A velha ciência
divulgava uma teoria.
Da teoria propunham-se fórmulas,
equações matemáticas,
testes e experimentos,
comprovação, aprovação
e divulgação em livros
e redes de comunicação.
A partir daí
os laboratórios
e as industrias fabricavam
os objetos científicos
levando-os ao mercado de consumo.
Comprava quem
podia.
Quem não podia
comprar,
sabia que existia
ou existe um produto,
mas não pode
comprar
e morre
sem poder usar o
remédio
ou o produto
disponibilizado.
Hoje tudo é
comprado.
Não há nada disponível
gratuitamente ao ser humano.
Tudo está
organizado
de tal forma
que o dinheiro ou
a economia
é o centro
ao redor do qual
tudo gira.
Mas está
surgindo uma nova ciência, gratuita e disponível para todos.
Então vamos
começar dando as dicas para quem quiser fazer uso dela, lendo, assimilando e
percebendo o conteúdo de três palavras:
Órgão. Organismo.
Organização.
Órgão
dentro do campo da Anatomia e Fisiologia é parte do corpo que goza de certa
autonomia e desempenha uma ou mais funções especiais.
Organismo
dentro do campo da Anatomia e Fisiologia é o conjunto dos órgãos dos seres
vivos. É a constituição do corpo humano com todos os órgãos funcionando em
perfeita interdependência e harmonia
Organização
é o ato ou efeito de organizar; é o modo pelo qual um ser vivo é
organizado; modo pelo qual se organiza um sistema; associação ou instituição
com objetivos definidos, etc.
A partir
destes três termos isolados, perceba que o órgão sozinho não tem finalidade
isolada.
O órgão faz parte do organismo,
e o organismo faz parte da organização.
Isto é fazer
ciência: Unir, unificar, agregar elementos dispersos e ou diferentes.
Agora vamos a
outros modelos:
A descoberta das
vogais: A, E, I, O, U. Caso você associe uma ou mais vogais, vai acrescentando,
ampliando, aperfeiçoando a comunicação e a compreensão: ei, uai, é?
A descoberta das
consoantes B, C, D, F, G, H, J, K, L, M ... associadas, incorporadas, unidas às
vogais ampliaram a possibilidade da organização das palavras e a maiores facilidades
na comunicação e entendimento dos seres humanos.
Cada cultura, cada
nação criou a sua própria literatura, alfabeto ou língua, demonstrando a
criatividade e as infinitas possibilidades de combinação das letras. A partir
daqui criaram-se vários ramos científicos.
Com o passar do
tempo foram descobertos os números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 (zero) com os
quais iniciou-se as novas ciências da matemática e economia. Quantas
combinações nascem apenas destes 10 símbolos.
O que mais
revolucionou e apressou a chegada do futuro foi o grande volume de descobertas
a partir da elaboração da Tabela Periódica dos Elementos.
A combinação de
elementos isolados ganhava um nome síntese.
As diversas
sínteses, associadas, criaram novos elementos atômicos.
E daí nasceram as
inúmeras ciências disponíveis hoje, abrangendo todos os campos da atividade
humana.
E as notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, unidas e harmonizadas, que espetáculo produzem, que emoções despertam, obras primas da unificação e agregação de notas e sons diferentes.
O que está por trás de tudo?
– Um único
princípio: unir, unificar, agregar e combinar elementos isolados e diferentes.
Quantas ciências e
ramificações científicas temos disponíveis aos seres humanos nos dias de hoje?
Todas elas nasceram com a finalidade da unificação e agregação.
As antigas
ciências necessitavam de teorias, fórmulas matemáticas, testes e mais testes e
experiências para provar a teoria.
Era necessário
muito conhecimento acadêmico para entender tamanha complexidade explicada
através de símbolos, fórmulas, números e letras miúdas.
Apenas poucas
pessoas conseguiam assimilar tantas informações e conhecimento.
E agora, a nova
ciência.
Que ciência nova é
esta?
A nova ciência
é gratuita,
revelada,
descoberta,
mas camuflada
dentro dos textos do Heipo’s World.
Como toda
descoberta, é exigida muita pesquisa e perseverança na busca das soluções aos
limites e necessidades, aos problemas e carências do ser humano.
Como descobrir o
que está nos faltando ou o que é necessário aos seres humanos dos dias de hoje?
É revolucionária.
É mais do que
física quântica.
Mas é simples,
fácil de assimilar.
Tudo começou com
as primeiras revelações no Livro Bíblico do Gênesis: “A terra estava vazia e
vaga, as trevas cobriam o abismo, e o Espírito do Deus Criador pairava sobre as
águas”. Genesis 1,2.
O primeiro
princípio da nova ciência é o Espírito.
A partir dele é
que colocaremos a pedra fundamental, a base sobre a qual estaremos descobrindo
e construindo a nova ciência.
O espírito é,
hoje, a maior prova da unidade substancial do universo. (Os termos, as palavras
não conseguem exprimir as potencialidades e perfeição do espírito. Mas nossa
tarefa é tentar demonstrar algumas).
O espírito é
convergente.
Não é divergente.
Se queremos
ciência pura,
transcendente,
toda política
deve ser
convergente
para o ser humano,
para todos,
indistintamente.
No espírito
não há limitação
de nenhuma espécie,
não há barreiras
ou fronteiras,
pois onde habita o
espírito
aí a liberdade se
expressa
e a criatividade
produz
o que necessita.
O espírito
é a energia,
a possibilidade
disponibilizada
pelo Deus Criador
para que o caos
pudesse ser
colocado em ordem.
Com o Espírito,
a luz apareceu e
dissipou as trevas.
E fez-se o homem e
a mulher.
E o Espírito veio
habitar no ser humano.
E o Espírito
fez uma porção de
coisas,
e todas boas.
E surge o brilho nos olhos.
E nasce o sorriso inocente
na face das crianças.
E o bom humor
floresce na carne dos adultos.
E a alegria
povoa a face da terra.
E a bondade aparece,
mostrando-se nas praças.
Os músicos
harmonizam as notas dispersas.
Os dançarinos
transformam os passos comuns,
em arte.
A Inspiração do poeta
donde vem?
Vem do canto dos pássaros,
Vem do silencio das matas,
Vem das pinceladas nos céus,
feitas pelo Espírito
que tudo anima.
Não, a nova
ciência
não é somente
teoria.
Estamos
demonstrando
como é o Espírito
o motor
que move toda a
estrutura do Universo,
a energia
escondida
por trás das
inspirações dos cientistas,
dos profetas e
poetas.
O Espírito
está
disponibilizado
para todo ser
humano.
Os profetas de
hoje,
parece-me,
estão mais nos
músicos
e nos poetas,
sensibilizando
para os valores da
gratuidade,
da contemplação
mística da natureza,
dos direitos
humanos.
Enquanto
estivermos conservando a unidade da raça humana, prevalescendo o Espírito bom,
nos uniremos cada vez mais através do intercâmbio do conhecimento e das
descobertas, pois, seguindo o pensamento do Antropólogo Pierre Teilhard de
Chardin, ‘quanto maior o grau de unidade maior o grau de consciência. E
quanto maior concentração de unidade maior força’.
Temos ou somos uma
força: força pensante ou força espiritualizante ou força unificante,
convergente.
É nesta ciência do
Espírito que devemos investir todas as nossas forças.
Qualquer outro
caminho que se tome levará às desagradáveis consequências da divergência,
dispersão, e até mesmo à extinção da espécie humana.
É o homem o
responsável pela unificação de todas as forças dispersas, porque nele o
Espírito habita.
E o Espírito
almeja, de novo, voltar à sua unidade substancial com o Deus Pai e o Deus
Filho.
O Espírito
só está aqui na
terra
para a ajudar o
homem
a ultrapassar-se a
si mesmo
e recuperar
a sua verdadeira
Identidade,
Imagem e
Semelhança
com o nosso Deus e
Criador.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Eneaspb@gmail.com
Atualizado em 04/06/2016
Leia outros textos:
http://heiposworld.blogspot.com.br
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