Não
existem pessoas
mais
inteligentes do que outras.
Existem
pessoas normais
com
menor
ou
mais elevado nível
de
consciência.
Pessoas
inteligentes
não
usam, não exploram
os
menos inteligentes.
Os
mais inteligentes
são
mais ricos?
Trabalham
menos?
Vivem
mais
ou
melhor
do
que os outros?
Quando a visão do mundo
tem como ponto de partida o todo,
isto é, o conjunto da realidade,
fica mais fácil entender e compreender
a complexidade da vida.
A nossa visão fica mais clara,
nossos objetivos mais definidos,
a cordialidade fraterna
e a serenidade passam a ser
uma constante
em nosso ser e agir.
Quando
vemos,
em
primeiro lugar,
o
universo,
sentimos
e entendemos
que
fazemos parte dele,
não
só como beneficiados
mas
também,
como
colaboradores,
responsáveis.
Se,
por outro lado,
formos
egoístas,
fechados,
tudo
veremos
a
partir
das
nossas inclinações,
dos
instintos cegos,
dos
nossos próprios
e
pobres interesses.
Quando,
dentro do mundo,
percebemos
que todas as profissões
produzem
uma rede de solidariedade,
percebemos,
num
nível mais elevado de consciência,
que
as empresas são assim,
muitos
funcionários,
muitas
funções,
diferentes
pessoas,
diversos
tipos de personalidade,
todos
trabalhando
em
harmonia e unidade,
pela
busca dos objetivos de crescimento.
Na
família, na empresa, na sociedade,
todos
são importantes na medida
em
que contribuem para o bem-estar
de
todos.
No
Universo da Terra,
neste
mar da vida,
estamos
todos dentro do mesmo barco.
Quando,
dentro da família,
percebemos
a riqueza das diferenças,
masculina
e feminina,
paterna
e materna,
complementando-se,
dialogando,
ajustando,
corrigindo,
superando,
num
clima de harmonia,
tudo
leva à unidade familiar.
E
existe uma grande família,
que
começa na comunidade
do
condomínio,
do
bairro,
na
integração de diversas famílias,
de
diferentes nacionalidades
e
credos religiosos,
estendendo-se
para a cidade,
para
o País,
para
a Terra toda.
Nessa
visão familiar,
todos
somos importantes,
todos
necessitamos uns dos outros,
e
percebemos o quanto é necessário,
a
harmonização de tudo e de todos,
em
torno da ciência da unidade.
Amadurecendo,
aumentando
o
nível da consciência pessoal e social
sentimos
um gostoso desejo
de
amar um pouco mais a humanidade,
buscando
novas maneiras
de
nos sentir parte deste mundo,
tão
familiar,
e
contribuir,
de
forma pacífica,
para
a unidade envolvente.
Ideais
de grandeza,
movem
as pessoas conscientes,
não
de divisão,
e
provocação,
mas
de complemento,
harmonizando-nos,
enriquecendo-nos
valorizando-nos,
reconhecendo-nos,
estimulando-nos
uns
aos outros.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 15/06/2019

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