Se há energia, tem que ferver,
tem que borbulhar, tem que esquentar,
entusiasmar e motivar
para amar mais.
A vida é movimento.
Se não há movimento,
não há dinamismo,
não há energia,
não há vida.
Há movimento.
Há dinamismo.
Há energia.
Há vida.
Estamos no campo dos vivos.
Tudo se mexe,
tudo está em movimento,
efeitos da energia.
Percebemos isso porque estamos vivos,
porque somos energia.
Energia é poder,
é calor,
é explosão.
Cada um de nós é uma usina,
uma fonte de energia
que se alimenta
de outras coisas
que também produzem energia.
Alimentos carregam nutrientes,
vitaminas, sais minerais e calorias
que produzem energia para o corpo.
Princípios educativos
e verdades teológicas,
filosóficas, psicológicas,
também produzem energia
motivacional e nos empurram
para a frente, para aventuras,
para viagens, para o desconhecido,
para aquilo que necessitamos e sonhamos.
Estamos dentro de um mundo
no qual existe um aquecedor,
ou uma força energética invisível,
que nos mantém vivos, ativos
e alegres e esperançosos.
Há um calor externo, e um calor interno.
Há um calor externo, na natureza,
que possibilita insetos, animais,
arvores crescendo, produzindo,
alimentando.
Tudo junto, vivendo,
expressando força e energia externa,
gerada internamente.
Há um calor externo.
Uma temperatura ideal
que nos mantém dispostos e ativos
aos movimentos, ao trabalho, às danças.
Há um calor interno
que mantém nosso sangue quente,
que mantém nossos órgãos internos funcionamento
e nosso cérebro raciocinando.
Tudo é vida.
É a energia, a força interna,
explodindo continuamente.
Força interna
dando vida ao mundo externo.
A força
e a energia são invisíveis.
O que é visível, é a manifestação,
a ação, os feitos que a energia produz.
Nada há de externo, visível,
que não tenha origem no interno,
invisível.
Em questão de valores,
o que é de natureza interna,
o que é invisível,
é o que possui maior valor,
pois que é fonte da energia.
Outros valores internos ,invisíveis
são a consciência, os pensamentos,
os sentimentos, as intenções,
a afetividade, o amor.
Não os vemos.
Vemos seus efeitos.
Na origem de tudo o que fazemos
está a energia, a força interna,
produzida pelo nosso sistema vital.
Onde há vida, há energia.
Onde há energia,
há possibilidades.
Se existe a capacidade de pensar,
existe a energia capaz de transformar
o pensamento em ideias e associações,
e essa operação
é capaz de provocar mudanças,
construir ferramentas,
equipamentos e construções.
Se aprendermos a conhecer,
administrar e unificar as energias,
seremos capazes de nos motivar
e decidir por ideais nobres,
e externamente, construir fraternidades,
cidades, hidrelétricas, escolas e hospitais.
Onde tudo está esparramado e disperso,
não há energia.
Energia
é o resultado de concentração,
de densidade, de união.
A união
revela que existe a força.
A força é energia concentrada,
direcionada, administrada
por cabeças avançadas
nos princípios da justiça,
do amor, da fraternidade.
Sim, dá para perceber
como a energia e a força
também são direcionadas
para a desunião, para a violência,
para a despersonalização e desumanização.
Acreditamos e nos empenhamos
para que a força do bem e da verdade
prevaleçam.
Então é hora de acordar, e perceber,
que a fonte da energia dos seres humanos
não está só no mundo físico.
O nosso corpo
alimenta-se dos nutrientes físicos.
A nossa alma, não.
A fonte da energia do nosso espírito
está na dimensão invisível e espiritual,
porém, nada de maior seria possível
sem a energia física, inicial.
A física quântica
nos diz que a energia invisível
é a força básica
que governa o mundo material.
A matéria, a própria matéria
se forma da energia.
O que ainda falta é ensinar as crianças
a aperfeiçoarem e especializarem-se
na canalização das energias juvenis
em projeto personalizantes
e imortalizantes.
O que ainda estamos aprendendo
é administrar a energia que produzimos,
investindo-a em empreendimentos
que nos imortalizem.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 11/05/2017
Publicado
no Blog Heipo World
e
no FACEBOOK em 11/05/2017.
Atualizado
em 03/03/2024.
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outros textos:
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Este texto já foi publicados aqui no blog
e recebeu o título de “Agora, o que mais queremos
é ler o invisível”, texto 243.

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