sábado, 9 de maio de 2015

211.- Medo. O medo limita-nos

 


  
Você já percebeu
como o medo
 
interfere
na nossa vida,
prejudicando-nos,
mantendo-nos
nos níveis mais baixos,
de consumidores,
domesticados
e de super-homens
humilhados?
 

Este texto quer mostrar como cada situação ou cada decisão que tomamos é determinada por motivações do amor ou por pressões do medo.

O amor, as atitudes amorosas, libertam, possibilitam a evolução e expressões de liberdade, caminhando ou dançando, explorando ou lendo, escalando ou nadando, visitando, conversando ou partilhando experiências de vida.

Atitudes amorosas
geram a paz.

O medo, atitudes defensivas, paralisam-nos, estacionam-nos na condição de humanos fracassados. Não saímos, não aventuramos, não dialogamos, não nos comunicamos. E fechamos o mundo que estava aberto a tantas possibilidades.

Atitudes medrosas
geram conflitos
e a doença da paralisia,
nos adultos.

O ser humano é potencialmente ansioso para levantar voos nas alturas.

O ser humano é fraco e vulnerável pela influência de tudo aquilo que produz medo ou que é produzido pelo medo.

O que produz o medo são pensamentos, apenas pensamentos que criam fantasmas onde não existem.

Pensamentos criam imagens mentais.

Não entramos em casa abandonada, se disserem que lá dentro existem fantasmas. Antes de entrar na casa, já imaginamos os fantasmas e lá não entramos porque já criamos fantasmas na nossa mente. 

Assim é com tudo o que nos prejudica na escalada da liberdade.

Pior ainda, se já sofremos algum assalto ou assistimos todos os noticiários das más notícias. Tudo passa a ser ameaçador. 

O medo é a maior ou a única característica das pessoas egoístas, fechadas, sempre na defesa, apegados aos seus bens, com medo de perde-los ou de perder a própria vida.

Atitudes amorosas são características de pessoas criativas, livres de apegos, livres até de si mesmas, liberando-se para colaborar gratuitamente no projeto de promoção das pessoas humanas.

O medo fecha, acorrenta, aprisiona e estaciona as pessoas.

O medo é fabricado pelos sistemas de comunicação, pelos filmes, filmes de ‘ação’, de violência.
  
O medo é fabricado pela imposição dos poderosos em transmitir em tempo real, todas as tragédias, crimes e violências que acontecem no mundo.

Por que tanto exagero nas más notícias?
 
Para deixar-te inseguro
e fazer de ti um consumidor.

Se semeares atitudes amorosas, de partilha, de paz, não encontrarás produtos a serem vendidos e a falência do comercio consumidor estaria decretada.

Avalie o teu medo
e leia mais sobre o assunto.

Se temos medo do desconhecido, tragamos o medo para cima da mesa, e juntos analisemos as alternativas que temos para domá-lo e colocar esta força, esta potência do medo sob o nosso comando e sob as nossas ordens.

Sozinho, contra mim, o medo terá forças e me derrotará.

Em grupo, em equipe, o medo estará enjaulado.

Crie um grupo de estudos e diálogo, e compartilhe os temas do Heipo's World. Ele quer ser amigo, amigo libertador.

Eu sei, é difícil ... você tem medo de começar.

Enquanto permanecer o medo,
 
não haverá iniciativa.


Não havendo iniciativa,
 
o medo está te mantendo prisioneiro.


Só atitudes exigentes libertam.


Se não houver esforço,
 
não haverá vitória.

 
Eneas Paulo Budel Bogucheski

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166

Atualizado em 01/06/2016. 
 

Nenhum comentário:

Postar um comentário