terça-feira, 1 de abril de 2025

978.- Heipo, andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu. Por que escrevi este livro?

 

No dia 12 de Abril próximo, acontecerá o lançamento do meu primeiro livro, Heipo, andarilho na Terra, mas herdeiro do Céu.

O evento acontecerá no Salão Paroquial da Igreja Nova do Portão, na rua João Bettega. Vindo do centro via bairro pela Rápida sentido Pinheirinho, no que passa o Banco do Brasil do Portão, (sinaleiro) já tem outro sinaleiro. Aí vira para a direita e essa já é a Rua João Bettega. O primeiro imóvel à direita, é a Igreja Nova do Portão, Igreja Bom Jesus. Entra, descendo, no portão, direto no Estacionamento.

Por que escrevi este livro?

A pessoa humana

é uma riqueza composta

de duas naturezas, uma humana e a outra divina.

 

Neste livro procuro mostrar a natureza humana,

como um personagem, o Heipo,

um andarilho, caminhante, mendigo, pedinte,

desejando matar um tipo de sede e fome desconhecidas.

 

A fome e a sede passarão

quando experimentamos beber e de nos alimentarmos

de uma outra fonte, nossa natureza divina,

que anseia saciar sua sede e fome de infinito.

 

 “Quem beber da água que a natureza divina dá,

nunca mais terá sede, pois a água que EU (Deus) lhe der

tornar-se-á em ti uma fonte que jorrará para a vida eterna”.

João 4,13-14

 

               Por que escrevi este livro?

 

Quais leituras fazemos das nossas insatisfações

e dessa sede insaciável de completude?

 

Respondo:

 

- Porque o ser humano

é capaz de evoluir constantemente,

sem nunca alcançar a perfeição aqui na terra.

 

- Porque o ser humano

ainda não pode dizer:

‘cheguei na fronteira,

no limite; não há mais para onde ir’.

 

- Porque alguns passam a vida

buscando altos ideais.

 

- Porque alguns, como mendigos,

buscadores, encontram perolas preciosas

em qualquer lugar.

 

- Porque, ainda, muitos procuram,

mas não sabem o que necessitam.

 

- Porque muitas pessoas

se envolvem com todas as coisas

que encontram pelo caminho

e esquecem a sua própria essência,

e o que lhes é fundamental.

 

- Porque lendo, algumas pessoas descobrem,

que não são apenas humanas,

mas também, divinas.

 

- Porque lendo, se leem,

e descobrem capacidades ainda desconhecidas

fervilhando dentro de si.

 

- Porque percebemos capacidades superiores

quando superamos as dificuldades

que aparecem à nossa frente.

 

- Porque, sementes de eternidade

estão plantadas no espírito

de cada ser humano.

 

- Porque não aceitamos limites.

 

- Porque procuramos saídas.

 

- Porque procuramos explicações.


- Porque a esperança sempre aponta

  para soluções permanentes. 

 

- Porque nos acostumamos

e vivenciamos preferencialmente

a dimensão do mundo visível

e permanece algo a completar,

a buscar, nas outras dimensões. 

 

- Porque percebemos que existe

o mundo invisível.

 

- Porque decidimos buscar mais pistas

para entrar, também neste outro campo,

invisível.

 

- Porque, se de fato esta afirmação

é verdadeira, há todo um processo

de conversão a ser feito, para aprender

essa ciência nova que está escondida

por dentro e detrás, das aparências.

 

- Porque este livro

quer fornecer um atalho

para as buscas definitivas,

evitando desgastes desnecessários.

 

- Porque procuro demonstrar

que o Heipo é o personagem

que representa cada um de nós

nessa aventura pela busca

das respostas fundamentais da existência.

 

- Porque se não acreditarmos

nestas verdades, nas fontes

e nos personagens eternos,

propostas neste livro,

em quem acreditaremos,

e que futuro teremos?

 

- E, finalmente, porque

          não estamos derrotados pela morte.

          Há promessas e esperanças na vida eterna.

 

          Será que consegui te encaixar num destes porquês?

          Acho que não, porque os porquês são infinitos.

 

          Você deve ter outros porquês

          aí dentro do infinito que és.

 

Por todas estes argumentos te convido

a caminhar comigo neste livro.

 

Heipo, andarilho na terra,

mas herdeiro do Céu.

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com

Publicado no BLOG e no FACe em 01/04/2025.

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