A lei da fraternidade,
da doação de si,
do amor.
Não são teorias,
são respostas para as teimosias.
Somos feitos da
poeira do universo.
Todos os elementos
que fazem parte
deste mundo criado,
tudo e todos,
fomos feitos dos
mesmos elementos
físico-químicos.
Somos todos irmãos.
Irmãos e irmãs
de tudo o que existe.
Todos somos criaturas
originados do mesmo pó.
As ciências cada vez
mais
comprovam que as
profecias
se materializam, e
se tornam realidade.
As visões proféticas
foram as intuições,
de pessoas,
com almas
ativas,
sintonizadas
com a fonte
da sabedoria
e de todo bem.
A física quântica
através das divulgações
de suas descobertas
atuais,
confirmam
que o princípio motor,
que rege o universo,
é a lei da
fraternidade,
onde cada elemento
está a serviço
dos outros elementos,
e se complementam.
Tudo está a serviço
uns dos outros,
não importa em que
reino você esteja.
E, pelo que parece,
só falta nós,
os humanos,
aprendermos a ler
as lições da mãe
natureza
para aceitar
e mudar.
Resumindo tudo o que
existe na terra,
temos quatro reinos,
diferentes.
Mineral
Vegetal
Animal
Humano
E o Divino.
São diferentes, se
doam,
e se completam.
Existem quatro ou cinco
reinos
na natureza criada:
O primeiro reino,
o mineral,
escondido
no meio da terra.
O segundo reino,
o vegetal,
se alimenta dos elementos químicos
que fazem parte da terra.
O terceiro reino,
o animal,
já se levanta,
se alimenta
dos vegetais.
O quarto reino,
o humano,
alimentando-se
do reino vegetal e animal,
anda sob a terra, e alça
voos,
pensa, raciocina, cria,
e administra
todos os valores dos
reinos inferiores,
e ainda, pela
capacidade espiritual,
inaugura um novo
reino,
o quinto reino,
do espírito,
da sobrevivência,
da vida eterna.
O homem
fecha a pirâmide da
Terra
e abre uma nova pirâmide,
além das suas
próprias forças,
a pirâmide do reino
espiritual,
além da sua cabeça,
fora das fronteiras,
além dos horizontes
finitos da terra,
onde estão outros
seres, perfeitos,
os anjos
e a família
do Deus Criador.
Cada reino inferior,
se sacrifica, evolui,
se doa,
e se transforma
e continua vivendo
no reino superior.
Tudo e todos os
componentes
do reino mineral, por
exemplo,
deixam de existir,
como elementos
individuais,
e são assimilados
pelo reino vegetal,
e passam a viver
nele,
sem deixar de existir.
O Reino vegetal
se alimenta do reino
mineral.
Também o reino
vegetal,
se doa, se entrega,
se envolve, se eleva,
e torna-se alimento do
reino superior,
o reino animal.
O Reino vegetal e animal
tornam-se alimento para
o reino humano,
transformando-se em
energia vital.
A missão ou razão de
ser
dos reinos inferiores
é continuar vivendo,
mesmo morrendo,
sendo devorado,
mas transformando-se
em energia,
no reino superior.
Todos os reinos superiores
sobrevivem, graças à
morte,
a doação de si, dos
reinos inferiores.
E evoluem, morrendo, através
da morte.
Todos os reinos
inferiores
são por natureza,
carregados de energias
e transmitem ou doam
suas energias
para os humanos.
Os humanos estão
vivos,
graças aos reinos
inferiores
que nos sustentam com
energias,
assimiladas por nós.
E isso acontece de
forma tão natural,
e espontânea, sem
sofrimento nenhum,
e até com um
sentimento
de dever cumprido,
de tal forma que,
a consciência,
dos reinos inferiores,
é sentir-se útil,
ter uma finalidade
maior,
para os reinos
superiores,
e é ainda, a forma
como os elementos dos
reinos inferiores
continuam vivendo nos
reinos superiores,
com uma nova
natureza,
diferente, sublimada,
elevada, invisíveis,
evoluída,
como energias.
Essa visão é
necessária
para perceber
a lei da fraternidade,
que rege o mundo
em que vivemos.
Ignorando essa lei
corremos o risco de
impor-nos
uma mentalidade
orgulhosa,
pensando e nos
comportando,
como os reis da
criação,
deturpando nosso eu
real,
criando o ego,
irreal.
Chegamos até o pico
da pirâmide da
evolução,
graças ao serviço de
doação de si,
dos reinos
inferiores.
Somos sim,
bem servidos pelos
reinos inferiores,
mas que isso não nos
deixe orgulhosos,
mas agradecidos,
e aprendamos
a lição da fraternidade
para aplicá-la entre
nós.
Ser fraterno,
para os humanos
conscientes,
é ser amoroso, serviçal,
amigo, solidário.
E o ser humano
faz a sua melhor
experiência,
quando se doa aos outros,
encontrando o sentido
do seu viver,
ensinado
pela mãe
natureza.
Mais tarde,
um personagem
importante,
aperfeiçoou a lição,
mostrando, pela própria
vida
que ninguém tem mais
amor
do que aquele que dá
a sua vida
por alguéns.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 21/03/2020

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