Há diferenças, entre o doce e o amargo?
- Sim,
muita diferença.
-
Principalmente no sabor.
- E mais
ainda na convivência.
O sabor doce
é gostoso
de engolir.
e até de
conservar no paladar por mais tempo.
O gosto do
doce
é suave e
agradável.
O amargo
amarga a
língua e o paladar,
e até
provoca reações de desgosto
e desejos,
que o gosto ruim passe logo.
A doçura
agrada,
sem nada
dizer.
ou agrada
muito,
quando se
manifesta.
A doçura
suaviza os
momentos de tensão.
No
comportamento,
o amargor,
o
mau-humor,
revela
ausência do bom espirito.
O amargor
fecha-se,
rumina
lamentações.
Acha
defeitos.
A doçura
revela
a presença
do Espírito Santo.
O espírito
doce compreende,
silencia,
reflete ... e reza.
O
comportamento amargo
traz
nuvens
sobre a
claridade do Sol.
As
atitudes do comportamento
recheados
de doçura
perfuma, clareia
e alegra
qualquer
ambiente.
A doçura
cria uma
atmosfera legal no ambiente.
O amargor
provoca
ondas
de
densidade negativa.
A doçura
força a
abertura do sorriso.
O amargor
franze a
testa tensa, fechada.
Você é o doce do meu dia.
Você não é o amargor na minha noite.
Mas ... às
vezes chove forte,
trovoadas,
relâmpagos, faíscas.
Mas ... lá
vamos nós,
açucarados,
provocar o
milagre
para que o
vento cesse,
os raios e
trovoadas desapareçam
e as ondas
do mar se acalmem.
Adocicados,
tomamos a
iniciativa
da doçura,
e perguntamos,
‘onde ou
como te feri?’
Olhos
molhados,
olhar
ainda murcho,
a
introspeção, a consciência,
começam a
se posicionar,
e os
motivos
aparecem
mentalmente,
não mais
no ego,
mas no
coração.
E o amargo
se
transforma lentamente em doçura.
A doçura
no diálogo
possui o
dom de criar o milagre
da tempestade
se dissolver na calmaria.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
criado em 24/02/2025.
Publicado no Blog e no FACE em 24/02/2025

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