sábado, 15 de junho de 2019

640.- Consciência e clareza mental.




Não existem pessoas
mais inteligentes do que outras.

Existem pessoas normais
com menor
ou mais elevado nível
de consciência.

Pessoas inteligentes
não usam, não exploram
os menos inteligentes.

Os mais inteligentes
são mais ricos?
Trabalham menos?
Vivem mais
ou melhor
do que os outros?


Quando a visão do mundo
tem como ponto de partida o todo,
isto é, o conjunto da realidade,
fica mais fácil entender e compreender
a complexidade da vida.

A nossa visão fica mais clara,
nossos objetivos mais definidos,
a cordialidade fraterna
e a serenidade passam a ser
uma constante
em nosso ser e agir.

Quando vemos,
em primeiro lugar,
o universo,
sentimos e entendemos
que fazemos parte dele,
não só como beneficiados
mas também,
como colaboradores,
responsáveis.

Se, por outro lado,
formos egoístas,
fechados,
tudo veremos
a partir
das nossas inclinações,
dos instintos cegos,
dos nossos próprios
e pobres interesses.

Quando, dentro do mundo,
percebemos que todas as profissões
produzem uma rede de solidariedade,
percebemos,
num nível mais elevado de consciência,
que as empresas são assim,
muitos funcionários,
muitas funções,
diferentes pessoas,
diversos tipos de personalidade, 
todos trabalhando
em harmonia e unidade,
pela busca dos objetivos de crescimento.

Na família, na empresa, na sociedade,
todos são importantes na medida
em que contribuem para o bem-estar
de todos.

No Universo da Terra,
neste mar da vida,
estamos todos dentro do mesmo barco.

Quando, dentro da família,
percebemos a riqueza das diferenças,
masculina e feminina,
paterna e materna,
complementando-se,
dialogando,
ajustando,
corrigindo,
superando,
num clima de harmonia,
tudo leva à unidade familiar.

E existe uma grande família,
que começa na comunidade
do condomínio,
do bairro,
na integração de diversas famílias,
de diferentes nacionalidades
e credos religiosos,
estendendo-se para a cidade,
para o País,
para a Terra toda.

Nessa visão familiar,
todos somos importantes,
todos necessitamos uns dos outros,
e percebemos o quanto é necessário,
a harmonização de tudo e de todos,
em torno da ciência da unidade.

Amadurecendo,
aumentando
o nível da consciência pessoal e social
sentimos um gostoso desejo
de amar um pouco mais a humanidade,
buscando novas maneiras
de nos sentir parte deste mundo,
tão familiar,
e contribuir,
de forma pacífica,
para a unidade envolvente. 

Ideais de grandeza,
movem as pessoas conscientes,
não de divisão,
e provocação,
mas de complemento,
harmonizando-nos,
enriquecendo-nos
valorizando-nos,
reconhecendo-nos,
estimulando-nos
uns aos outros.



Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 15/06/2019

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