Conhece-te
a ti mesmo
e
conhecerás tudo,
pois que
és
o resumo
do universo.
Se não te
conheces,
de nada te
adiantará
conhecer
qualquer outra coisa.
Conhece-te
a ti mesmo
e conhecerás o universo
e os
deuses.
Sócrates.
Ele
conhece todo o universo
e não se
conhece a si mesmo.
Jean de La
Fontaine.
Aquele que
se conhece
é o único
senhor de si próprio.
Pierre de
Rosard
Quem não
se conhece,
não se ama
e não sabe
amar
os outros.
Conhecer-se
a si mesmo
é o
princípio da Sabedoria.
Sócrates
Quem se
conhece pouco,
cai na
rotina, na mesmice.
É de extrema importância
conhecer-se a si mesmo
para colocar as mãos
na direção do carro da própria vida.
A insatisfação perante a vida
revela-nos uma verdade:
a verdade
de que não nos conhecemos
o suficiente para nos dar a autoridade
do comando consciência sobre nossa vida.
Se desconhecermos
ou ignoramos que somos originais,
corremos o risco
de não sabermos tomar conta
da nossa própria vida.
Conhecer-se a si mesmo
é o princípio da sabedoria.
Este foi o princípio de vida
ensinado pelo filósofo Sócrates.
Quando o leme do barco da vida
não está em nossas mãos,
não temos o meio essencial
para orientar
a minha própria vida
para os objetivos
que devem ser determinados
pelo conhecimento e força de vontade.
Afinal, sou eu o dono
da minha própria vida.
Não sou escravo.
Não estou sob o comando dos outros.
O domínio de nós mesmos
equipa-nos para permanecermos firmes
mesmo diante das dificuldades.
Agir de maneira artística
é gesticular, falar, andar,
sorrir e cantar, expressando alegria.
A alegria resplandece na face.
Aparece o brilho no olhar.
O sorriso se faz presente.
A consequência deste jeitão legal de ser
é o talento original
que existe em cada um de nós,
manifestando-se.
Aí está o personagem original
expressando-se.
É com este personagem original,
ao nosso lado que queremos estar.
É ele que nos faz bem,
em todos os campos
da nossa personalidade.
É este personagem
que enriquece o mundo
e ensina a arte da educação
por meio do exemplo,
do testemunho
da raiz da personalidade
não contaminada.
Vivos, revelamos nossa originalidade,
personalíssima, original,
autenticamente nossa.
O nosso jeitão pessoal
de ser é como um objeto de arte
que merece ser admirado.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 13/05/2016
Publicado
no blog Heipo World
em
19/09/2014 e atualizado em 13/05/2016.
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