Tudo o
que aprendi até hoje
foi
importante,
serviu de
base.
No
momento presente
aparece
um novo patamar,
um nível
acima:
recomeçar
do hoje,
do agora,
a
formação da minha consciência.
Quem sou eu?
A resposta deve ser dada por mim,
a mim mesmo.
Respondendo para você que me lê,
digo ‘eu sou o que você vê’
e muito mais,
mais aquilo ‘que você não vê’.
Não
aceite ir a lugar nenhum;
não
aceite fazer nada;
não
aceite convite para viajar ou sair,
ir a um
encontro,
seja lá o
que for,
não
aceite nada
antes de
te conhecer profundamente.
Se existir alguma insatisfação em você,
você não se conhece ainda.
Se você não estiver em paz
com você mesmo(a),
você ainda não está pronta
para viajar ou andar por aí,
com a consciência “Eu Sou”.
Se você
não se conhece,
na sua
profundidade,
na
dimensão da sua consciência,
você
estará apenas projetando
ou
demonstrando muito
do que
você não é:
- estará
mostrando mais o seu ego,
seus
interesses, suas inclinações,
teu
exterior ...
A riqueza
da tua
personalidade
ainda não
floresceu.
Aquilo que de permanente
e eterno existe em você,
poucas pessoas,
pouquíssimas
consideram enquanto
estão na sua frente.
Pouquíssimas
pessoas
se auto
descobriram.
Pouquíssimas
pessoas
estão
despertas.
Pouquíssimas
pessoas
estão
realmente vivendo a vida.
As
pessoas mais ou menos desenvolvidas
não
precisam de palavras
para
dialogar com você.
Basta a
presença delas
na sua
frente
e você
sentirá,
perceberá,
muita
coisa invisível
relacionando,
interagindo
com a tua
frequência energética.
Após esta
introdução, o que vamos escrever neste texto e nos próximos está relacionada
com o Livro “Um
novo mundo: O despertar de uma nova consciência”, Eckhart Tolle. Editora
Sextante, 2007.
Quem
somos?
A pessoa
humana
é um
complexo de aptidões.
É unidade
composta
de campos diferentes,
distintos,
funcionamentos
diferentes.
Somos na
aparência,
na parte
biológica,
como os
animais.
Temos
muito da animalidade,
como os
instintos,
as
necessidades básicas da alimentação,
buscamos
tudo
o que
possa ajudar
na
manutenção da vida,
buscamos
a proteção de uma casa,
segurança,
convívio, agregação ...
Temos
também a parte psicológica,
afetiva,
sentimental.
Somos
também acoplados com o espírito,
alma ou
divindade.
Tudo isso
é vivido
dentro de
um maravilhoso
princípio
de UNIDADE.
Toda vez que a unidade
é comprometida,
há desequilíbrios e doenças.
A
experiência fundamental
que
sustenta a base da vida
e a
normalidade da pessoa,
é a
harmonia, a paz.
A paz
acontece quando a pessoa é una,
sente-se unificada.
O sentir-se una,
unificada,
significa estar presente a si mesma,
consciente.
Estar consciente
significa estar colocando
o facho de luz
naquilo que está acontecendo
comigo neste momento.
A pessoa humana é complexa.
Coexistem nesta complexidade,
quatro mundos,
quatro dimensões,
quatro níveis,
quatro percepções
ou quatro potencialidades:
os instintos,
os sentimentos,
os pensamentos
e a consciência.
Os três primeiros
são próprios da pessoa humana normal.
A consciência,
a vida consciente
é própria da pessoa humana
mais evoluída,
mais dona de si,
domina-se e administra-se
com autoridade
e competência.
Consideramos
na nossa personalidade, em nosso eu:
1 - OS INSTINTOS*
2 - OS SENTIMENTOS E EMOÇÕES*
3 - A MENTE, OS PENSAMENTOS*.
4 - A CONSCIÊNCIA ou o EU SOU.
Em todas
as vivências daquilo que está relacionado abaixo ou nos próximos textos, nas
experiências que fazemos com o nosso ego, está envolvida a mente e os
pensamentos.
Mas não
está aqui a última palavra ou aquilo que de mais especial existe no ser humano.
Quando
observarmos as experiências que fazemos com a consciência, a mente e os
pensamentos deixarão de exercer controle ou interferência.
Se até
aqui nós considerávamos a mente como o que de mais alto existia ... caiu por
terra. Não é mais.
Agora é a vez da consciência.
A evolução acontece.
Fim da primeira parte.
Prepare-se.
Iremos longe
e viajaremos
para
profundidades.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 13/05/2016.
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