Tenho
um amigo ateu, o Timóteo,
ateu
sincero, que me desafia
constantemente.
Ele
diz que quer acreditar,
mas
não consegue.
Então
procuro partir
de
onde ele está
e
digo-lhe que o caminho da fé
não
dispensa o uso da razão,
mas
vai além.
A
sinceridade dele
está
no “ir além”.
E
esse ir além
é
o que se chama
de
dinâmica da fé.
A
razão é uma capacidade
que,
para trabalhar
usa
diversas ferramentas,
como
os argumentos,
as
teorias, as comparações,
as
deduções, as hipóteses
e
as conclusões.
O
Deus em quem acredito
é
invisível. Não o vejo.
Não
o sinto.
É
invisível, mas criou cada
ser
humano com a imagem Dele
e
com a semelhança com Ele.
Ele é racional, cientista e sábio.
Ele, ao nos criar, à sua semelhança,
deu-nos a razão, a ciência e a sabedoria.
Se
começarmos por aqui
podemos
ir conhecendo
um
pouco mais sobre Ele,
partindo
do conhecimento
que
temos de nós mesmos.
Nos
deu canais,
caminhos
ou vias
para
conhece-Lo.
Para
conhecê-Lo,
existem
duas vias:
A
via da negação
e
a via positiva.
Vamos
tentar conhecer nosso Deus
por
estas duas vias.
Nós
conhecemos as pessoas boas,
e
sabemos quando algo é bom.
Essa
seria a Via Positiva.
Existem
muitas pessoas
más
e violentas.
Por
aqui refletimos
sobre
a via negativa.
Deus
não é ruim.
Deus
não é mau.
Deus
não é violento.
A
Via Positiva
é
uma Pessoa Divina,
que
ensina:
“Aprendei
de mim,
que
sou manso e humilde.”
Mateus
11,29.
“O
Deus Criador, Pessoa Divina,
depois
de ter criado todas as coisas,
viu
que tudo era muito bom.”
Gênesis
1,31
Agora,
pegue as ferramentas racionais
e
olhe atentamente, medite, compare,
avalie
e tire as conclusões.
E,
finalmente, com humildade,
diga
assim: Eu creio Senhor,
mas
aumentai a minha pouca fé.
Não se vê o Sol,
mas pelos seus raios
deduzimos a sua existência.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Criado
e publicado no BLOG
e
no FACE em 07/09/2024

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