Atualizando-nos
na linha da evolução,
mais do
que nunca,
convém a
todos nós, cristãos,
estudar e
entender um pouco, ou bastantão,
como as
leis da física quântica elevam,
promovem e
dignificam a energia do amor.
O amor é
visto pela ciência
como o elo
que unifica tudo o que foi criado.
A Física Quântica,
com suas
descobertas,
fortalecem
os princípios do Fraternismo Cósmico,
inaugurado
por São Francisco de Assis
ali pelos
anos de 1225.
São
Francisco de Assis,
em um
momento
de elevado
estado espiritual e afetivo,
assim
rezava:
Louvados
sejas, meu senhor,
pela irmã
água, pelo irmão fogo,
pela irmã
lua, pelo irmão sol,
pelo irmão
lobo, pela irmã morte.
Ele via
todas as criaturas
como
irmãos ou irmãs porque,
originadas
de uma mesma fonte,
o Pai
bondoso, o Criador do Universo,
o
Cientista por excelência,
que tudo
criou por amor
e para
serem amados ou amadas.
A física
quântica, sintetiza,
preconiza,
que tudo está interligado.
Nós, ou
cada de nós com os outros (vivos ou mortos);
nós com a
natureza, com os rios, florestas e mares;
nós e o
universo, finito e infinito;
nós com as
estrelas e galáxias.
Essa
ligação, essa energia,
essa força
invisível, é o amor.
Só pode
ser o amor,
o código,
a senha, o ingrediente,
com a qual
o Deus Criador tudo criou.
Pela
energia do amor
podemos
estar mais intimamente ligados
ou
interligados com aquilo
ou com aquelas
pessoas
que
amamos.
Se o amor
é a energia primária, universal,
o amor
torna tudo presente,
as coisas
e pessoas do passado, do futuro,
trazendo
tudo para o momento atual.
Aquilo que
amamos
está
presente em nossa memória,
em nosso
coração, se o amor está ativo.
A dimensão
eterna sempre está presente.
A
eternidade
é o
momento presente
ligado à fonte
primordial,
a causa
primeira do existir.
Nós,
cristãos,
estamos
diante de uma imensa possibilidade
de encher
mais ainda nosso tanque de amor
e
aumentarmos nossa produtividade cristã,
estudando
o amor sob a perspectiva científica,
a partir
das ramificações da Física Quântica.
O amor deseja,
em sua
sede mais profunda
estar unido
ao objeto amado.
O amor, em
sua natureza,
é uma
força unitiva.
Veja por
exemplo,
como o
contrário, o ódio,
é uma
força separativa.
Quanto
mais o ser humano ama
ou pratica
o verbo amar
em todas
as suas manifestações,
do
pensamento ou das ações,
mais uno se
torna.
E, mais
uno, mais eficiente,
mais
forte, mais coerente,
mais
verdadeiro, mas divino,
e por
isso, mais perfeito.
O amor é a
força aglutinadora,
unificante,
na Terra.
O amor
produz a colaboração ativa,
o
intercâmbio da positividade
entre todos
os elementos da Terra.
“Não
resta aos homens uma alternativa,
a
não ser amarem-se mutuamente
como
membros inseparáveis
de
um mesmo sistema pensante,
transformado
em energia amorosa,
que
vai, lentamente, tomando conta,
de todos
os projetos e ações humanas”.
Pierre
Teilhard de Chardin
A energia
amorosa
é uma
energia divina da evolução.
O Amor,
visto hoje pela ciência,
é a nova
energia construtora do mundo.
“A
Terra adquire a consciência
de
que o Amor é a única garantia
de
preservação e segurança
da
humanidade”.
Pierre
Teilhard de Chardin.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com 41 98854 5166
Criado e publicado no BLOG e no FACE em 19/04/2026
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