Hoje, dia 04 de outubro. Nesta data lembramos
a morte do Francisco de Assis.
Quando lemos a biografia deste ser humano,
ficamos pensando nos caminhos de busca que ele percorreu.
Buscando, encontrou.
Tenho lido também alguns cientistas
escritores que pesquisam a física quântica.
Entre os dois, Francisco de Assis, e os
cientistas quânticos, percebi que o Francisco de Assis percebeu na natureza, os
traços biográficos do Deus Criador.
Nos cientistas quânticos, focados em analisar
o mundo do muito pequeno, quase invisível, falta-lhes talvez, a dimensão da fé,
complementar, e não conseguem dar o passo que o Francisco de Assis deu.
Lendo aqui e ali achei uma declaração de amor
entre criaturas, do frei Neylor José Tonin, seguidor dos passos do Francisco.
Leia, curta, medite e veja até onde estas
linhas podem te levar dentro deste mundo cósmico, pequena casinha onde estamos
morando hoje.
Um dia, uma flor, grande e amarela, abriu
suas pétalas perfumadas e disse para o sol:
“Inunda-me com teus
raios, ilumina-me com tua luz, cativa-me com teu calor, abraça-me com tua
força, ama-me com teu coração de fogo”.
E o sol, tão grande e humilde, respondeu,
meio encabulado:
“Sei que não sou
digno de tão grande ventura, mas, pelo que me pedes, amarte-ei por amor do amor
somente, e serei teu, eternamente”.
A cada manhã, a mesma história se repete:
a flor se oferecendo ao sol e o sol se
derramando sobre a flor.
Quando o sol não aparece, a flor se recolhe,
mas fica à sua espera.
E quando o sol se levanta, ela, então, se
ergue, se pinta de cores e abre-se em festa, num êxtase apaixonado de amor.
Autor: Frei
Neylor José Tonin
Eneas Paulo Budel
Bogucheski
Atualizado em 13/05/2016.
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