sábado, 28 de março de 2026

1085.- Futuro. O que você pensa sobre o futuro?



 

Algumas perguntas

para forçar-nos a pensar.

 

Esperar por ele?

 

Ir ao encontro dele?

 

Ou construí-lo

de acordo com o que queremos

que ele seja?

 

O que você espera do futuro?

 

Se pensarmos sobre o futuro

a partir do que estamos vivendo,

agora, no presente,

como você o vê,

lá na frente?

 

Se, hoje, você pensa sobre o futuro

como avalia o que está pensando?

Medo, insegurança, incertezas?

 

E se for você o responsável

pelo futuro da humanidade?

 

Quem é que faz a pergunta?

– Sou eu. É você.

 

Não é a mídia quem faz este tipo de pergunta.

Não são os filósofos, poetas, jornalistas.

Nem os cientistas, nem os advogados.

 

Se você não fizer estas perguntas

para você mesmo,

significa que o futuro não te interessa

e você não se ocupa

nem se preocupa com ele.

 

Isso não é bom.

 

É sintoma de desinteresse.

É sintoma de egocentrismo.

É sintoma de quem diz assim:

‘isso não é comigo,

nem é da minha responsabilidade’,

e não posso mudar o destino da história” ...

 

Não podemos culpar os outros,

os cientistas, os políticos

sobre a nossa situação atual.

 

Claro que não.

 

Não são eles os responsáveis

sobre a condução da nossa vida.

 

Somos nós.

 

Cada um de nós é responsável

diante de uma sociedade irresponsável,

imatura, descomprometida

com o que está acontecendo

no mundo de hoje.

 

Hoje, se acontecem guerras,

divisões,

conflitos,

separações,

acontecem

porque

dentro de cada um de nós

existem guerras, divisões  

e conflitos não resolvidos.

 

A pressão interna

revela-se em explosões externas.

 

Não quero ser pessimista,

nem derrotista.

 

Quero apenas

advertir,

avisar

para usar o pensamento reflexivo.

 

Questionar-se.

 

Não ver apenas os problemas 

que estão acontecendo lá fora.  

 

Voltar-se para dentro deste meu mundo

e ver o problema dentro de si mesmo.

 

Se não existe unidade,

se não existe paz,

se não existe harmonia

dentro de nós, há guerras.

 

Mas, gente, esse é o ideal,

a paz, a harmonia, a unidade,

o equilíbrio, o bem-estar pessoal,

grupal, familiar e social.

 

O que acontece dentro de cada um,

em nossa intimidade, reflete-se lá fora,

no ambiente social.

 

A paz que cada um carrega

é uma usina de energias boas

que contagia, se comunicam

e intercambiam com os outros,

pacíficos e pacificadores.

 

Essa é a mudança que deve ocorrer

em nossa consciência, hoje.

 

Quem se transforma,

muda os rumos da história.

 

Em todos os problemas que existem no mundo,

eu estou envolvido. Você está envolvido(a).

 

Não somos isolados,

descomprometidos.

 

Exalamos o mesmo ar.

 

Moramos na mesma casa.

 

Você e eu fazemos parte

das tragédias e das conquistas.

 

Fazemos parte do mundo,

do universo. 

 

Eu sou (você é) responsável

pela paz no mundo.

 

Eu sou (você é) responsável

pela unificação

e pacificação do mundo.

 

Comece a pensar-se assim.

Retome amanhã. E depois ...

 

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Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  -  41 98854 5166

 

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