A esperança
talvez seja uma
chave divina
disponibilizada
aos humanos para adentrar,
vivo,
na esfera do eterno,
depois da porta da morte.
As chaves anteriores
não abriram todas as portas.
Há ainda uma chave
a ser disponibilizada
para aqueles que continuam procurando.
A esperança é,
por
enquanto,
a porta de
entrada
para o
infinito.
Parece, até o momento
que é prudente
e sábio,
aceitar a
chave que abre
a porta da
Esperança.
Parece ser
a última
alternativa,
a não ser que
achemos
que a chave
que abre a
porta da racionalidade
seja a última
chave científica
da evolução.
Se não tivermos nenhuma esperança
nas coisas
infinitas,
estaremos
definitivamente trancados
na finitude
da existência
humana.
Se há ainda
uma porta,
e existe chave
para esta porta,
a atitude
coerente
é dar mais
este passo,
abrir as
portas da esperança
nas promessas
que foram feitas
por alguém que
se apresentou
como Caminho,
Verdade e Vida.
Ainda temos uma alternativa:
Se é a
Esperança
a chave que
abrirá
a última porta,
a Esperança
também
se encontra no
campo racional,
como a última
alternativa
para que possa ser dignificada
e continuar a
trajetória
da
evolução.
A chave
que abre a
porta
para a Esperança
está sendo
apresentada
porque foram
feitas promessas.
Feitas por alguém
que teve a
autoridad
de se dizer
"Eu sou a
Verdade".
Se considerarmos
que as
promessas
são a razão de
ser
das
esperanças,
podemos manter
ativas
as forças da
racionalidade.
Ainda podemos sonhar
com respostas
definitivas
e criar as
condições
para que as
promessas
sejam
realizadas.
Como? Com fé.
Concluímos que necessitamos
de mais uma chave.
A chave da fé, nosso próximo texto.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 06/06/2016Leia outros textos:
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