domingo, 27 de abril de 2025

982.- Fraternidade Heipo


 

Olá, bom dia, boa tarde, boa noite.

 

Gostaria de fazer um convite

a cada um de vocês para participarem

de um grupo que estou criando:

Grupo Fraternidade Heipo.

 

Aqueles que já estão com o livro Heipo,

andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu,

já podem se inscrever no grupo.

 

Basta entrar em contato comigo

pelo e-mail eneaspb@gmail ou pelo telefone.

 

Aqueles que quiserem permanecer anônimos,

poderão criar apelidos afetivos,

o que criará uma atmosfera

de curiosidade entre nós.

 

Aqueles que ainda não tem o livro

podem procurar nas livrarias físicas ou virtuais, digitando no GOOGLE o nome do livro,

ou o nome do autor Eneas Paulo Bogucheski.

 

Outra forma de adquirir o livro

é entrar em contato comigo pelo e-mail

ou telefone, e informar o endereço completo

que envio pelo correio.

 

A primeira finalidade

do grupo FRATERNIDADE HEIPO

é a de montarmos um grupo,

inicialmente com o objetivo

de conversarmos sobre os assuntos

que fazem parte do corpo do livro Heipo.

 

E, também poderemos ir

achando formas criativas

para cultivar a aprofundar mais,

pesquisar mais, conversar mais

sobre alguns tópicos

que acharmos importante ampliar

o conhecimento e a prática.

 

Meu pensamento, meu ideal

é que seja um grupo fraterno,

de incentivo, de motivações,

estudo, formação, de troca de ideias,

troca de informações e mensagens,

de entreajuda, e, de vez em quando,

encontros presenciais, de convivência,

de piquenique, de passeios,

de encontros e comemorações.

 

E este grupo poderá crescer

dentro das virtudes e qualidades

que cultivarmos, da Paz e do Bem.

 

Que seja um grupo criativo

na arte da convivência fraterna,

virtual e presencial.

 

O que você acha? – Topas?

Então, venha. Estamos te esperando.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Criado e pub no blog

e no FACE em 27/04/2025.

sexta-feira, 11 de abril de 2025

981.- CONVITE PARA O LANÇAMENTO DO LIVRO HEIPO.


Um resumo sobre o livro.

O Mundo do Heipo é um projeto.
Cinco livros fazem parte da coleção.
O primeiro livro,
Heipo andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu,
com o lançamento programado para o dia 12/04/2025.
(Leia o convite abaixo).
O segundo livro, no prelo,
a ser lançado nos próximo meses,
A Alma é leve, tem asas e voa.
No terceiro livro,
o Heipo olha para cima e pergunta:
Oi Céu, onde moras?
No quarto livro, o Heipo, exclama:
O Infinito me faz cócegas!
Preciso me coçar!
O quinto livro da coleção Mundo do Heipo, revela o
Heipo, uma obra de arte inacabada.
O sexto livro ainda é um projeto:
O Heipo vai embora,
mas seus pensamentos ficam.
A coleção Mundo do Heipo abraça a vida toda,
com tudo o que existe dentro do pacote 'vida',
aqui, na Terra, e lá, no Céu Infinito.
Um Heipo inquieto e desconhecido
habita em cada ser humano.
O Heipo deseja descobrir e revelar
esse misterioso e grandioso ser que é você, eu, nós,
na unidade das dimensões humana e divina.
O Heipo
é um tipo de manifestação de ser,
que se sente plenamente humano,
porém, com cócegas,
se coça naquilo que já tem
de sobrenatural e eterno.
O Heipo é aquela parte em nós,
que tem sede de ser aperfeiçoada.
O Heipo é aquela capacidade
que existe em cada um de nós
com possibilidade de crescer até o infinito.
Segue aí, na foto,
o convite para você conhecer
o Heipo desconhecido que habita
na mais profunda intimidade
de cada um de nós.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com
41 98854-5166
Criado e publicado no blog e no FACE em 11 Abril 2025

sábado, 5 de abril de 2025

980.- Convite. Leia o livro Heipo.



Estou te convidando

para participar do lançamento

do meu primeiro livro,

Heipo, andarilho na Terra,

mas herdeiro do Céu.

 

O lançamento acontecerá

no próximo sábado,

dia 12 de Abril de 2025,

num evento simples,

no salão paroquial

da Igreja Bom Jesus do bairro Portão,

aqui em Curitiba,

na rua João Bettega n. 206,

das 14 às 16horas.  

 

Convido para você comparecer

e para você adquirir este livro,

para ler, degustar, comentar,

e, mais tarde, doar

ao seu filho ou filha,

ao seu netinho ou netinha.

 

Lendo, você se lê,

se conhece, estabelece diálogo

com sua consciência, com sua alma.

 

O livro Heipo, andarilho na Terra,

mas herdeiro do Céu,

vai levando o leitor ou leitora

a conhecer as suas duas naturezas

ou duas dimensões na qual está envolvida:

a humana e a divina.

 

A nossa natureza humana

é bem conhecida, percebida

e vivenciada naturalmente.

 

A outra dimensão, a divina,

já necessita de uma atenção mais fina,

sutil, invisível, espiritual e,

por isso vai se aproximando

da dimensão sobrenatural.

 

A livro procura mostrar

uma continua interação

entre estas duas naturezas,

misturando ambas,

aperfeiçoando a natureza humana,

com a natureza divina no comando,

levando o Heipo a gostar da bondade,

da beleza, das artes,

das atitudes afetivas e amorosas.

 

O Heipo, caminhando como andarilho,

vai encontrando perolas preciosas pelo caminho,

e se torna um caminhante alegre pela vida,

pois vai percebendo forças superiores

que ainda dormem

em sua personalidade divina,

pouco conhecida.

 

Ele se torna um andarilho alegre.

 

Heipo, é um grito,

uma expressão que brota da alegria

por ter descoberto

que tem uma herança no Céu.

 

E, a todo momento,

em cada situação em que esteja envolvido

está sempre presente o sentimento,

da alegria, gritando internamente,

HEEEIIIIIPPPPPOOOOOOO.

 

Venha. Seja bem-vindo, bem-vinda,

atendendo a este convite. 

 

Compartilhe este convite com seus amigos.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

         Criado e pub no blog e no face em 05/04/2025 

quinta-feira, 3 de abril de 2025

979.- Quaresma. A via crucis continua.


 

O Amor não é amado.

 

O Amor que ama,

continua carregando a cruz,

com olhar amoroso, misericordioso.

 

Minha via é dolorosa, diz o Jesus,

o povo me honra com os lábios,

mas seu coração

está longe

do meu coração.

 

Essa cruz,

da distância,

entre Eu e vocês,

me é pesada.

 

Me causa pesar.

 

Essa cruz, da indiferença,

da empatia, da rejeição,

me é mais dolorida ainda.

 

Ainda estão preferindo Barrabás,

a Mim, que amo divinamente,

e perdoo todo tipo de escolhas

inconsequentes, malfeitas.

 

Via Sacra significa

caminho do sofrimento sagrado,

consagrado e santificado

do Jesus Cristo.

 

Caminhamos juntos com o Jesus Cristo.

Ele ali, com a cruz às costas, sofrendo.

E, nós aqui, bem pertinho, 

acompanhando pelo lado de fora 

da via crucis.

 

Perguntamos por quais motivos,

o Jesus Cristo foi condenado

a esse tipo de martírio?

 

Foi condenado porque

naquele tempo, e nesse tempo de hoje,

combateu e combate o farisaísmo,

combateu e combate os mestres da lei,

os sabidos, os entendidos,

os apegados às tradições.

 

E nós,

apegados ao conforto,

ao comodismo,

a um estilo de vida

sem esforços

e sem sacrifícios,

não quereremos nos envolver

com nenhum tipo de cruz.

 

Ele foi condenado

porque combateu a aparência.

Combateu aqueles que se achavam perfeitos.

 

     É com muita dor na minha alma,

     suando sangue, que digo:

     “Este povo honra-me com os lábios,

      mas seu coração está longe

      do meu coração.”

       Conforme Mateus 15,8-9

 

Foi condenado

porque apontou nossos defeitos.

E nós não temos suficiente humildade,

para reconhecê-los e aceitá-los.

 

A via, a caminhada do sofrimento continuam.   

 

Foi condenado

porque combateu o legalismo,

as normas, as leis.

 

Foi condenado

porque tentou revelar

que o coração de quem acompanhava,

e acompanha, estava endurecido.  

 

Perdida a sensibilidade do coração

a razão, insensível, não percebe mais nada.

 

Perdida a sensibilidade do coração

a consciência não consegue mais

entrar em seu sagrado altar interior.  

 

O Jesus foi condenado

porque afrontou os fundamentos

da sociedade e da religião.

 

Na biografia do São Francisco de Assis, está escrito que ele tanto amava o Jesus Cristo que recebeu ainda em vida, as feridas do Jesus Crucificado. 

No período em que estava organizando sua Ordem, os seus confrades insistiam com ele dizendo: a nossa Ordem, para ser forte, tem que ter os mesmos Estatutos, os mesmos Princípios que as Ordens dos Monges. Temos que estudar bastante. Enviar irmãos para se formarem em Roma. Temos de ser respeitados e venerados como pessoas letradas, com muito conhecimento.

Essa foi uma cruz que o São Francisco teve de vivenciar durante a sua vida: a pressão por conhecimento. (Tentação moderna do saber, ter conhecimento; exercer o domínio através do saber). Mas, ele, com humildade respondia. A nossa Organização, nossa Ordem só deverá ter uma ambição, um estudo, um conhecimento, um mestre, O JESUS CRISTO CRUFICADO.  Só a Ele devemos conhecer. Dele é que vamos aprender como salvar e redimir o mundo. E o melhor caminho é o caminho do coração, rasgado, ferido, do Salvador. 


E nós, hoje vivemos e sofremos essa tentação de ter muito conhecimento, cursos, encontros de formação, leituras.

 

Neste tempo da Quaresma, convém a nós refletirmos, interiorizar-nos e avaliar se essa frase não está sendo dirigida a cada um de nós: “Este povo honra-me com os lábios, mas seu coração está longe de mim.”

 

Quando rezardes não useis de muitas palavras. Mateus 6,7-15; “Nas vossas orações, não useis de vãs repetições, como tantos e tantos fazem ... porque entendem que é pelo palavreado que serão ouvidos ou que me agradam”.

 

O coração não precisa usar palavras para se comunicar.

 

O amor ou a forma de amar mais perfeita é a de simplesmente estar frente a frente, um contemplando, admirando, absorvendo-se um ao outro.

 

Estar junto com o amado ou amada, basta.

 

Esta é a fórmula da oração silenciosa.

 

A oração que a nós convém aprender e praticar é rezar a oração contemplativa, silenciosa, sem palavras, só com o coração aquietado, prestando atenção na Pessoa do Jesus Cristo, presente, na dimensão invisível.

 

Faça um momento de silêncio. Procure fazer uma oração silenciosa, vendo o Jesus aceitando e carregando a cruz, olhando com carinho e amor infinito, para cada um de nós.

 

Aquela cruz tinha a marca e o peso do amor.

 

Aceitou a Cruz porque ela fazia parte

do Plano Redentor do seu Pai, e nosso Pai.

 

E o seu amor pelo seu Pai é infinito.

E o seu amor por nós, por isso, também é infinito,

alcançando todos os tempos, passado e futuro.

 

Todos nós sempre estivemos envolvidos

no projeto amoroso do Deus Criador.

 

O nosso caminhar, pensar e agir nesta Terra acontece de acordo com a cultura predominante. E nossa cultura predominante não é religiosa, por isso, encontramos dificuldades em envolver-nos na dinâmica da Via Sacra do Jesus Cristo. 


Mas, essa via sacra não é literatura, não acontece só dentro dos muros da Igreja. Ela te envolve. Você está envolvido nela. Não deixe sua cruz vazia. Não fuja dela.

 

Se você não costuma ir à Igreja e não acompanha toda a liturgia da quaresma, se tem uma Bíblia em casa, abra e leia os últimos capítulos do Evangelho segundo São Mateus, capítulos 26-28 ou Evangelho segundo São Marcos, capítulos 14 e 15, ou Evangelho segundo São Lucas, capítulos 22 e 23, ou Evangelho segundo São João, capítulos 18 e 19. Leia, sentindo-se um dos personagens ali presente.


     E, se se sentir inquieto e perceber que precisa de mais algumas sugestões, entre em contato comigo. 


Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Criado e pub no blog e no FACE em 03/04/2025.

terça-feira, 1 de abril de 2025

978.- Heipo, andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu. Por que escrevi este livro?

 

No dia 12 de Abril próximo, acontecerá o lançamento do meu primeiro livro, Heipo, andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu.

O evento acontecerá no Salão Paroquial da Igreja Nova do Portão, na rua João Bettega. Vindo do centro via bairro pela Rápida sentido Pinheirinho, no que passa o Banco do Brasil do Portão, (sinaleiro) já tem outro sinaleiro. Aí vira para a direita e essa já é a Rua João Bettega. O primeiro imóvel à direita, é a Igreja Nova do Portão, Igreja Bom Jesus. Entra, descendo, no portão, direto no Estacionamento.

Por que escrevi este livro?

A pessoa humana

é uma riqueza composta

de duas naturezas, uma humana e a outra divina.

 

Neste livro procuro mostrar a natureza humana,

como um personagem, o Heipo,

um andarilho, caminhante, mendigo, pedinte,

desejando matar um tipo de sede e fome desconhecidas.

 

A fome e a sede passarão

quando experimentamos beber e de nos alimentarmos

de uma outra fonte, nossa natureza divina,

que anseia saciar sua sede e fome de infinito.

 

 “Quem beber da água que a natureza divina dá,

nunca mais terá sede, pois a água que EU (Deus) lhe der

tornar-se-á em ti uma fonte que jorrará para a vida eterna”.

João 4,13-14

 

               Por que escrevi este livro?

 

Quais leituras fazemos das nossas insatisfações

e dessa sede insaciável de completude?

 

Respondo:

 

- Porque o ser humano

é capaz de evoluir constantemente,

sem nunca alcançar a perfeição aqui na terra.

 

- Porque o ser humano

ainda não pode dizer:

‘cheguei na fronteira,

no limite; não há mais para onde ir’.

 

- Porque alguns passam a vida

buscando altos ideais.

 

- Porque alguns, como mendigos,

buscadores, encontram perolas preciosas

em qualquer lugar.

 

- Porque, ainda, muitos procuram,

mas não sabem o que necessitam.

 

- Porque muitas pessoas

se envolvem com todas as coisas

que encontram pelo caminho

e esquecem a sua própria essência,

e o que lhes é fundamental.

 

- Porque lendo, algumas pessoas descobrem,

que não são apenas humanas,

mas também, divinas.

 

- Porque lendo, se leem,

e descobrem capacidades ainda desconhecidas

fervilhando dentro de si.

 

- Porque percebemos capacidades superiores

quando superamos as dificuldades

que aparecem à nossa frente.

 

- Porque, sementes de eternidade

estão plantadas no espírito

de cada ser humano.

 

- Porque não aceitamos limites.

 

- Porque procuramos saídas.

 

- Porque procuramos explicações.


- Porque a esperança sempre aponta

  para soluções permanentes. 

 

- Porque nos acostumamos

e vivenciamos preferencialmente

a dimensão do mundo visível

e permanece algo a completar,

a buscar, nas outras dimensões. 

 

- Porque percebemos que existe

o mundo invisível.

 

- Porque decidimos buscar mais pistas

para entrar, também neste outro campo,

invisível.

 

- Porque, se de fato esta afirmação

é verdadeira, há todo um processo

de conversão a ser feito, para aprender

essa ciência nova que está escondida

por dentro e detrás, das aparências.

 

- Porque este livro

quer fornecer um atalho

para as buscas definitivas,

evitando desgastes desnecessários.

 

- Porque procuro demonstrar

que o Heipo é o personagem

que representa cada um de nós

nessa aventura pela busca

das respostas fundamentais da existência.

 

- Porque se não acreditarmos

nestas verdades, nas fontes

e nos personagens eternos,

propostas neste livro,

em quem acreditaremos,

e que futuro teremos?

 

- E, finalmente, porque

          não estamos derrotados pela morte.

          Há promessas e esperanças na vida eterna.

 

          Será que consegui te encaixar num destes porquês?

          Acho que não, porque os porquês são infinitos.

 

          Você deve ter outros porquês

          aí dentro do infinito que és.

 

Por todas estes argumentos te convido

a caminhar comigo neste livro.

 

Heipo, andarilho na terra,

mas herdeiro do Céu.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Publicado no BLOG e no FACe em 01/04/2025.