Deus disse:
“Façamos
as mães”.
Depois
falou para as mães:
“Agora é
com vocês,
continuem a obra
que comecei”.
A
dignidade de cada mãe
está em
ser sócia
do projeto
Criador
do Céu e
da Terra.
A criação,
a morada do Céu,
é por
conta Dele.
A povoação
da Terra,
a
humanidade toda,
é por
conta das mamães.
Só por
isso já bastariam
todas as
homenagens a elas.
Mas tem
mais,
a vida que
cada filho tem,
recebeu
dela,
da mãe
obediente,
que segue
a ordem do Criador.
É grande a
autoestima de uma mãe:
gera um
corpo físico, e Deus, o Criador,
no corpo,
coloca seu espírito,
que nos
identifica como filhos,
feitos à Sua
Imagem e Semelhança.
Dia das
Mães, na verdade,
é dia dos
filhos também.
Dos filhos
que reconhecem e agradecem
este dom,
da sua mãe, de gerar.
Não só
gerar,
mas
acalentar, alimentar,
vestir, embalar,
fazer dormir,
sacrificar-se,
ficar acordada, velar,
amar ...
como só mãe sabe.
A mãe
carrega seu filho(a) no ventre,
durante nove
meses.
Carrega em
seu coração,
por toda a
vida.
Uma vez
mãe,
nunca mais
deixa de ser mãe.
Se o
destino de cada um de nós
é a
eternidade,
mães geram
para além deste mundo,
geram para
a eternidade.
Não é este
fato,
o mais
extraordinário dom
da maternidade?
Gerar para
que o ser gerado
viva e permaneça
para sempre?
Uma mãe,
qualquer mãe,
é um
sacramento do Céu.
Cuida do(a)
seu (sua) filho(a)
como Deus
cuida de cada um de nós.
Dá a vida,
ama, cuida, protege, alimenta,
e só carrega
expectativas boas
para o(a)
filho(a).
A mãe,
nossa mãe,
pelo
visto, bem-visto,
é um
presente do Céu para nós,
aqui na
Terra.
Quem teve
ou tem uma mãe carinhosa,
afetiva,
atenciosa, aconchegante, materna,
acredita
mais facilmente no Céu.
E põem em
dúvida
a existência
do inferno.
A minha, a
sua mãe,
não é a
mais bela obra,
o maior
presente que Deus te deu?
Não foi
ela que colocou
a semente
do amor em seu coração?
Não foi
ela que te ensinou
a arte da
bondade, da admiração,
do bom
relacionamento
com todas
as criaturas?
Não é isso
o essencial?
Que mais
uma mãe poderia fazer
para que cada
um se sentisse preparado
para enfrentar
a vida?
Onde
aprenderíamos a amar,
senão no
colo, no aconchego,
no carinho,
nas carícias
e nos
olhares amorosos
da mamãe?
A mãe,
pelo seu jeito de ser,
ensina as
manias, os meios,
os métodos
de humanização
para a boa
convivência aqui na Terra.
(Amanhã,
ou no próximo texto,
colocarei uma
coleção de pensamentos
de filósofos,
religiosos e poetas,
sobre a figura,
a presença real
da mãe e
suas influências na História).
As lições
da História
não se
compreenderia,
sem a
influência das mães.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com 41
98854 5166
Criado e
publicado no BLOG
e no FACE
em 10/05/2026.
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