quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

288.- Cientista. Quem é ou quem pode ser cientista?



Mais um texto pesquisado e trabalhado
para facilitar nossa compreensão
e envolvimento com estas três grandes bases
do conhecimento humano: fé, filosofia e ciência.

 
Quem é ou quem pode ser um Cientista.


Cientista é uma pessoa que:

Busca a Verdade.
Ama a verdade.
sabe que a verdade esclarece
e liberta.

 

Para o cientista
uma coisa verdadeira
deve ser reproduzível. 

 

Conhece a verdade
sobre si mesmo, por isso,
procura estar sempre progredindo,
evoluindo, buscando novos conhecimentos.

 

Ele é um revolucionário
do seu próprio ser,
procurando amenizar,
suavizar o mundo das pessoas.   

 

Não é um peso
nas costas dos outros. 

 

Não é mais egoísta:
já ultrapassou
estes horizontes geográficos,
físicos,  materiais. 

 

Já se imortalizou
no infinito do cosmos.

 

Seu lar
não é mais sua casa
ou seu quintal, ou sua comunidade,
seu bairro, sua cidade
ou seu estado.

 

Nem mais a terra,
mas o infinito agora é a sua casa. 

 

É um cidadão do universo.

 

-  É universal.
Busca, procura,
pesquisa as leis Universais
que regem o Universo.
 

Não vive mais
no seu mundinho de interesses.
Não tem mais fronteiras. 

 

O universo é a sua casa.    

 

No infinito estão os seus sonhos,
ou, o infinito é o lugar dos seus sonhos.

 

-  Não tem preconceitos.
É um lutador
contra os preconceitos
e preconceituosos.

 

Um cientista que tem preconceitos
bloqueia a sua criatividade,
possui canais entupidos
por onde deveriam passar
a aceitação de pontos de vistas diferentes. 

 

Por não ter preconceitos,
possui todos os canais abertos
para a criatividade,
para a novidade,
para o diferente,
para as pistas que lhe indicam
a leitura do livro do Universo Infinito.

 

- É anti-racista
Você conhece algum sábio racista?

 

-  É livre.
Não está amarrado a nenhum partido.
A nenhum grupo.
A nenhum compromisso escravizante.  

 

A liberdade de pensamento
é capital para a ciência
e para o cientista. 

 

Sente esta dignidade
como privilégio
de ser feito à imagem
e semelhança do Criador de todas as coisas.
Sabe-se filho do Grande Artista, Criador.

 

-  É generoso
O cientista explica
para os outros
o resultado das suas descobertas,
enriquecendo-se
e enriquecendo quem o escuta. 

 

Quem dá o que sabe não perde nada,
mesmo que chegue a dar tudo que possui.

 

-  É  exaltador do indivíduo que trabalha.
O valor do cientista
se impõe pela sua inteligência,
pela sua força de vontade,
pelo seu trabalho de pesquisa.

 

É um parceiro,
um colaborador
na construção de um mundo
desejado e esperado.

 

Por isso dizemos
que o Cientista
é aquele que vai na frente dos outros,
penetrando o futuro
e trazendo o futuro já,
agora, mais rapidamente,
antecipadamente, 
no hoje que ainda vivemos. 

 

O cientista
é alguém que tem pressa
que o futuro se realize
porque sabe que o futuro
é uma realidade
onde estaremos como venceremos
de todas as doenças, limitações,
problemas, conflitos, guerras, epidemias,  preconceitos, 
racismo,  brigas,  lutas, 
complexos,  deficiências, fome,
misérias e limitações,  carências, 
fraquezas,  misticismos,
ideologias, partidos,  e  barreiras. 

 

O cientista
valoriza a pessoa que age,
se esforça e atua
para antecipar a perfeição.

 

É um estimulador intelectual.
O cientista sempre estimula
as pessoas a novas conquistas.

 

Nunca para de ampliar
e melhorar o conhecimento.

 

O cientista de hoje
é um fazedor de sínteses.
É um incansável sintetizador. 

 

Propicia trabalhos
penosamente pesquisados,
deixando pronto para outro
continuar suas pesquisas onde parou.

Já existe um começo.
Não é necessário começar do zero.  

 

-  É um ser humilde
Quotidianamente se defronta
com problemas que não sabe resolver.  

 

Einstein empenhou
os últimos trinta anos da sua vida
tentando unificar
as forças da natureza. 

 

Como pode ser arrogante
um homem que não sabe responder
a um problema? 

 

A ciência
é feita de questões não resolvidas.

 

-   O cientista é um ser
que pratica a reflexão sobre os fatos

 
A ciência nos acostuma à reflexão,
a não nos apressarmos
em conclusões isentas de averiguações.

 

-  O cientista é um ser bondoso e  tolerante
O cientista é e ensina bondade
e tolerância intelectual.

Os extremos não devem ser combatidos,
mas entendidos.

 

O cientista é um homem de fé. 
Acredita que a ciência nasce
de um ato de fé.

 

(Quem é cientista, é um texto baseado e adaptado de uma parte do livro do Dr. Antonino Zachichi, Porque acredito Naquele que fez o mundo”. Editora Objetiva – 2000.

 

Tratamos neste texto alguns fundamentos da fé, da filosofia e da ciência.

 

A pessoa humana que tem fé
é uma felizarda.

 

Quem não tem fé
é uma pessoa
a quem falta algo
no fundo da sua existência,
na base inicial,
onde se apoia
os alicerces da sua vida.

 

A pessoa humana
que abandona a fé
perde também a esperança.

 

Quem perde a fé e a esperança
já não é uma pessoa,
é um ser desesperado.

 


Serão os cientistas
que tiveram esta base, a base da fé,
que se empenharão
para que surja no mundo
uma nova cultura,
que proporcione às pessoas
um futuro baseado
na Liberdade de pensamento e ação,
no amor ativo e responsável
e na fé comprometida
com as ações científicas.

 

Galileu Galilei 
foi o primeiro homem no mundo que, 
com humildade intelectual, 
procurou as marcas do Criador 
estudando os objetos vulgares.

 

O mundo é regido
por Estruturas e Forças Fundamentais. 

 

Estruturas e Forças
que ninguém jamais conseguirá mudar
e cuja totalidade representa
a Lógica da Criação. 

 

Dentre todas as lógicas possíveis,
aquele que fez o mundo
escolheu aquela lógica
que os cientistas procuram decifrar,
dia após dia, através das experiências.

 

Cada experiência científica
é uma pergunta do criado,
ao Criador de todas as coisas,
visíveis e invisíveis.

 

No núcleo de um próton,
estão escritas todas as Leis Fundamentais
da Natureza...”.
Dr. Antonino Zachichi.

 

 

“Ciência e Fé
são a mesma coisa.
São irmãs.
São dádivas do nosso Criador”.
Dr. Antonino Zachichi

 

Se você tiver interesse 
em aprofundar este texto,
leia o livro do Dr. Antonino Zachichi, 
Porque acredito Naquele que fez o mundo”. 
- Editora Objetiva – 2000.



Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 25/02/2016. 

eneaspb@gmail.com

287.- Cientista. O caminho do cientista.



O caminhar da pessoa humana
na conquista do conhecimento
obedece um caminho ascendente,
abraçando três etapas.  

 

1) Fé. A partir da dúvida e depois, deixando a         dúvida conquistamos a fé. A fé deve progredir e possibilitar a escolha de uma filosofia de vida.

 

2) Filosofia.  Da escolha de um padrão de vida fundamentada e estruturada naquilo que acreditamos, criamos um padrão de vida mais evoluído. Criamos uma filosofia de vida construída em cima de valores universais.

 

3) Ciência. A fé transformada em filosofia de vida alcança o nível de ciência. Muita gente vive como cientista, convicto de que o padrão de vida que escolheu é fruto da sua longa experiência num tipo de vida, filosófico, que para ele já se tornou um padrão de certeza. É assim que escolhi viver.  

 

 

No cristianismo temos a fé e a filosofia de vida e o orientação do Sábio Engenheiro, para construir a casa sobre a rocha.

 

No cristianismo sabemos que a fé sem as obras é inútil. De nada adianta ter fé e filosofar se estas duas irmãs não fizerem amizade com a ciência. 

 

 

Portanto, as duas teses acima confirmam: a partir da fé (ou da dúvida), pensamos, e do pensar, vamos até à ciência prática.

 

 

Este caminho, caminhando,

leva-nos a emitir um conceito:

 

A pessoa humana

é um ser chamado a evoluir

até tornar-se cientista.

 

Toda pessoa humana

tem potencial

para se tornar cientista.

 

 

É um processo evolutivo.

Temos que chegar até lá,

na ciência. 

 

 

Alguns estacionam na primeira etapa. Estão em dúvida. Não dão os passos seguintes.

 

 

Se acontece isso,

a fé fica infantil,

com tendências ao fanatismo.

 

 

Algumas pessoas evoluem

até o patamar da filosofia.

 

 

Porém, se estacionam por aqui,

podem correr o risco

de permanecer nas ilusões,

sonhando em viver a vida

como pensam.

 

 

O ideal, o imaginário,

as ilusões, mantém estas pessoas

no campo irreal.

 

 

Esquecem de avançar.

Esquecem ou não sabem

ou não querem trabalhar,

pesquisar e alcançar

o meritório título de Cientista.

 

 

Permanecem

apenas no mundo do pensamento

e da imaginação.

 

 

A evolução

supõe a superação das dificuldades,

em direção ao nível de cientista.

 

 

A pessoa humana

é um ser chamado a evoluir

até tornar-se cientista.

 

 

Para chegar à categoria de cientista

deve superar a fase da dúvida

e da filosofia.

 

 

A pessoa humana

é um ser chamado a evoluir

até tornar-se cientista.

 

 

Porque é carregada

de capacidades e potencialidades

que estão ativas ou dormindo ainda. 

 

 

Não foram acordadas

porque não foram ativadas.

 

 

 

Não foram acordadas

porque não foram ativadas

as atitudes da reflexão,

da pesquisa, da avaliação,

da comparação, do diálogo

com outros filósofos ou filósofas.

 

 

 

Todo ser humano

que possui a capacidade racional equilibrada deveria fazer o curso de filosofia,

ou pelo mais,

ler e estudar biografias de filósofos.

 

 

Perceberiam como é importante filosofar, conhecer com profundidade

as razões e finalidades

da aventura de ser e existir.

 

 

 

A fé é um valor inicial. 

       A filosofia é um valor intermediário. 

                      A ciência é o valor definitivo.

 

 

Todos gostamos

de cultivar valores.

 

 

São os valores que respondem

às carências e aos problemas humanos.

  

 

O cientista sabe

que a vida é importante,

por isso, só busca os valores

que dão sentido à sua vida

e à vida dos outros.

 

 

Só busca soluções.

É uma pessoa prática.

Por isso, é necessário chegar lá.

Deixar o mundo virtual

e construir o mundo real.

 

 

 

O cientista

quer antecipar

a chegada do futuro,

quer amenizar o sofrimento,

quer construir o céu, aqui na Terra,

o quanto antes.

 

 

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 25/02/2016.