Algumas perguntas
para
forçar-nos a pensar.
Esperar
por ele?
Ir ao
encontro dele?
Ou
construí-lo
de acordo
com o que queremos
que ele
seja?
O que você
espera do futuro?
Se
pensarmos sobre o futuro
a partir
do que estamos vivendo,
agora, no
presente,
como você
o vê,
lá na
frente?
Se, hoje, você
pensa sobre o futuro
como
avalia o que está pensando?
Medo,
insegurança, incertezas?
E se for
você o responsável
pelo
futuro da humanidade?
Quem é que
faz a pergunta?
– Sou eu.
É você.
Não é a
mídia quem faz este tipo de pergunta.
Não são os
filósofos, poetas, jornalistas.
Nem os
cientistas, nem os advogados.
Se você
não fizer estas perguntas
para você
mesmo,
significa
que o futuro não te interessa
e você não
se ocupa
nem se
preocupa com ele.
Isso não é
bom.
É sintoma
de desinteresse.
É sintoma
de egocentrismo.
É sintoma
de quem diz assim:
‘isso não
é comigo,
nem é da
minha responsabilidade’,
e não
posso mudar o destino da história” ...
Não
podemos culpar os outros,
os
cientistas, os políticos
sobre a
nossa situação atual.
Claro que
não.
Não são
eles os responsáveis
sobre a
condução da nossa vida.
Somos nós.
Cada um de
nós é responsável
diante de
uma sociedade irresponsável,
imatura,
descomprometida
com o que
está acontecendo
no mundo
de hoje.
Hoje, se
acontecem guerras,
divisões,
conflitos,
separações,
acontecem
porque
dentro de
cada um de nós
existem
guerras, divisões
e conflitos
não resolvidos.
A pressão
interna
revela-se
em explosões externas.
Não quero
ser pessimista,
nem
derrotista.
Quero
apenas
advertir,
avisar
para usar
o pensamento reflexivo.
Questionar-se.
Não ver apenas os problemas
que estão acontecendo lá fora.
Voltar-se
para dentro deste meu mundo
e ver o
problema dentro de si mesmo.
Se não
existe unidade,
se não
existe paz,
se não
existe harmonia
dentro de
nós, há guerras.
Mas,
gente, esse é o ideal,
a paz, a
harmonia, a unidade,
o
equilíbrio, o bem-estar pessoal,
grupal,
familiar e social.
O que
acontece dentro de cada um,
em nossa
intimidade, reflete-se lá fora,
no
ambiente social.
A paz que
cada um carrega
é uma
usina de energias boas
que
contagia, se comunicam
e
intercambiam com os outros,
pacíficos
e pacificadores.
Essa é a
mudança que deve ocorrer
em nossa
consciência, hoje.
Quem se
transforma,
muda os
rumos da história.
Em todos
os problemas que existem no mundo,
eu estou
envolvido. Você está envolvido(a).
Não somos
isolados,
descomprometidos.
Exalamos o
mesmo ar.
Moramos na
mesma casa.
Você e eu
fazemos parte
das
tragédias e das conquistas.
Fazemos
parte do mundo,
do
universo.
Eu sou
(você é) responsável
pela paz
no mundo.
Eu sou
(você é) responsável
pela
unificação
e
pacificação do mundo.
Comece a
pensar-se assim.
Retome
amanhã. E depois ...
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Eneas
Paulo Budel Bogucheski
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