quinta-feira, 4 de abril de 2019

626.- Arte. Amor. Qual é o tempero?



Você
já se perguntou
sobre o que falta
para que a vida
esteja caminhando
dentro da normalidade?

Do jeito que está,
está bom?

Pode estar bom para você,
mas, está bom
para todos?

Na história da humanidade,
será que ninguém conseguiu
um tipo especial,
de comportamento,
de vida ideal?

Será que ainda
não foi apresentada
uma proposta,
legitimamente aceita por todos,
como,
“até que enfim,
temos uma solução”,
um padrão comportamental?

Em dez mil anos de experiência,
da histórica caminhada humana,
qual foi o denominador comum,
o ‘modus vivendi’ que elevou,
e dignificou a vida?

Por que as pessoas gostam 
da vida?

O que nos mantém amando 
a vida?

Existe diferença de sabor,
num prato bem temperado,
e numa comida,
quase sem nenhum tempero?

O que é que altera?

É o tempero?

Ou é a sensibilidade
degustativa?

Qual é a receita?

Colocar arte,
elevada dose de amor
em nossas atitudes,
brincando,
saltitando.


Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 04/04/2019

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