terça-feira, 16 de setembro de 2014

150.- Eu. Conhecer-se a si mesmo, o original, não a cópia.


 

Conhece-te a ti mesmo

e conhecerás tudo,

pois que és

o resumo do universo.

 

Se não te conheces,

de nada te adiantará

conhecer qualquer outra coisa.

 

Conhece-te a ti mesmo

 e conhecerás o universo

e os deuses.

Sócrates.

 

Ele conhece todo o universo

e não se conhece a si mesmo.

Jean de La Fontaine.

 

Aquele que se conhece

é o único senhor de si próprio.

Pierre de Rosard

 

Quem não se conhece,

não se ama

e não sabe amar

os outros.

 

Conhecer-se a si mesmo

é o princípio da Sabedoria.

Sócrates

 

Quem se conhece pouco,

cai na rotina, na mesmice.

 

É de extrema importância

conhecer-se a si mesmo

para colocar as mãos

na direção do carro da própria vida. 

 

A insatisfação perante a vida

revela-nos uma verdade:

a verdade

de que não nos conhecemos

o suficiente para nos dar a autoridade

do comando consciência sobre nossa vida. 

 

Se desconhecermos

ou ignoramos que somos originais,

corremos o risco

de não sabermos tomar conta

da nossa própria vida. 

 

Conhecer-se a si mesmo

é o princípio da sabedoria.

 

Este foi o princípio de vida

ensinado pelo filósofo Sócrates. 

 

Quando o leme do barco da vida

 não está em nossas mãos,

não temos o meio essencial

para orientar

a minha própria vida

para os objetivos

que devem ser determinados

pelo conhecimento e força de vontade.

 

Afinal, sou eu o dono

da minha própria vida.

 

Não sou escravo.

 

Não estou sob o comando dos outros. 

 

O domínio de nós mesmos

equipa-nos para permanecermos firmes

mesmo diante das dificuldades. 

 

Agir de maneira artística

é gesticular, falar, andar,

sorrir e cantar, expressando alegria.

 

A alegria resplandece na face. 

 

Aparece o brilho no olhar. 

 

O sorriso se faz presente. 

 

A consequência deste jeitão legal de ser

é o talento original

que existe em cada um de nós,

manifestando-se. 

 

Aí está o personagem original

expressando-se. 

 

É com este personagem original,

ao nosso lado que queremos estar. 

 

É ele que nos faz bem,

em todos os campos

da nossa personalidade. 

 

É este personagem

que enriquece o mundo

e ensina a arte da educação

por meio do exemplo,

do testemunho

da raiz da personalidade

não contaminada. 

 

Vivos, revelamos nossa originalidade,

personalíssima, original,

autenticamente nossa. 

 

O nosso jeitão pessoal

de ser é como um objeto de arte

que merece ser admirado.

 

 

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 13/05/2016

eneaspb@gmail.com

Publicado no blog Heipo World

em 19/09/2014 e atualizado em 13/05/2016.



Leia outros textos:

http://heiposworld.blogspot.com.br

Nenhum comentário:

Postar um comentário