Lendo, leio-me.
Lendo-me,
aprendo
acompanhar
a
evolução.
Se
não leio,
estaciono
nas
ideias dos outros,
não
me confronto,
com o mundo,
e não me descubro,
e alieno-me de mim mesmo.
Discuto teorias virtuais,
e crio
conflitos
em
vez da paz
e
da unidade.
Estou lendo mais um livro.
O
livro trata do assunto chave
para
a solução de todos os problemas:
“Amar
é a única revolução”,
dos
autores Anselm Grun,
Gerald
Huther e Maik Hosang,
publicado
pela editora Nobilis.
Lendo-me,
tomo
consciência,
das limitações humanas,
e
decido empenhar-me,
sem
desprezar ninguém,
sem
preconceitos e exclusões,
a alistar-me nessa revolução.
Descubra
a
força transformadora
do
amor,
a
partir das ciências,
da
filosofia e da religião.
Descubra
no amor,
a
chave
para
perceber
que
as suas críticas
são
revoltas e gritos,
contra
o desamor.
Enquanto discutimos
ideologias,
que são virtuais,
nos esquecemos
das pessoas,
que são reais,
ricas ou pobres,
da direita ou da
esquerda,
e que sofrem
as consequências
dos preconceitos
e exclusões.
Quem são elas?
São nossos irmãos e
irmãs.
É o próximo
ou o distante
a amar,
tanto quanto,
a si mesmo(a).
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 06/04/2019

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