A visão materialista do mundo
provoca em cada um de
nós,
o esvaziamento da
palavra valor
e de tudo aquilo que possui
valor.
As ciências materialistas
não se preocupam com
o íntimo,
com as motivações,
com os ideais,
com o espírito das
pessoas.
Semeiam a semente da
felicidade
misturadas com os
substantivos
do verbo ter.
E isto nos afeta,
reduzindo-nos
a consumidores,
engordando-nos
nas ilusões
da fartura e do
conforto.
Estamos prontos
para o abate.
E vivemos as
consequências,
como se este padrão
de vida
seja o ideal.
E o que vemos?
E como vivemos?
O que sentimos?
- Banalização da
vida.
- Esvaziamento dos ideais.
- Enfraquecimento
do sistema
imunológico,
estressando-nos,
enchendo-nos de
conflitos,
encurtando nossa
visão,
criando fronteiras,
dispensando
a dimensão
transcendental.
- A mídia insiste
nas notícias sobre
violência
aumentando nossos
sentimentos
de insegurança e
medo.
E nós acabamos
vivendo a vida
deste jeito,
como se fosse
natural.
Perdemos
o encantamento pela
vida.
Os jovens se formam
e não acham emprego
naquelas profissões
para as quais se
prepararam
e aceitam qualquer
tipo de serviço
para sobreviver.
Passam a trabalhar
sem ambições
e sem horizontes.
Ganham salário
suficiente para
manter-se.
Os sonhos desaparecem
e os pesadelos das
noites
insistem em continuar
nos dias ensolarados.
Não há mais
esperanças.
Não vemos mais nada
lá na frente.
Esta é a sociedade
que herdamos
da visão de mundo
fundamentada no
materialismo,
onde o Deus
e todas as regras
ou leis da moralidade
foram dispensados.
E agora
estamos tentando
consertar o mundo.
A primeira tarefa
na grande obra da
reconstrução
é mostrar que o Deus
Criador
faz parte da vida que
temos.
Se somos criaturas
Dele,
as parcerias,
as alianças
devem ser feitas com
Ele.
Envolvamo-nos na
construção
do reino que Ele
idealizou
para toda a
humanidade.
O filho Dele já teve
aqui
e mostrou como deve
ser feito.
Os períodos da
História
onde os governantes e
os cientistas
deixaram o Deus de
lado,
esvaziou-se,
desequilibrou-se,
perdeu-se.
Cada pessoa
tem a oportunidade de
avaliar
como está se
sentindo,
por iniciativa
própria
ou em consequência de
alguma
desventura no
caminho.
Se está se sentindo
vazio,
desencantado,
desesperançado,
é porque leu, assistiu,
consumiu ou bebeu produtos
criados pelos
pensadores,
escritores
cientistas
e empresários ateus,
perdidos e que
produzem perdas.
Mas existe uma enorme
porta aberta,
se você abrir, com a
sua própria chave.
Convém resgatar
a nossa originalidade
e voltar a dar valor
à própria
personalidade,
à minha vida,
ao “quem sou”.
O que nos sustenta
está dentro de nós.
Cada pessoa humana
é uma usina.
Temos força,
iniciativa,
racionalidade,
criatividade
e liberdade.
Quem sou?
Sou fruto do
ambiente.
Sou fruto da
mentalidade.
Sou fruto
da sociedade
na qual estou
envolvido.
Qual a leitura
que você faz do mundo
no qual você vive?
Se você teve a sorte
de ter recebido
um tipo de educação personalizante,
cujo conteúdo
contemplou as disciplinas
da formação do
caráter,
da educação da força
de vontade,
do respeito à
dignidade dos outros,
da importância da
busca da verdade,
da honra em manter-se
fiel
aos compromissos
assumidos,
da necessidade da
coerência
entre o que aprendeu
com o que pratica,
então você tem
o grau de consciência
que te permite
perceber quem és.
E acorda, porque se
percebe
quem és.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 19/12/2016
Atualizado
em 10/07/2024
Publicado
no Blog Heipo World
e
no Facebook em 19/12/2016
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