A transcendência,
é
a dimensão divina,
grande,
infinita,
inserida,
enxertada
na
dimensão terrena.
Imanência,
é
tudo o que faz parte
da
experiência pequena,
do
ser humano.
A
transcendência
abre
chances,
amplia
parcerias,
associando-se
com o Criador,
levando-nos
a aceitar a filiação divina,
permitindo
e reconhecendo
que
o Deus Criador
seja
nosso Pai.
É
com o Bem,
princípio
supremo
o
Bom, o Belo,
o
Permanente,
é
com o Ser
que
possui todos estes atributos
que
devemos associar-nos,
envolver-nos.
Sem
a nossa ligação
com
a transcendência,
seremos
apenas imanentes,
terráqueos,
impotentes.
Festas
incompletas,
tristezas
nas mesas,
alegrias
mascaradas,
barrigas
cheias de produtos imanentes.
Consequências:
azia, insatisfações,
mal-estar
e ressacas.
“A transcendência
não é algo que está além
do nosso mundo terreno,
mas é a dimensão misteriosa
de tudo o que existe,
o fundamento de todo ser:
o divino que penetra
todo o terreno”.
Anselm Grun
“Toda pessoa
é limitada (imanente),
mas quando encontra nela
o mistério divino,
experimenta a relação
com algo ilimitado,
infindo, inesgotável
(transcendência)”.
Anselm Grun
Como
somos resistentes
à
novidade
que
está escondida
e
re-velada
nos
acontecimentos
que
a vida proporciona,
transmitindo
mensagens
além
deste mundo.
A Luz veio ao mundo.
e aqueles que ainda
vivem nas trevas,
não aceitaram,
não quiseram ver com
clareza.
Por que tocamos neste
assunto,
transcendência?
Porque tudo o que
está fora do normal,
invisível, ainda
misterioso, escondido,
é transcendente.
Transcendente
é o que está acima e
além de nós.
Transcendente
é o mundo da dimensão
invisível.
Transcendente
é o mistério
no qual estamos
envolvidos.
Imanente é como um
veículo
que foi feito para
rodar também
nas noites, porém,
sem faróis.
Admitir e aceitar a
transcendência
é como acoplar faróis
para enxergar na
escuridão
das noites.
Imanentes nos
sentimos
quando estamos num
profundo buraco,
sem saída, sem
recursos.
Transcendentes nos
sentimos,
quando, na escuridão,
nos profundos buracos
da vida,
uma corda, uma escada
é disponibilizada.
Fazemos experiências
do que é imanente
quando desanimamos
e desesperamos,
nos afobando,
não enxergando
saídas.
Fazemos experiências
do que é
transcendência
quando acreditamos
sem ver,
quando brota a
esperança.
Fazemos experiências
da transcendência
quando experimentamos
que algo é bom, muito
bom,
acima das
expectativas,
e não decepciona, porque
é divino,
permanente, para
sempre.
Fazer a experiência da
transcendência,
é pensar de modo divino,
é pensar o conceito
de totalidade,
totalidade
unificante.
Nos abrimos para o Transcendente,
quando aceitamos
mistérios.
Mistérios
que não conseguem ser
explicados
com conceitos humanos
e científicos.
Abrimo-nos para o
Transcendente
quando, com
humildade,
aceitamos que nem
tudo conhecemos,
nem tudo conseguimos
compreender.
Deixamos Deus ser
Deus
sem que tentemos
defini-Lo,
dissecá-Lo,
entende-Lo.
Admiramos Ele,
além de todas as
nossas imagens
e concepções.
Nossa meta
para o próximo passos
poderá ser,
através do ego
imanente,
levantar o voo
da consciência
transcendente.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 30/12/2017
Publicado
no Blog Heipo World
e no FACE
em 30/12/2017.
Atualizado
em 31/01/2024.


