sábado, 21 de março de 2020

719.- Lei da fraternidade cósmica. As leis que comandam nosso universo



A lei da fraternidade,
da doação de si,
do amor.

Não são teorias,
são respostas para as teimosias.

Somos feitos da poeira do universo.

Todos os elementos que fazem parte
deste mundo criado, tudo e todos,
fomos feitos dos mesmos elementos
físico-químicos.

Somos todos irmãos.

Irmãos e irmãs
de tudo o que existe.

Todos somos criaturas
originados do mesmo pó.

As ciências cada vez mais
comprovam que as profecias
se materializam, e
se tornam realidade.

As visões proféticas
foram as intuições,
de pessoas,
com almas
ativas,
sintonizadas
com a fonte
da sabedoria
e de todo bem.

A física quântica
através das divulgações
de suas descobertas atuais,
confirmam
que o princípio motor,
que rege o universo,
é a lei da fraternidade,
onde cada elemento está a serviço
dos outros elementos, e se complementam.

Tudo está a serviço uns dos outros,
não importa em que reino você esteja.

E, pelo que parece, só falta nós,
os humanos, aprendermos a ler
as lições da mãe natureza
para aceitar
e mudar.

Resumindo tudo o que existe na terra,
temos quatro reinos, diferentes.
Mineral
Vegetal
Animal
Humano

E o Divino.  

São diferentes, se doam,
e se completam.

Existem quatro ou cinco reinos
na natureza criada:

O primeiro reino,
o mineral,
escondido
no meio da terra.

O segundo reino,
o vegetal,
se alimenta dos elementos químicos
que fazem parte da terra.

O terceiro reino,
o animal,
já se levanta,
se alimenta
dos vegetais.

O quarto reino,
o humano,
alimentando-se
do reino vegetal e animal,
anda sob a terra, e alça voos,
pensa, raciocina, cria,
e administra
todos os valores dos reinos inferiores,
e ainda, pela capacidade espiritual,
inaugura um novo reino,
o quinto reino,
do espírito,
da sobrevivência,
da vida eterna.

O homem
fecha a pirâmide da Terra
e abre uma nova pirâmide,
além das suas próprias forças,
a pirâmide do reino espiritual,
além da sua cabeça, fora das fronteiras,
além dos horizontes finitos da terra,
onde estão outros seres, perfeitos,
os anjos
e a família
do Deus Criador.

Cada reino inferior,
se sacrifica, evolui,
se doa,
e se transforma
e continua vivendo
no reino superior.

Tudo e todos os componentes
do reino mineral, por exemplo,
deixam de existir,
como elementos individuais,
e são assimilados pelo reino vegetal,
e passam a viver nele,
sem deixar de existir.

O Reino vegetal
se alimenta do reino mineral.

Também o reino vegetal,
se doa, se entrega,
se envolve, se eleva,
e torna-se alimento do reino superior,
o reino animal.

O Reino vegetal e animal
tornam-se alimento para o reino humano,
transformando-se em energia vital.

A missão ou razão de ser
 dos reinos inferiores
é continuar vivendo,
mesmo morrendo,
sendo devorado,
mas transformando-se
em energia,
no reino superior.

Todos os reinos superiores
sobrevivem, graças à morte,
a doação de si, dos reinos inferiores.
E evoluem, morrendo, através da morte.

Todos os reinos inferiores
são por natureza,
carregados de energias
e transmitem ou doam
suas energias
para os humanos.

Os humanos estão vivos,
graças aos reinos inferiores
que nos sustentam com energias,
assimiladas por nós.

E isso acontece de forma tão natural,
e espontânea, sem sofrimento nenhum,
e até com um sentimento
de dever cumprido,
 de tal forma que,
 a consciência,
dos reinos inferiores,
é sentir-se útil,
ter uma finalidade maior,
para os reinos superiores,
e é ainda, a forma
como os elementos dos reinos inferiores
continuam vivendo nos reinos superiores,
com uma nova natureza,
diferente, sublimada,
elevada, invisíveis,
evoluída,  
como energias.

Essa visão é necessária
para perceber
a lei da fraternidade,
que rege o mundo
em que vivemos.

Ignorando essa lei
corremos o risco de impor-nos
uma mentalidade orgulhosa,
pensando e nos comportando,
como os reis da criação,
deturpando nosso eu real,
criando o ego, irreal.

Chegamos até o pico
da pirâmide da evolução,
graças ao serviço de doação de si,
dos reinos inferiores.

Somos sim,
bem servidos pelos reinos inferiores,
mas que isso não nos deixe orgulhosos,
mas agradecidos,
e aprendamos
a lição da fraternidade
para aplicá-la entre nós.

Ser fraterno,
para os humanos conscientes,
é ser amoroso, serviçal, amigo, solidário.

E o ser humano
faz a sua melhor experiência,
quando se doa aos outros,
encontrando o sentido
do seu viver,
ensinado
pela mãe
natureza.

Mais tarde,
um personagem importante,
aperfeiçoou a lição,
mostrando, pela própria vida
que ninguém tem mais amor
do que aquele que dá a sua vida
por alguéns.


Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 21/03/2020

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