Para levarmos adiante essa pesquisa e essa tese,
vou preciso da ajuda de um profissional graduado em Geografia,
o Sr. Rodolfo Alves Pena. Retirei este texto (1) abaixo, em itálico, do Google:
1 - A estrutura interna da Terra,
isto é, toda a composição do planeta formada pela superfície e tudo o que
abaixo dela se encontra, é formada por várias formas, temperaturas, aspectos e
composições químicas. Para um melhor entendimento sobre como está estruturado o
planeta, elaborou-se uma classificação que deu origem ao que hoje compreendemos
por camadas da Terra.
Ao todo, o planeta apresenta três
principais camadas e duas descontinuidades, que são as estruturas encontradas
entre uma camada e outra. Confira o esquema a seguir:
Esquema explicativo das camadas da
Terra
A primeira camada da Terra é
a Crosta terrestre. É a menor das estruturas do planeta, mas é a mais
importante para as atividades humanas. Ela é fundamentalmente composta por
rochas leves, tendo como minerais predominantes o silício, o alumínio e o
magnésio. Nas zonas continentais, apresenta uma variação de 20 a 70 km de
espessura, medidas que diminuem nas zonas oceânicas, onde a variação é de 5 a
15 km.
Abaixo da crosta terrestre encontra-se
a Descontinuidade de Mohorovicic ou simplesmente Moho. Nela, as
variações sísmicas costumam ser mais rápidas e mais fluidas em relação à sua
composição externa.
A segunda camada da Terra é
o Manto. Este apresenta profundidades que vão dos 30 km abaixo da
superfície até 2900 km, além de temperaturas internas que chegam a alcançar os
2.000ºC, o que propicia o derretimento das rochas, transformando-as em magma.
No manto interno, o material é mais líquido, haja vista que as temperaturas são
maiores; já no manto externo o material magmático é mais pastoso.
Logo abaixo do manto encontra-se outra
descontinuidade, a de Wiechert-Gutenberg, também conhecida somente
como descontinuidade de Gutenberg. Ela encontra-se totalmente em
estado líquido e apresenta temperaturas maiores que as do manto.
A terceira e última das camadas da
Terra é o Núcleo. Não se sabe exatamente qual é a sua composição, mas há
fortes indícios de que ele seja formado por uma liga de ferro e níquel, que
também deve envolver outro elemento químico ainda desconhecido. O núcleo
externo encontra-se no estado líquido e o núcleo interno é sólido em virtude da
influência da pressão interna do planeta sobre ele.
Atualmente, sabe-se que o núcleo
interno da Terra gira a uma velocidade maior do que o próprio movimento de
rotação do planeta. Isso porque, como o núcleo externo é líquido, o núcleo
interno fica imerso nessa verdadeira “câmara” de magma derretido, que o isola
das camadas restantes. O fato de ele girar em grandes velocidades indica que o
planeta também girava mais rápido em tempos remotos”.
2 - Uma vez apresentada a parte geográfica vamos
agora tentar comparar e desenvolver a tese dos níveis da consciência
humana.
Penso que para alcançarmos conhecimento
e convicções são necessárias
comparações.
Precisamos de comparações.
Precisamos de referências.
Precisamos de alguma forma diferente
para mostrar onde estão as
identificações
e as diferenças.
Situamos a consciência
na esfera da interioridade.
A consciência
é um atributo superior
na pessoa humana.
Podemos começar dizendo
que existem três níveis
da consciência no ser humano,
ou, em outras palavras,
cada pessoa humana
está ou pode ser encaixada
dentro de um dos três níveis.
Poderá estar simultaneamente
nos três níveis.
Poderá também estar estacionado
num determinado nível.
Poderá estar teimosamente estacionado
num nível ainda não suficientemente profundo.
Poderá também evoluir
de um nível para outro
até chegar lá, no terceiro nível.
Vamos tentar classificar as pessoas
dentro dos
níveis de consciência.
Como encaixar as pessoas neste nível?
Lembre-se: é uma tese.
Não
é um conceito científico,
exato, aprovado.
Por ser tese, é uma teoria.
Teorias
podem ser questionadas,
derrubadas, promovidas,
levadas a um grau maior
de
competência
e certezas, ou então,
simplesmente desprezadas ou esquecidas.
Esta teoria está apenas
engatinhando.
Poderá crescer ou morrer.
1º nível – Crosta terrestre - Nível da superfície.
A primeira camada da
Terra
é a Crosta Terrestre.
Vemos a Crosta Terrestre
e tudo o que está nela.
Neste primeiro nível
está a consciência natural
do ser humano, animal racional.
Uma consciência simples, natural, espontânea,
sem questionamentos, sem
perguntas,
pelas razões de cunho e origem filosófica,
científica
ou espiritual da vida.
Não vemos a consciência, por isso,
não vai ser fácil desenvolver com
facilidade
este caminho ou este processo.
Mas temos que tentar.
Neste patamar, admite-se ou não a consciência
como uma das capacidades especiais
do ser humano,
como indivíduo, como gênero humano.
Só isso.
2º nível – Nivel do Manto, ou nível de profundidade.
Não ainda um nível de bastante
ou suficiente profundidade
no qual encontre todas as
respostas,
principalmente as respostas definitivas.
Neste segundo nível
se admite a consciência
como pessoa consciente de
si, diretora de si,
dona do seu nariz, que planeja sua vida,
cria ideais e
consegue superar os obstáculos
que impedem a sua evolução.
Impõem-se já como pessoa humana,
consciente das suas capacidades físicas,
mentais, psicológica e espirituais.
Este nível diferencia-se
por ser um nível a mais
dentro de uma escala
de superfície e profundidade.
No primeiro nível
apenas há a concordância
de que o ser humano
é equipado com algo que chamamos
de consciência.
No segundo nível, “alguns graus a mais”
de profundidade, há a consciência
como algo diretor,
como entidade
que tem autoridade
para que o ser humano
sinta-se promovido para pessoa humana.
Pessoa humana
é aquele ser que tem consciência
dos direitos e deveres,
que respeita e tem a justiça
como regra de vida.
Respeita e por isso espera ser respeitado.
Obedece as regras da sociedade.
Percebe quando erra e quando acerta.
Admite correção.
Concorda com a sua própria fragilidade,
mas conhece suas potencialidades.
Já estaríamos bem se parássemos por aqui.
Mas há ainda o Núcleo,
o terceiro nível da consciência.
3º Nível – Nível do Núcleo.
É lá onde o fogo está sempre aceso.
Se nos contentássemos somente
com o segundo núcleo,
o mundo
externo e o mundo interno,
estaria incompleta as premissas da tese.
O caminho da evolução
pararia por aqui.
Por isso, temos que comparar
a consciência com as camadas da Terra
e temos que admitir
que a consciência
pode ter mais um nível.
Este terceiro nível
é aquele que possibilita
a abertura para o infinito
e para a imortalidade.
É onde vamos pisar agora,
como quem pisa em cima de ovos
ou quem caminha
sobre a lâmina afiada da faca.
Releia acima o que contém
o Núcleo da Terra.
Neste nível
podemos começar refletindo
sobre o que é líquido e o que é solido.
Uma pessoa que tem a consciência sólida
não admite argumentação.
Está carregada
de conceitos e preconceitos.
Apega-se ao mundo racional,
dos conceitos e preconceitos.
Fixa-se na forma,
naquilo que vê e no mundo da mente.
Uma pessoa que tem a consciência
em estado líquido
está em condições de dialogar
argumentar, compreender.
Não está apegado ao que sabe.
Sabe que sabe mas não sabe tudo.
Mantém-se semi aberta,
ainda tendo o pensamento
como referencial.
Uma pessoa que tem a consciência quente,
ativa, está viva, permanece viva,
mesmo que tenha setenta,
oitenta, noventa,
cem ou mais anos.
A consciência que está lá no Núcleo,
sobrevive e viverá para sempre.
Está além do nível mental,
das formas, dos conceitos e preconceitos.
É neste nível que a consciência
é promovida para o último
e mais perfeito grau:
já não há mais julgamento.
Há compreensão.
Há misericórdia.
É onde reside o Espírito,
o Espírito Santo, o fogo purificador,
finalizando o aperfeiçoamento
da pessoa humana,
promovendo-a para filho e herdeiro dos céus,
imortalizando aquele ou aquela
que não sabia nada disso.
Esta tese ainda está incompleta.
Haverá novos complementos.
Aguardo comentários e sugestões.
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Voltaremos ao assunto.
Atualizado em 26/03/2016.
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