sábado, 4 de outubro de 2014

157.- Francisco de Assis.





Hoje, dia 04 de outubro. Nesta data lembramos a morte do Francisco de Assis.

Quando lemos a biografia deste ser humano, ficamos pensando nos caminhos de busca que ele percorreu.

Buscando, encontrou.

Tenho lido também alguns cientistas escritores que pesquisam a física quântica.

Entre os dois, Francisco de Assis, e os cientistas quânticos, percebi que o Francisco de Assis percebeu na natureza, os traços biográficos do Deus Criador.

Nos cientistas quânticos, focados em analisar o mundo do muito pequeno, quase invisível, falta-lhes talvez, a dimensão da fé, complementar, e não conseguem dar o passo que o Francisco de Assis deu.

Lendo aqui e ali achei uma declaração de amor entre criaturas, do frei Neylor José Tonin, seguidor dos passos do Francisco.

Leia, curta, medite e veja até onde estas linhas podem te levar dentro deste mundo cósmico, pequena casinha onde estamos morando hoje.

Um dia, uma flor, grande e amarela, abriu suas pétalas perfumadas e disse para o sol:

“Inunda-me com teus raios, ilumina-me com tua luz, cativa-me com teu calor, abraça-me com tua força, ama-me com teu coração de fogo”.

E o sol, tão grande e humilde, respondeu, meio encabulado:

“Sei que não sou digno de tão grande ventura, mas, pelo que me pedes, amarte-ei por amor do amor somente, e serei teu, eternamente”.

A cada manhã, a mesma história se repete:

a flor se oferecendo ao sol e o sol se derramando sobre a flor.

Quando o sol não aparece, a flor se recolhe, mas fica à sua espera.

E quando o sol se levanta, ela, então, se ergue, se pinta de cores e abre-se em festa, num êxtase apaixonado de amor.

Autor: Frei Neylor José Tonin

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 13/05/2016.

 
 

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