No começo éramos perfeitos,
Unos
e saudáveis.
Convivíamos
com o Senhor da Vida Plena.
Se
Deus é Deus, tudo o que fez,
fez
bem-feito, pois é todo poderoso,
uno,
unificado, completo, inteligente, saudável.
Tudo
o que Ele fez, fez completo,
pleno,
perfeito, saudável.
O
Jesus Cristo disse:
“Vim
para que todos tenham vida,
e
vida em abundância”.
O
que aconteceu
que
fez com que os homens desconhecessem
este
potencial do Deus Criador,
estes
bens destinados às suas criaturas,
seus
filhos?
Foi
o orgulho que nos separou.
O
orgulho rompeu
nossa
ligação direta
com
o Deus Criador.
Fomos
crescendo e percebendo
que
conseguíamos viver
sem
a dependência divina.
Fomos
crescendo e percebendo
que
tínhamos muitas capacidades
que
nos identificavam com o Deus Pai.
Fomos
crescendo e percebendo
que
podemos ser autossuficientes,
e
que podemos viver por nossa própria conta,
recusando
a subordinação e obediência a Ele.
O
Criador arriscou
criar-nos
com o dom da liberdade.
E
agora, convencidos dos nossos poderes,
vivemos
como se fôssemos deusinhos.
Com
a capacidade racional
acoplado
ao orgulho
passamos
a viver por conta própria.
Esquecemos
que somos criaturas.
Este
é o nosso pecado.
Pecado
da autossuficiência,
da
desobediência,
da
cegueira,
do
não-reconhecimento,
da
não-submissão
ao
nosso Pai Criador.
Não
aceitar a subordinação
e
a obediência ao nosso Criador
é
o mesmo pecado
cometido
pelo anjo Lúcifer,
que
se tornou o príncipe dos demônios.
Ainda
somos limitados.
Experimentamos
sofrimentos,
os
limites das doenças e da morte.
Não
temos condições de viver
sem
depender
do
nosso Salvador
Jesus
Cristo.
Quem
nos livrará da morte?
E
quem é que nos dá
a
possibilidade
de
participarmos
da
natureza divina?
E
quem é capaz
de
nos dar de presente
a
vida eterna?
Nós,
criaturas,
não
temos os poderes
do
Criador.
Então,
reconhecemos o que é pecado.
Tudo
o que é pecado
provoca
confusão,
a
divisão,
a
desunião,
a
separação.
Pecado
então é querer viver como órfão,
separado,
sem o reconhecimento
da
Paternidade divina,
sem
esperanças na vida eterna.
Este
desequilíbrio,
esta
curta visão,
sim,
curta visão,
pelo
não reconhecimento
da
nossa condição humana.
Na
condição de pecadores
experimentamos
os desequilibrados,
e
as revoltas.
Revolta-nos
porque
temos pela frente
a
morte,
invencível
pelas
nossas próprias forças.
Gostaríamos
que nossos desejos,
nossos
sonhos, nossos ideais
também
fossem absolutos.
Mas
não são.
Nossos
poderes são relativos.
Relativos
a filhos.
Não
temos poderes do Pai.
Temos
poderes só de filhos.
Viver
sem pecados é viver como filhos Dele
e
irmãos uns dos outros, todos juntos,
ajudando
uns aos outros.
Ainda
somos dependentes Dele.
Dependemos
Dele,
da
sua sabedoria,
da
sua providência,
das
suas graças,
dos
seus dons,
do
seu amor,
do
seu infinito amor.
Todo
agir humano
supõe
mudanças,
e
projetos de conversão.
Sempre
temos algo a melhorar,
a
corrigir e a aperfeiçoar.
Com
relação à nossa saúde,
por
exemplo.
Existem
duas formas
de
cuidar da saúde.
Primeira.
Com
método tradicional humano,
tratando
das doenças,
com
remédios,
medicamentos,
tratamentos,
cirurgias,
orientações médicas ...
Segunda.
Com
o método divino, filial.
Reconhecendo
que somos
imagens
e semelhança com nosso Criador,
que
é perfeito, saudável, completo,
uno,
sábio, poderoso.
Reconhecendo
nossa origem,
nossa
imagem e semelhança
com
um Ser Perfeito. Pleno de Vida.
Por
aqui, a saúde
está
no conhecimento
e
na identificação
com
o modelo que nos formou.
O
Jesus Cristo
foi
o modelo
no
qual fomos criados,
pelo
seu Sangue lavados, redimidos,
curados
e projetados para sermos imortais.
Conhecer
e imitar o Jesus Cristo
é
conhecer o médico e o remédio natural
para
nossa saúde física e espiritual.
Foi
o Jesus Cristo que disse:
Vim
para que todos tenham vida,
e
vida em abundância.
É
com princípios superiores
que
se governam situações
e
condições inferiores.
É
com humildade
que
confessamos
nossa
dependência
e
filiação divina.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Criado
e publicado em 23/11/2023.
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