sábado, 28 de fevereiro de 2026

1077.- Quem sou. Sou curioso(a)


 

Você é curioso ou curiosa?

 

Você tem perguntas não respondidas?

 

Você tem projetos ou sonhos

ou desejos incompletos?

 

    Estamos num período da história

    onde as mudanças acontecem tão rápidas

    que não temos tempo para acompanhá-las,

    assimilá-las, digeri-las e compartilhá-las.

 

Por exemplo, o que é essa tal de física quântica?

 

Quais são as influências ou consequências

em nossa vida no dia a dia?

 

O que é a inteligência artificial?

 

Quais são as influências e consequências

para a nossa vida no dia a dia?

 

A física quântica nasceu da curiosidade

de alguns cientistas em querer saber

tudo aquilo que escapava

da vida consciente, visível, material,

que não era compreendida pela mente humana,

porque esbarrava ou era dificultado

pelas experiências de laboratório.

 

Os cientistas materialistas se inquietavam

com fenômenos e experiências que aconteciam

cujos respostas não eram respostas lógicas.

 

E ficaram curiosos a tal ponto

que nasceu daí a ambição

de querer ver tudo aquilo

que aos olhos científicos era invisível.

 

Queriam ver o invisível.  

 

Então inventaram os grandes microscópios.

 

Com eles descobriram que no mundo invisível,

nada era invisível, tudo podia ser observável

e compreensível.

Tudo é matéria.

Matéria densa, pesada, manipulável,

e matéria fina, sutil, que se deixa ver,

mas que é imprevisível nas suas possibilidades.

 

Muita coisa que era definido como mistério

passou a ser conhecido,

passou a ser objeto de experiências,

passaram a ser pesquisados,

estudados em um nível mais profundo,

depois compreendido, definido e publicado.

 

As grandes descobertas da física quântica

aconteceram a partir de 1900.

 

A demora para que as descobertas, as traduções,

as explicações práticas cheguem ao conhecimento

da população ocorre porque a física é uma ciência

que usa uma linguagem que é entendida

e demonstrada através de fórmulas matemáticas.

 

Até que essas traduções cheguem até nós

levou muito tempo para ser entendida

com facilidade.

 

Aí vem a inteligência artificial

que apressa e facilita a tradução científica

e nos entrega um conhecimento sofisticado

em linguagem compreensível.

 

Se estivermos atentos e curiosos,

conseguiremos abraçar, assimilar

e colocar em prática

as boas consequências

que a física quântica trouxe

para nosso mundo de hoje.

 

A física quântica

se aproximou tanto da espiritualidade,

a tal ponto que hoje, os santos da atualidade

são físicos, matemáticos e cientistas.

 

Ser curioso, hoje,

significa ajustar-se ao mundo evolutivo.

Evoluir junto com as descobertas.   

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

 

Criado e publicado no BLOG e no FACE em 28/02/2026

 

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

1076.- Quem sou. Sou eterno.


         Estou no tempo, mas não sou do tempo.

         

         Sou além do tempo. Sou da eternidade.

 

         Sou alma. Sou espírito. Sou imortal.

 

Se ainda não sou, quero ser.

Quero que seja assim.

 

Sou um vazio a ser preenchido.

 

Sou um Céu a ser plenificado

com minhas virtudes.

 

Sou alguém aberto

às possibilidades de perfeições.  

 

Sou eu que devo ir atrás de conteúdos

que me preencham e me preparem

para a eternidade.

 

Sou consciência pura,

o espírito superior,

que convive com meu eu inferior,

cheio de impurezas a serem promovidas.

 

Sou responsável pela limpeza,

pela purificação e plenificação

da minha atual natureza humana, mística,

misturada com a natureza divina.  

 

O que sou hoje

me mostra que,

o que fui ontem

recebeu melhorias.

 

Há em meu ser

     um eu imperfeito,

            com sede de perfeição.

 

     Sou o que posso ser.

 

Sou uma pessoa humana, consciente.

 

Sei quem sou, de onde vim,

o que estou fazendo aqui e,

para onde vou.

 

Sei por que estudei.

Sei por que fui atrás das respostas.

 

     Gosto de conviver comigo em paz.

Os outros gostam de conviver comigo,

se estou em paz, se sou pacífico.

 

Sou amável, carinhoso, bondoso,

alegre, manso e humilde,

bem-humorado e disponível.

 

Se ainda não sou tudo isso,

é assim que quero ser.

 

     Sou em quem decido

     como quero ser.

 

Percebo que tenho

de colocar meus desejos,

meus ideais, na frente,

como objetivos, como meta,

para que todo o meu ser,

as pessoas e o universo,

contribuam para que assim seja.

 

      Sou poderoso. Posso mudar.

 

Posso decidir como ser

e para onde ir.

 

Sou eu quem decide

o que quero e o que não quero.

 

Sou fruto das minhas escolhas

e das minhas decisões.

 

Portanto, sou responsável

ou irresponsável.

 

Sou humano,

equipado com inteligência reflexiva,

consciência e liberdade de expressão

e comunicação.

 

Só sou eficiente, ativo e consciente

se vivo no momento presente, no agora.

 

Meus pensamentos vivem viajando

para o passado e para o futuro.

 

Só o meu coração me mantém vivo,

aqui, agora nesta situação, onde sei que estou

diante de uma única grande realidade,

a eternidade.

 

A eternidade acontece

no momento presente.

 

Quando estou consciente,

estou vivendo em unidade

com todo o universo,

com todo o infinito.

 

Sou plenamente eu

quando é a minha consciência

que está no comando.

 

Sou plenamente eu

quando não deixo meus pensamentos

atrapalharem minha presença

no momento presente.

 

Sou plenamente eu

quando comungo, identifico-me

e envolvo-me com tudo aquilo

que olho e escuto.

 

No momento presente,

vazio, sem pensamentos,

fico ali, parado, sentado,

deitado ou em pé,

deixando-me inundar

por tudo aquilo que existe,

e por todas as pessoas

atenciosas e bondosas. 

 

A educação através do professor,

dos livros, dos quadros-negros,

são métodos de aprendizagem do passado.

 

Hoje, a própria consciência é a mestra,

se ela estiver sintonizada

com as boas energias,

com as boas intenções,

com os bons pensamentos

e boas ações.  

 

A consciência presencial,

está sintonizada com o passado e com o futuro,

com tudo o que já aconteceu e com o que vai acontecer.

 

Por quê? Porque a consciência

é a presença da eternidade no presente.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com   41 98854 5166

Criado e publicado no BLOG e no FACE em 18/02/2026

 

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

1075.- Quem sou? É a Alma que faz a pergunta: ‘quem sou’.

 

Eis uma questão

que provoca a inteligência reflexa.

 

Inteligência reflexa é aquela que me leva a ser cético,

isto é, me leva a questionar-me de onde vem a verdade,

ou qual é a forma mais correta de se fazer uma pergunta

que me conduza a uma resposta que seja coerente

com a verdade.

 

Aquele que deseja

conhecer-se a si mesmo,

pergunta-se “quem sou?”

 

Quem se pergunta,

aos poucos vai se conhecendo.

 

O ser humano, eu, você, olhando,

observando, perguntando-se,

chegará até o limite do conhecimento,

e aí, na beirada, na última fronteira,

vai se perguntar: “quem sou?”

 

É a Alma que pergunta:

Quem sou.

 

    Sou a essência absoluta,

    incompreensível,

    algo sem definição completa.

 

    Sou o invisível

    dentro do visível.

 

    Sou o absoluto

    no mundo relativo.

 

    Sou a forma visível

    da Alma invisível.

 

    Sou alguém que pergunta,

    que observa, que sente,

    e que vai, apertado,

    dentro de um ovo, esperneando,

    querendo quebrar a casca,

    sair para um novo.

 

    Sou mais do que aquilo que faço.

 

     Sou alguém que continua me procurando

      e me perguntando: “Quem sou?”

 

      Sou o conhecimento não racional,

      não localizável, dentro de mim.

 

      Sou uma vontade livre, leve,

      dentro de um corpo, em movimento.

 

      Sou como o vento, livre,

      solto, sem fronteiras.

 

      Sou o imóvel,

      dentro daquilo que se move.

 

      Sou a sensação de vida,

      unidade ampla,

      de movimento.

 

Venho, não sei de que direção.

 

Vou, não sei para onde.

 

Ninguém me encerra

dentro de definições mentais.

 

Escapo, ultrapasso. Surpreendo-me.

 

Não sou a areia, não sou o sal,

não sou a água, não sou a onda,

nem a espuma branca.

 

     Sou o mar, que abraça

     e irmana todas as terras,

     continentes e nações.

         

     Sou a consciência eterna,

     viajando, de carona,

     neste corpo, de passagem,

     por este mundo.

 

     Sou uma Alma eterna

     que precisa de alimentos

     e nutrientes apropriados.

 

Do que a Alma se alimenta?

 

Alimenta-se da bondade, das belezas da arte,

das perfeições, das dimensões infinitas.

 

É a Alma que pergunta: Quem sou.

 

E é também a Alma

que só se contenta

com respostas absolutas.

 

É a Alma que pergunta:

De onde vim?  Para onde vou?

Qual o sentido da vida?

Há vida depois da morte?

 

A Alma me convida a ir mais além,

a conhecer o espírito,

a querer sair daqui deste mundo

apertado e limitado.

 

A Alma quer fazer experiências de liberdade,

voar pelo infinito, viver para sempre. 

 

É a Alma que vai te responder

com uma resposta verdadeira,

última, definitiva.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

 

Texto atualizado e publicado no BLOG

e no FACE em 13/02/2026

 

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sábado, 7 de fevereiro de 2026

1074.- Quem sou? Sou um deusinho, pois sou filho, imagem e semelhança com Deus, meu Criador.


 

Quem somos?

Somos criaturas divinas.

 

Somos filhos e filhas,

criados à imagem e semelhança

de Alguém, perfeito.

 

Não somos o que somos

por força ou por acaso

da natureza.

 

Fomos criados

à imagem e semelhança

de um modelo divino, perfeito,

portanto, somos deusinhos.

 

Perguntar quem somos

nos leva à procura

do conhecimento de nós mesmos,

e, por extensão

estaremos também conhecendo

a entidade ou a pessoa

que serviu de modelo

para a nossa criação.

 

Fomos criados

à imagem e semelhança

de Alguém que é Sábio,

Poderoso e Perfeito.

 

Quando estamos bem,

com saúde física, mental,

emocional e espiritual,

desempenhamos nossa vida

com sentimentos, pensamentos,

sensações de bem-estar

e de fácil convivência.  

 

Quando nos identificamos  

com o modelo perfeito do nosso Criador,

nossa saúde, nosso humor

e nossa sensibilidade para com o próximo,

tudo está em equilíbrio e funciona divinamente.

 

É nesse clima celestial

que deveria transcorrer

nossos dias.

 

Porém, frequentemente sentimos

e experimentamos fraquezas,

que nos levam a sentir-nos doentes,

enfraquecidos na parte física,

desanimados e tristes

mental e emocionalmente e,

vazios espiritualmente.

 

Quando nos afastamos do nosso modelo,

predominam os desequilíbrios, os desvios,

as doenças, os conflitos pessoais  

e nossos relacionamentos com os outros.  

 

Isso acontece quando esquecemos

que fomos criados à imagem e semelhança Divina,

e teimamos viver à nossa própria imagem, humana.

 

Sabemos como nos comportar

como um paisinho querido.

Sabemos como nos comportar

como um irmãozinho querido.

Sabemos como nos comportar

como filhinho querido.

 

Então, quando escolhemos

e decidimos livremente,

comportar-nos como paisinhos,

irmãozinhos e filhinhos queridos,

estamos sendo deusinhos.

Temos estes poderes.

 

E então, quem sou, quem é você, quem somos?

 

Sou fruto das minhas escolhas e das minhas decisões.

Portanto, sou responsável ou irresponsável.

Sou humano, equipado com inteligência reflexiva.

Sou consciência e liberdade de expressão e comunicação.

Sou divino, sou deusinho. Tenho poderes celestiais.

 

Com que autoridade faço essa afirmação

de que somos deusinhos?

Confira na Bíblia, o que diz o São Paulo

na sua carta aos Romanos 8,19.

O mundo, em expectativa, anseia

pela revelação dos filhos de Deus”.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

 

Criado e publicado no BLOG e no FACE em 07/02/2026

 

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quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

1073.- Quem sou? Graus de consciência.

 


O ser humano não foi ensinado

para usar o pensamento reflexivo.

 

O ser humano não foi educado

para pensar sobre si mesmo.

 

Perguntar-se é o método pedagógico

que desperta o pensamento que reflete,

questiona-se, distingue, separa, avalia-se

e escolhe aquilo que está mais de acordo

com a sua essência, com sua natureza racional,

afetiva e espiritual.

 

Perguntar-se desperta e ativa a consciência

que deve estar no comando,

inclusive dos pensamentos.

 

Agir com consciência é aquela ação

pela qual estamos no controle

dos pensamentos. Eu sei que penso.

Eu penso sobre meus pensamentos.

 

Permito que os pensamentos continuem

ou bloqueio os pensamentos que não me convém,

não me interessam, não correspondem aos meus valores,

não são corretos, não me fazem bem,

não visam o bem dos outros,

enfim, não são éticos.

 

Os pensamentos e a imaginação são irrefreáveis.

 

A inteligência ou os pensamentos reflexivos,

por serem questionantes, vão ajudar a consciência

a discernir quais pensamentos vou permitir

ou quais pensamentos vou bloquear.

 

A mente é tagarela. Os pensamentos

estão continuamente aparecendo

e sugerindo ilusões, afastando-me

da realidade externa e da realidade

de mim mesmo.

 

A consciência é a mestra, a diretora,

a conselheira da minha mente

e das minhas escolhas.

 

Estar consciente para ter condições

de administrar o mundo inconsciente,

administrar os instintos, domar os impulsos,

estar atento às sugestões do ego.

 

Estar consciente para administrar

as atitudes de ataque e defesa,

administrar as sugestões para o conforto,

o comodismo, a acomodação, o desânimo. 

 

Por isso é importante

conhecer-se a si mesmo,

perguntar-se quem sou eu,

para ir lenta e evolutivamente

aperfeiçoando-se, desenvolvendo-se,

amadurecendo e conquistando

graus mais elevados de sabedoria.

 

Mas a consciência precisa ser educada,

Alimentada, exercitada.

Convém conhecer sua consciência.

Leia livros que tragam luzes sobre a consciência.

 

Quando a consciência está no comando

permitimos que ela tenha a última decisão

frente a todas as possibilidades abertas à nossa frente.

 

A consciência, com lucidez e discernimento,

vai perceber as armadilhas, os convites,

as atrações, os entretenimentos, as ilusões.  

 

A consciência é formada por uma escala de valores.

Valores morais, como a verdade, a bondade,

o direito, a justiça e o amor, amor a si, aos outros,

à natureza, ao universo infinito e sagrado.

 

Ao ativar o pensamento reflexivo

permite-se à consciência comandar

todas as faculdades cognitivas, volitivas

e decisivas para o nosso autêntico ser

expressar-se com mansidão e sabedoria.   

 

A consciência tem a capacidade

de perceber e compreender o nosso ser,

como uma instancia superior, espiritual,

livre de qualquer pressão

ou tentativa de alienação.

 

O que está definitivamente em jogo

não é apenas eu estar no mundo,

descomprometido de tudo ou de todos,

mas expressar meu ser no mundo

com o mais elevado grau de consciência

e comando de mim mesmo,

em direção aos ideais fraternos

e a espiritualidade filial Divina.    

 

Leituras recomendadas

Consciência Quântica. Amit Goswami

O universo autoconsciente. Amit Goswami

O sentimento de si. António Damásio.

O mistério da Consciência. António Damásio

O Despertar do Universo Consciente. Marcelo Gleiser

Consciência, a chave para viver em Equilíbrio. Osho.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

 

Criado e publicado no BLOG e no FACE em 04/02/2026

 

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