Quando olhamos para uma paisagem,
as cores, luzes e sombras,
as estrelas, o sol, o Céu,
emoções invadem
e preenchem nosso íntimo.
É um contexto, uma mistura
das coisas da Terra e muita arte no Céu.
O corpo
tem seus interesses nas coisas da Terra.
Nossa Alma,
porque tem asas,
volta seu olhar para o Céu.
Entre as linhas, abrem-se espaços,
e nas entrelinhas deciframos mensagens
sentidas em nosso íntimo.
Nas entrelinhas existe um escritor
e em nossa Alma, um tradutor.
Onde está o último horizonte,
o último porto, a última realidade?
Existe uma outra realidade,
maior, superior, mais completa, perfeita,
além dessa, na qual vivemos?
Se tem, essa vida que vivemos,
imperfeita, incompleta,
não é a definitiva.
Se nossas perguntas
não tiverem respostas definitivas,
aqui na Terra,
será o Céu a respondê-las?
Não encontramos realização total,
nem felicidade completa aqui na Terra,
por mais ricos que sejamos.
Nessa viagem experimentamos
momentos de alegria, festas,
danças, vitórias, sucessos,
mas sabemos que mais na frente,
experimentaremos também a ansiedade,
insegurança, angústias, doenças, velhice,
falência múltipla dos órgãos, e a morte.
Diante de tudo isso, brota a pergunta:
o que encontraremos lá na frente?
Qual é, definitivamente,
a última realidade?
Quem terá a última palavra,
definitiva?
É humana, terrena?
- É a Existência visível?
É divina, celestial?
- É a Essência, invisível?
As coisas da Terra
estão misturadas
com as coisas do Céu.
Para o estudo sobre o homem nesta terra
temos a Antropologia, a Sociologia, a Filosofia.
Para o estudo sobre o homem destinado aos Céus
temos a Teologia.
A Alma é uma semente divina
que quer brotar, crescer, desenvolver-se,
tornar-se árvore e subir até o Céu.
Se existe mais uma dimensão,
mais um degrau para evoluir,
mais uma realidade,
que não é essa na qual vivemos,
então, a sabedoria a ser conquistada
estará em montar toda uma estratégia de vida,
tendo por referência a última realidade, a última resposta.
Necessitamos de conhecimento
sobre o destino e sobre a essência do ser humano.
Somos um ser com
essência invisível,
numa existência visível.
A essência, invisível,
é aquela parte que está dentro de nós,
que dá vida à nossa vida externa.
A existência
acontece no mundo visível,
onde estamos, material, concreta,
com constante necessidades
de aperfeiçoamento,
permanente processo de evolução,
auxiliada pelas ciências.
Como essência,
somos originalmente puros,
perfeitos, no espírito que nos habita.
A essência
está encarnada, na natureza humana,
porém, carregamos junto, uma existência,
a maneira incompleta, misturada,
mesclada com luzes e sombras,
alegrias e tristezas.
A essência,
escondida, invisível, infinita,
tem saudades do Céu,
pois teve lá, sua origem.
A essência, espiritual,
invisível, tem elo, ligação,
sente falta, tem sede do Pai afetivo.
É a essência
que deveria ter a primazia,
o comando da nossa vida, por ser perfeita,
imaterial, unificada, por ser, já, eterna.
A essência
já é familiar
com o mundo invisível,
cultiva esperanças,
acredita na eternidade,
já conhece o Deus Eterno, provedor.
A existência materializada, nos segura na Terra.
A existência
tem apegos às coisas visíveis,
inclinações, que, como imã, atraem para a terra.
Na existência,
frágil, sentimos preguiça, cansaço, temores,
tendências à acomodação, resistências, dúvidas,
fraquezas e desequilíbrios.
Felizmente, o que nos mantém
firmes, acreditando na vida,
ajudando-nos na superação
das dúvidas e dos problemas,
é a nossa essência eterna.
Um Espírito Santo nos habita
na zona mais profunda
da nossa personalidade.
Esse é o nome da nossa Essência.
A realidade final, definitiva,
possui características
de permanência, de eternidade.
Aquele que desejo ser,
no mundo existencial,
já sou, na minha essência.
E a essência, é a Alma,
que é e se revela
em nossa existência.
O Céu é a realidade definitiva,
a última explicação, a última palavra
a última meta da evolução.
O que permanece e resiste,
durante ou depois dos temporais,
se não for a Alma, o que será?
O que permanece quando o tempo acaba,
quando tudo vai embora,
e só fica o infinito,
a morada da Alma?
É por estas razões
que nos colocamos a procura da Alma,
para conhecê-la, encontrá-la,
sondar a sua origem
e esperar dela as respostas definitivas.
Se é o Céu o nosso destino,
a Alma é a companhia certa.
Convém a nós, conviver com ela,
apaixonar-nos por ela, e permitir a ela
que nos reconduza à nossa essência
e ao nosso destino final, o Céu.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com
41 98854-5166
as estrelas, o sol, o Céu,
emoções invadem
e preenchem nosso íntimo.
É um contexto, uma mistura
das coisas da Terra e muita arte no Céu.
O corpo
tem seus interesses nas coisas da Terra.
Nossa Alma,
porque tem asas,
volta seu olhar para o Céu.
Entre as linhas, abrem-se espaços,
e nas entrelinhas deciframos mensagens
sentidas em nosso íntimo.
Nas entrelinhas existe um escritor
e em nossa Alma, um tradutor.
Onde está o último horizonte,
o último porto, a última realidade?
Existe uma outra realidade,
maior, superior, mais completa, perfeita,
além dessa, na qual vivemos?
Se tem, essa vida que vivemos,
imperfeita, incompleta,
não é a definitiva.
Se nossas perguntas
não tiverem respostas definitivas,
aqui na Terra,
será o Céu a respondê-las?
Não encontramos realização total,
nem felicidade completa aqui na Terra,
por mais ricos que sejamos.
Nessa viagem experimentamos
momentos de alegria, festas,
danças, vitórias, sucessos,
mas sabemos que mais na frente,
experimentaremos também a ansiedade,
insegurança, angústias, doenças, velhice,
falência múltipla dos órgãos, e a morte.
Diante de tudo isso, brota a pergunta:
o que encontraremos lá na frente?
Qual é, definitivamente,
a última realidade?
Quem terá a última palavra,
definitiva?
É humana, terrena?
- É a Existência visível?
É divina, celestial?
- É a Essência, invisível?
As coisas da Terra
estão misturadas
com as coisas do Céu.
Para o estudo sobre o homem nesta terra
temos a Antropologia, a Sociologia, a Filosofia.
Para o estudo sobre o homem destinado aos Céus
temos a Teologia.
A Alma é uma semente divina
que quer brotar, crescer, desenvolver-se,
tornar-se árvore e subir até o Céu.
Se existe mais uma dimensão,
mais um degrau para evoluir,
mais uma realidade,
que não é essa na qual vivemos,
então, a sabedoria a ser conquistada
estará em montar toda uma estratégia de vida,
tendo por referência a última realidade, a última resposta.
Necessitamos de conhecimento
sobre o destino e sobre a essência do ser humano.
Somos um ser com
essência invisível,
numa existência visível.
A essência, invisível,
é aquela parte que está dentro de nós,
que dá vida à nossa vida externa.
A existência
acontece no mundo visível,
onde estamos, material, concreta,
com constante necessidades
de aperfeiçoamento,
permanente processo de evolução,
auxiliada pelas ciências.
Como essência,
somos originalmente puros,
perfeitos, no espírito que nos habita.
A essência
está encarnada, na natureza humana,
porém, carregamos junto, uma existência,
a maneira incompleta, misturada,
mesclada com luzes e sombras,
alegrias e tristezas.
A essência,
escondida, invisível, infinita,
tem saudades do Céu,
pois teve lá, sua origem.
A essência, espiritual,
invisível, tem elo, ligação,
sente falta, tem sede do Pai afetivo.
É a essência
que deveria ter a primazia,
o comando da nossa vida, por ser perfeita,
imaterial, unificada, por ser, já, eterna.
A essência
já é familiar
com o mundo invisível,
cultiva esperanças,
acredita na eternidade,
já conhece o Deus Eterno, provedor.
A existência materializada, nos segura na Terra.
A existência
tem apegos às coisas visíveis,
inclinações, que, como imã, atraem para a terra.
Na existência,
frágil, sentimos preguiça, cansaço, temores,
tendências à acomodação, resistências, dúvidas,
fraquezas e desequilíbrios.
Felizmente, o que nos mantém
firmes, acreditando na vida,
ajudando-nos na superação
das dúvidas e dos problemas,
é a nossa essência eterna.
Um Espírito Santo nos habita
na zona mais profunda
da nossa personalidade.
Esse é o nome da nossa Essência.
A realidade final, definitiva,
possui características
de permanência, de eternidade.
Aquele que desejo ser,
no mundo existencial,
já sou, na minha essência.
E a essência, é a Alma,
que é e se revela
em nossa existência.
O Céu é a realidade definitiva,
a última explicação, a última palavra
a última meta da evolução.
O que permanece e resiste,
durante ou depois dos temporais,
se não for a Alma, o que será?
O que permanece quando o tempo acaba,
quando tudo vai embora,
e só fica o infinito,
a morada da Alma?
É por estas razões
que nos colocamos a procura da Alma,
para conhecê-la, encontrá-la,
sondar a sua origem
e esperar dela as respostas definitivas.
Se é o Céu o nosso destino,
a Alma é a companhia certa.
Convém a nós, conviver com ela,
apaixonar-nos por ela, e permitir a ela
que nos reconduza à nossa essência
e ao nosso destino final, o Céu.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com
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Para ler outros textos acesse meu blog
https://heiposworld.blogspot.com/

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