O tempo é algo provocativo.
Provoca
nossa inteligência.
A inteligência,
se está ativa,
pergunta-se:
Por que
estou no tempo?
Se temos
inteligência,
é para
fazer perguntas.
Se temos inteligência,
é para
procurar respostas.
Se temos inteligência
e não praticamos
estas duas ações,
a inteligência
não está ativada.
Está
desligada.
Sem
função.
Sem o uso
da faculdade da inteligência
deixamos
de ser pessoas inteligentes
e passamos
a ser conduzidos
pela inteligência
dos outros.
Aí, sem inteligência,
apenas reagimos.
Reagimos
aos convites,
aos
entretenimentos externos.
Se não
fazemos perguntas
e nem
procuramos respostas,
estamos vivendo
no nível conhecido como inconsciente,
e por consequência,
inconsequentes.
A
inteligência sempre nos leva
a
posicionamentos e situações novas.
Se estamos
acomodados
e sem
questionamentos,
é sinal de que a rotina
já nos domesticou.
E a inteligência
deixou de exercer
a sua
função de curiosidade.
É a inteligência
que nos leva a perceber
que
estamos nesta terra, neste ambiente,
nesta
cultura, para evoluirmos.
E, como evoluir
sem se
perguntar
o que
estou fazendo com o tempo
que tenho
disponível
para fazer
perguntas
e procurar
respostas?
A pessoa inteligente
é aquela
que pergunta.
A pessoa
sábia
é aquela
que vai atrás das respostas.
Encontrando
respostas
aumentamos
o nosso cabedal
de conhecimentos,
encontramos aberturas,
deciframos
códigos e senhas
e
interpretamos milagres.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Criado e pub no blog
e no face em 01/03/2025.

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