sexta-feira, 27 de maio de 2016

294.- Grupo ou Equipe. Avaliando minha participação na equipe.





O grupo, qualquer grupo,
é um conjunto de pessoas.

Em quais grupos estou envolvido?

– Não há como não estar envolvido
em um grupo familiar,
a não ser que more sozinho.

Há também o grupo
de trabalho profissional,
o grupo recreativo,
grupo de estudos,
grupo paroquial,
grupo espontâneo ...

A sabedoria possui fontes,
como por exemplo,
o comportamento humano,
a convivência.

Existem sim,
outras fontes da sabedoria,
como por exemplo,
a observação da natureza e suas leis;
a educação pelos livros,
viagens, cursos, religiosidade,
escolas, universidades ... 

Hoje vamos refletir, meditar e garimpar
grãos de sabedoria extraídos da vida em grupo,
da vida em equipe, vida familiar, do comportamento
dentro da vida comunitária e fraterna.


A primeira superação a ser feita
é a distinção entre grupo e equipe.

 
No grupo sou apenas um entre outros.
Sou um peso morto.
Não tenho nome,
nem identificação.
Sou um indivíduo.

Na equipe eu participo, contribuindo.


Qual o nome 
de cada um dos integrantes
deste time?

 
Eis o time:
Obediência,
submissão, confiança,
jogo aberto, pensar alto,
aplicação das técnicas de convivência, 
flexibilidade, disposição, liderança, 
propósitos comuns, metas claras, 
decisão, a colaboração,

o pensamento em vista do bem comum,
não mais o pensamento individualista;
e de novo, revisão e avaliação
da equipe.


Somos um time de ‘eus’.

Na equipe, pratico a autocensura
pelo discernimento, percebendo
como posso ser útil.

Comunico aquilo que acho saudável,
bom e justo.

Na equipe, são os presentes,
de corpo, alma e decisão,
que estão envolvidos.


Os ausentes
não estão contribuindo.
Não se fala nos ausentes.


A questão do foco
está aqui, agora,
na nossa frente.

Aqui, na equipe,
dou e peço ajuda.

Escuto, falo e participo.

Estamos em busca de soluções,
não dos erros.

Estamos procurando os remédios
e não coçando a ferida
com as unhas sujas.

Se é solução que buscamos,
não devemos ficar esperando
que a solução caia de paraquedas.

Se faço críticas,
que sejam construtivas.

Ninguém tem o direito de criticar
se não tiver pelo menos
uma sugestão a dar.

Dar atenção à preocupação
e ao problema do outro eu,
aqui presente.

Por princípio, todos querem acertar.

Então, na equipe,
todos esperam minha contribuição.

Minha contribuição inicial
é escutar, depois refletir,
avaliar critérios de verdade,
ética, moral e religiosa, dialogar
e decidir juntos, o melhor caminho
para a solução.

Sabemos que todos pensam diferente.
Este é o potencial donde
nascem as propostas de soluções.

Se todos pensassem da mesma forma,
seria difícil encontrar saídas.

Que minha participação seja alegre
e bem humorada.

Sem tensão
é mais fácil aparecer solução.

Ambiente bem humorado 
favorece a criatividade.

Convém que todos pensem assim: 
ser um peso leve
nas costas 
da minha equipe.

Estaremos atentos
para perseguirmos todos juntos,
a paz.

Estaremos sempre
em busca da unidade,
não da divisão.

Corrigir a dispersão.

Alertar para a divagação
e a falta de objetividade.

Ajudar a perceber
a importância do planejamento,
das etapas a serem definidas
e conquistadas.

Alertar para a concentração no foco,
com determinação.

Alertar para os sintomas de preguiça
e enrolação.

Não há tempo para ensaiar.

Todos estamos carregando
o piano nas costas. Não desafine. 

Estamos vivendo.
Estamos dentro do Ato.

Temos que demonstrar
que estamos prontos.

Desculpas não cabem agora.

As imperfeições
necessitam ser eliminadas.

Não deve faltar iniciativa pessoal
nem incentivo externo.

Por isso, deve fazer parte
o reconhecimento, os aplausos e elogios.

O que precisamos está aqui:
a unidade da equipe 
e o tempo para fazer acontecer.

Então, vamos vestir as roupas
do entusiasmo e do envolvimento.

Um ou dois ou a equipe toda,
aceita responsabilidades.

Estamos unidos.
Está é a razão da nossa vitória.

Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 27/05/2016
Atualizado em 03/04/2026. 

 

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