Num dos livros que fazem parte
da coleção
Mundo do Heipo
foco as
pesquisas e reflexões sobre o Infinito.
Ao
apresentar uma prévia sobre o livro,
O
Infinito faz cócegas, preciso me coçar,
aventuro-me
numa dimensão ideal, o infinito,
correndo o
risco de parecer um ingênuo,
um
fugitivo do mundo real.
Mas, sou
realista.
Não sou demente.
Este livro
é uma demonstração
da minha
coragem e não da covardia.
Não é
ficção.
Ao ler-me
e interpretar-me,
sinto-me
muito à vontade
para
viajar para o desconhecido.
O infinito
é uma realidade,
que ainda
não se deixa abraçar pela ciência,
mas se
abre sim, para a imaginação
e para os
nossos mais nobres sonhos e ideais.
O
infinito, grande, aberto e nobre,
permite
que se escreva sobre ele,
como um
desconhecido simpático,
alguém que
se sente honrado
por ser
pesquisado e que se oferece
a quem
quer descobrir algo
sobre a
sua biografia.
Se nosso
futuro é residir no céu infinito,
e se
desejamos ser eternos,
qual
escola educa para a eternidade?
Infinito e
eternidade, neste livro,
se referem
à mesma realidade.
Nascemos,
crescemos,
frequentamos
escolas e aprendemos.
Recebemos
formação e educação
quase que
exclusivamente
para este
mundo, terreno, passageiro.
Sabemos que
as pessoas ensinam
o que são
e o que pensam.
Ensinam o
que aprenderam.
Frequentamos
escolas e universidades.
Somos
preparados para exercer alguma profissão,
somente
para esta vida, que passa muito rápido.
Vivemos
envolvidos
por uma
cultura predominantemente materialista,
materializada,
voltada para os sentidos,
para as
experiências práticas,
experimentos
que produzem certezas.
Sabemos
que os profissionais
do sistema
educacional, os professores,
pedagogos,
sociólogos, psicólogos,
escritores,
diretores e governantes
ensinam e
preparam somente para este mundo visível.
E nós,
alunos,
nos
tornamos frutos do que lemos,
estudamos,
ouvimos e conversamos.
E acabamos
pensando racionalmente.
É possível pensar espiritualmente,
como o possível pensar sobre o infinito.
Além da
astronomia e de algumas religiões,
não
existem outras formas e escolas
para motivar
os alunos
para
pesquisar o infinito
e a
eternidade.
Sentimos
que não
estamos satisfeitos e completos nesta terra,
por isso
fazemos a primeira pergunta
que é uma
provocação:
não
queremos todos,
ser
eternos,
viver
para sempre?
No
passado, os profetas alertavam
e
ensinavam que há outra vida
além dessa
que vivemos aqui.
Hoje não
existem mais profetas.
Felizmente,
os poetas assumiram essa função.
Alguns
poucos homens e mulheres,
como
águias, voaram alto,
a procura
de novos horizontes,
infinitos.
Há sim um
novo saber a conquistar.
Um saber
que educa para além das fronteiras,
para além
das classes sociais,
para um só
tipo de fraternidade,
universalizante
e eternizante.
Inquietos
e insatisfeitos com este mundo,
desejamos
adquirir, agora, em nossa maturidade,
um saber
que educa para além dos mares,
dos
continentes, das fronteiras,
além da
Terra e das estrelas.
Já que
somos todos irmãos,
aprendamos
a cultivar
a cultura
da fraternidade cósmica.
Há muitos
mundos lá fora,
esperando
o nosso abraço fraterno.
Vamos,
juntos, procurar uma saída,
para o
infinito.
Se você se
interessar por algo
além das
fronteiras do conhecimento racional,
terá de ir
por conta, teimar,
nadar
contra a correnteza,
sair da
órbita fechada deste mundinho
olhar mais
para fora, para cima, para os céus,
para o
infinito que provoca cócegas.
Deixe que
a cócega
comece a
acariciar
sua
sensibilidade infinita.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
41 98854
5166
Leia
outros textos no meu blog
https://heiposworld.blogspot.com/
e no
FACEBOOK https://www.facebook.com/eneaspaulo.bogucheski

Nenhum comentário:
Postar um comentário