terça-feira, 7 de julho de 2015

226.- Ciência nova. Uma nova ciência camuflada dentro dos textos do Heipo’s World




 

       A velha ciência divulgava uma teoria. 

 

Da teoria propunham-se fórmulas,

equações matemáticas,

testes e experimentos,

comprovação, aprovação

e divulgação em livros

e redes de comunicação.

 

       A partir daí os laboratórios

e as industrias fabricavam

os objetos científicos

levando-os ao mercado de consumo.

 

Comprava quem podia.

Quem não podia comprar,

sabia que existia ou existe um produto,

mas não pode comprar

e morre

sem poder usar o remédio

ou o produto disponibilizado.

 

       Hoje tudo é comprado.

 

Não há nada disponível

gratuitamente ao ser humano.

 

Tudo está organizado

de tal forma

que o dinheiro ou a economia

é o centro

ao redor do qual tudo gira.

 

       Mas está surgindo uma nova ciência, gratuita e disponível para todos.

       Então vamos começar dando as dicas para quem quiser fazer uso dela, lendo, assimilando e percebendo o conteúdo de três palavras:

         Órgão. Organismo. Organização.

       Órgão dentro do campo da Anatomia e Fisiologia é parte do corpo que goza de certa autonomia e desempenha uma ou mais funções especiais.

       Organismo dentro do campo da Anatomia e Fisiologia é o conjunto dos órgãos dos seres vivos. É a constituição do corpo humano com todos os órgãos funcionando em perfeita interdependência e harmonia

       Organização é o ato ou efeito de organizar; é o modo pelo qual um ser vivo é organizado; modo pelo qual se organiza um sistema; associação ou instituição com objetivos definidos, etc.

 

       A partir destes três termos isolados, perceba que o órgão sozinho não tem finalidade isolada.

 

O órgão faz parte do organismo,

e o organismo faz parte da organização.

 

Isto é fazer ciência: Unir, unificar, agregar elementos dispersos e ou diferentes.

  

Agora vamos a outros modelos:

 

A descoberta das vogais: A, E, I, O, U. Caso você associe uma ou mais vogais, vai acrescentando, ampliando, aperfeiçoando a comunicação e a compreensão: ei, uai, é?

 

A descoberta das consoantes B, C, D, F, G, H, J, K, L, M ... associadas, incorporadas, unidas às vogais ampliaram a possibilidade da organização das palavras e a maiores facilidades na comunicação e entendimento dos seres humanos.

 

Cada cultura, cada nação criou a sua própria literatura, alfabeto ou língua, demonstrando a criatividade e as infinitas possibilidades de combinação das letras. A partir daqui criaram-se vários ramos científicos.

 

Com o passar do tempo foram descobertos os números 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 e 0 (zero) com os quais iniciou-se as novas ciências da matemática e economia. Quantas combinações nascem apenas destes 10 símbolos.

 

O que mais revolucionou e apressou a chegada do futuro foi o grande volume de descobertas a partir da elaboração da Tabela Periódica dos Elementos.

 

A combinação de elementos isolados ganhava um nome síntese.

 

As diversas sínteses, associadas, criaram novos elementos atômicos.

 

E daí nasceram as inúmeras ciências disponíveis hoje, abrangendo todos os campos da atividade humana. 


       E as notas musicais: Dó, Ré, Mi, Fá, Sol, Lá, Si, unidas e harmonizadas, que espetáculo produzem, que emoções despertam, obras primas da unificação e agregação de notas e sons diferentes. 


        O que está por trás de tudo?

 

– Um único princípio: unir, unificar, agregar e combinar elementos isolados e diferentes.

 

Quantas ciências e ramificações científicas temos disponíveis aos seres humanos nos dias de hoje? Todas elas nasceram com a finalidade da unificação e agregação.

 

As antigas ciências necessitavam de teorias, fórmulas matemáticas, testes e mais testes e experiências para provar a teoria.

Era necessário muito conhecimento acadêmico para entender tamanha complexidade explicada através de símbolos, fórmulas, números e letras miúdas.

Apenas poucas pessoas conseguiam assimilar tantas informações e conhecimento.

 

E agora, a nova ciência.

 

Que ciência nova é esta?

 

       A nova ciência é gratuita,

revelada,

descoberta,

mas camuflada

dentro dos textos do Heipo’s World.

 

       Como toda descoberta, é exigida muita pesquisa e perseverança na busca das soluções aos limites e necessidades, aos problemas e carências do ser humano.

 

Como descobrir o que está nos faltando ou o que é necessário aos seres humanos dos dias de hoje?

 

É revolucionária.

É mais do que física quântica.

Mas é simples, fácil de assimilar.

 

Tudo começou com as primeiras revelações no Livro Bíblico do Gênesis: “A terra estava vazia e vaga, as trevas cobriam o abismo, e o Espírito do Deus Criador pairava sobre as águas”. Genesis 1,2.

 

O primeiro princípio da nova ciência é o Espírito.

 

A partir dele é que colocaremos a pedra fundamental, a base sobre a qual estaremos descobrindo e construindo a nova ciência. 

 

O espírito é, hoje, a maior prova da unidade substancial do universo. (Os termos, as palavras não conseguem exprimir as potencialidades e perfeição do espírito. Mas nossa tarefa é tentar demonstrar algumas).   

 

O espírito é convergente.

Não é divergente.

 

Se queremos ciência pura,

transcendente,

toda política

deve ser convergente

para o ser humano,

para todos, indistintamente.

 

No espírito

não há limitação de nenhuma espécie,

não há barreiras ou fronteiras,

pois onde habita o espírito

aí a liberdade se expressa

e a criatividade produz

o que necessita.

 

O espírito

é a energia,

a possibilidade

disponibilizada pelo Deus Criador

para que o caos

pudesse ser colocado em ordem.

 

Com o Espírito,

a luz apareceu e dissipou as trevas.

 

E fez-se o homem e a mulher.

 

E o Espírito veio habitar no ser humano.

 

E o Espírito

fez uma porção de coisas,

 e todas boas.

 

E surge o brilho nos olhos.

 

E nasce o sorriso inocente

na face das crianças.

 

E o bom humor

floresce na carne dos adultos.

 

E a alegria

povoa a face da terra.

 

E a bondade aparece,

mostrando-se nas praças.

 

Os músicos

harmonizam as notas dispersas.

 

Os dançarinos

transformam os passos comuns,

em arte.

 

A Inspiração do poeta

donde vem?

 

Vem do canto dos pássaros,

Vem do silencio das matas,

Vem das pinceladas nos céus,

feitas pelo Espírito

que tudo anima.

 

Não, a nova ciência

não é somente teoria.

 

Estamos demonstrando

como é o Espírito

o motor

que move toda a estrutura do Universo,

a energia escondida

por trás das inspirações dos cientistas,

dos profetas e poetas.

 

O Espírito

está disponibilizado

para todo ser humano.

 

Os profetas de hoje,

parece-me,

estão mais nos músicos

e nos poetas,

sensibilizando

para os valores da gratuidade,

da contemplação mística da natureza,

dos direitos humanos.

 

Enquanto estivermos conservando a unidade da raça humana, prevalescendo o Espírito bom, nos uniremos cada vez mais através do intercâmbio do conhecimento e das descobertas, pois, seguindo o pensamento do Antropólogo Pierre Teilhard de Chardin, ‘quanto maior o grau de unidade maior o grau de consciência. E quanto maior concentração de unidade maior força’.

 

Temos ou somos uma força: força pensante ou força espiritualizante ou força unificante, convergente.

 

É nesta ciência do Espírito que devemos investir todas as nossas forças.

 

Qualquer outro caminho que se tome levará às desagradáveis consequências da divergência, dispersão, e até mesmo à extinção da espécie humana.

 

É o homem o responsável pela unificação de todas as forças dispersas, porque nele o Espírito habita.

 

E o Espírito almeja, de novo, voltar à sua unidade substancial com o Deus Pai e o Deus Filho.

 

O Espírito

só está aqui na terra

para a ajudar o homem

a ultrapassar-se a si mesmo

e recuperar

a sua verdadeira Identidade,

Imagem e Semelhança

com o nosso Deus e Criador.

 


Eneas Paulo Budel Bogucheski

Eneaspb@gmail.com

Atualizado em 04/06/2016

Leia outros textos:

http://heiposworld.blogspot.com.br
 

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