avisem que viver sem alma

não há sabor nem sentido para viver,

pois perde-se a direção pelo significado da vida.  

 

Sem alma, não se vive;

sobrevive-se apenas.

Falece nossa humanidade.

 

Não se vive sem emoções;

esfria-se sem elas.

 

Não se vive sem intercâmbios vitais;

isola-se sem eles.

 

Não se vive sem sentido na vida;

desiste-se facilmente da vida.

 

Não se vive sem olhar para o céu;

inferniza-se o tempo do descanso.

 

Não se vive sem entusiasmo e esperanças;

definha-se, falece-se.    

 

Sem alma, só o robô vive,

frio, indiferente, vazio,

sem finalidade superior.  

 

Já estamos robotizados.

Robô não tem consciência,

não tem sentimentos.

 

Robôs só reagem

aos comandos programados,

nos chips inseridos na consciência

e na alma de cada ser escravizado.

 

E então sobrou para você questionar-se.

 

De imediato você pensa,

‘preciso conhecer mais minha alma.

Preciso comprar livros,

estudar e pesquisar sobre a alma,

enquanto sentir que ainda a tenho’.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Criado e pub no BLOG e no FACE

Em 14/12/2024

 

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