Estamos
constantemente envolvidos
com
a vida,
com
o movimento, agitação,
correrias,
trabalho, entusiasmo,
jogos,
danças, festas, conversas animadas.
Raramente
estamos diante da morte,
da
falta de movimento,
falta
de alegrias,
solidão,
isolamento,
momentos
de melancolia
e
tristezas.
Sabemos
viver muito bem
quando
todas as coisas
estão
dentro da normalidade.
Então,
normal
é
o movimento e a vida,
expressões
de alegria e jovialidade.
Anormal
são
todas os pensamentos
apatia
e indiferença,
atitudes
de frieza,
falta
de movimento,
enfim,
tudo aquilo
que
representa a morte,
a
passividade.
O
sofrimento e a morte
fazem
parte da vida,
também.
Mas,
a morte,
não
tem mais,
a
última palavra.
A
morte,
como
conceito,
também
morre.
A
morte,
como
realidade visível,
acontece
todos os dias.
Mas
a morte,
como
realidade invisível,
foi
vencida.
O
problema da morte,
foi
definitivamente
resolvido.
Esta
é a grande notícia
do
Cristianismo,
inaugurado
pelo
Jesus Cristo.
Quem
crê,
ainda
que esteja morto,
viverá.
Disse o Jesus.
Então,
o desafio para nós,
é
como conseguir ter fé nessa verdade,
que
o problema da morte foi resolvido.
Se
o problema da morte
está
resolvido,
nasce
outro problema,
também
difícil, para nós,
o
problema da fé.
Mas
a fé é um assunto
para
os próximos temas.
Estão falando de um
profeta
que resolveu o
problema da morte.
Ele viveu,
morreu, mas continua a
viver,
lá numa cidadezinha
chamada Belém,
perto de Jerusalém.
A notícia se espalhou
pelos quatro cantos do
Universo.
Belém passou a ser a
cidade
mais famosa, mais falada,
e a mais populosa do mundo.
Para lá se mudaram
todos aqueles que já
se encontravam
com muitos anos de
vida,
mas também estão indo
para lá,
gente de todos os
povos,
de todas as idades,
e de todas as religiões.
Afinal, o maior
problema da humanidade
tinha sido resolvido
por um ...
por um Alguém,
demasiadamente
simples
mas suficientemente poderoso
para derrotar
o maior de todos os
inimigos
de todos os tempos.
Mas Ele era ao mesmo
tempo,
muito humilde.
Sua humildade
era de tal qualidade,
que o transformava
em um revolucionário,
pela maneira como tratava
todas as criaturas,
principalmente os
pobres,
os excluídos,
mas também os ricos,
apesar de
incomodados,
se surpreendiam
com o que Ele falava,
pois também para
eles,
uma porta se abria.
Antes de morrer,
ensinava,
pelas palavras,
e pelo seu modo de
ser,
como é que se vive
para que não se
morra,
definitivamente.
E, durante as suas
andanças,
pelos caminhos,
ressuscitou alguns
mortos,
um rapaz, filho de
uma viúva,
e um dos amigos,
que se chamava Lázaro.
E o que é mais
assombroso,
aqueles que não
aceitavam
o peso, a novidade,
o tamanho das
verdades
ensinadas por Ele,
mataram-no.
Eles, o povo, a massa,
na maior das ignorâncias,
mataram aquele que
veio
para lhes dar de
presente,
a vida eterna.
Aquele que veio
trazer
a vida eterna,
aquele que com sua
própria morte
eliminou a morte,
foi crucificado,
morto na cruz.
O que Ele ensinou com
a vida,
os vivos não
assimilaram,
e mereciam ficar
entre os mortos.
Mas o poder dele é
tão grande,
que o perdão faz
parte do seu projeto,
e alcançou todas as
pessoas,
de todos os tempos,
passado,
presente
e futuro.
Esta é a boa notícia
dos Evangelhos,
da vida do Jesus
Cristo.
Ele veio
e resolveu o problema
da morte,
ensinando como viver
a vida,
e viver para sempre.
A morte morreu.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 08/06/2020

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