O grupo, qualquer
grupo,
é um conjunto de pessoas.
Em quais grupos estou
envolvido?
– Não há como não
estar envolvido
em um grupo familiar,
a não ser que more
sozinho.
Há também o grupo
de trabalho
profissional,
o grupo recreativo,
grupo de estudos,
grupo paroquial,
grupo espontâneo ...
A sabedoria possui
fontes,
como por exemplo,
o comportamento humano,
a convivência.
Existem sim,
outras fontes da
sabedoria,
como por exemplo,
a observação da
natureza e suas leis;
a educação pelos
livros,
viagens, cursos, religiosidade,
escolas, universidades ...
Hoje vamos refletir, meditar e garimpar
grãos de sabedoria extraídos da vida em
grupo,
da vida em equipe, vida familiar, do comportamento
dentro da vida
comunitária e fraterna.
A primeira superação
a ser feita
é a distinção entre
grupo e equipe.
No grupo sou apenas um entre
outros.
Sou um peso morto.
Não tenho nome,
nem identificação.
Sou um indivíduo.
Na equipe eu participo,
contribuindo.
Qual o nome
de cada um dos
integrantes
deste time?
Eis o time:
Obediência,
submissão, confiança,
jogo aberto, pensar
alto,
aplicação das
técnicas de convivência,
flexibilidade, disposição, liderança,
propósitos
comuns, metas claras,
decisão, a colaboração,
o pensamento em vista
do bem comum,
não mais o pensamento
individualista;
e de novo, revisão e avaliação
da equipe.
Somos um time de ‘eus’.
Na equipe, pratico a autocensura
pelo discernimento, percebendo
como posso ser útil.
Comunico aquilo que acho
saudável,
bom e justo.
Na equipe, são os
presentes,
de corpo, alma e
decisão,
que estão envolvidos.
Os ausentes
não estão
contribuindo.
Não se fala nos
ausentes.
A questão do foco
está aqui, agora,
na nossa frente.
Aqui, na equipe,
dou e peço ajuda.
Escuto, falo e
participo.
Estamos em busca de
soluções,
não dos erros.
Estamos procurando os
remédios
e não coçando a
ferida
com as unhas sujas.
Se é solução que
buscamos,
não devemos ficar
esperando
que a solução caia de
paraquedas.
Se faço críticas,
que sejam
construtivas.
Ninguém tem o direito
de criticar
se não tiver pelo
menos
uma sugestão a dar.
Dar atenção à preocupação
e ao problema do
outro eu,
aqui presente.
Por princípio, todos querem acertar.
Então, na equipe,
todos esperam minha contribuição.
Minha contribuição
inicial
é escutar, depois
refletir,
avaliar critérios de
verdade,
ética, moral e
religiosa, dialogar
e decidir juntos, o
melhor caminho
para a solução.
Sabemos que todos
pensam diferente.
Este é o potencial
donde
nascem as propostas de soluções.
Se todos pensassem da
mesma forma,
seria difícil
encontrar saídas.
Que minha
participação seja alegre
e bem humorada.
Sem tensão
é mais fácil aparecer
solução.
Ambiente bem humorado
favorece a criatividade.
Convém que todos pensem assim:
ser um peso
leve
nas costas
da minha
equipe.
Estaremos atentos
para perseguirmos
todos juntos,
a paz.
Estaremos sempre
em busca da unidade,
não da divisão.
Corrigir a dispersão.
Alertar para a
divagação
e a falta de
objetividade.
Ajudar a perceber
a importância do
planejamento,
das etapas a serem
definidas
e conquistadas.
Alertar para a concentração
no foco,
com determinação.
Alertar para os sintomas de
preguiça
e enrolação.
Não há tempo para
ensaiar.
Todos estamos
carregando
o piano nas costas. Não desafine.
Estamos vivendo.
Estamos dentro do
Ato.
Temos que demonstrar
que estamos prontos.
Desculpas não cabem
agora.
As imperfeições
necessitam ser
eliminadas.
Não deve faltar
iniciativa pessoal
nem incentivo
externo.
Por isso, deve fazer
parte
o reconhecimento, os aplausos e elogios.
O que precisamos está
aqui:
a unidade da equipe
e o tempo para fazer acontecer.
Então, vamos vestir
as roupas
do entusiasmo e do envolvimento.
Um ou dois ou a equipe toda,
aceita
responsabilidades.
Estamos unidos.
Está é a razão da
nossa vitória.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 27/05/2016
Atualizado em 03/04/2026.

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