O Heipo foi até o Aeroporto
e pediu uma passagem para o infinito.
- Não tem, respondeu o vendedor.
Meu Paizinho disse que tem.
Acredito nele.
Vocês estão escondendo
a verdade.
Vou procurar
em outro lugar.
Finitos que somos,
ousar pesquisar o
infinito
é andar por um
caminho
desafiador e
provocante,
mas que acreditamos
resultará em coisas
boas
para nós todos.
Se é por aqui que
vamos,
temos de saber
que vamos nos
posicionar
diante de realidades
e valores
maiores do que nós
mesmos.
Aceitamos o desafio.
Não nos acovardamos
diante do mistério
ou diante de qualquer
grandeza.
Algo aqui dentro é
maior
do que qualquer
grandeza
aí de fora.
Antes que
despertássemos
do nosso mundinho
terráqueo,
já havia um desafio
vindo em nossa
direção,
provocando-nos
para partir para mais
longe,
deixando para tráz,
nossos pequenos
interesses
e ambições.
Não aceitamos mais
a tirania
das pressões
desconfortáveis,
limitados
por fronteiras
e limites
geográficos.
O infinito
faz cócegas no finito.
O infinito de fora
provoca o infinito de dentro.
desperta a
curiosidade.
Abre as portas
para esperanças
novas,
mundos novos e vida,
sem fim.
Não conseguimos parar
de pensar e imaginar
qual seja o tamanho
do universo.
Vemos este espaço
acima das nossas
cabeças
como o lugar onde
nosso Paizinho
está e administra
todo o universo.
Nos escritos Bíblicos
constam várias
passagens
que o Deus é o nosso
Pai,
e que Ele é o Criador
do Universo.
E nós acrescentamos
que Ele é o competente
e supremo Cientista.
Nós somos parte
da arte
que está exposta
no universo,
obras das mãos de
Alguém
que fez tudo bem
feito.
Nosso Deus é o nosso
Pai
e é o Criador do
universo.
Nosso Pai é
extraterrestre.
Nós, então, como
filhos Dele,
não somos daqui.
Somos também,
extraterrestres.
Mas o que estamos
fazendo aqui,
se aqui não é nosso
lugar,
nossa casa,
definitva?
Milhões de
pensamentos
passeiam no nosso
cérebro.
Parar para pensar
nestas afirmações
nos estremece.
Nossa pequenez
e nossas imperfeições
não conseguem
assimilar
e esgotar
a grandiosidade
de um ser perfeito
e infinito.
Não fomos feitos
pequenos,
impotentes e
incapazes.
Já sabemos que Ele é
nosso Pai
e que somos seus
herdeiros.
Já recebemos parte da
nossa herança,
criando-nos à sua
imagem e semelhança.
O resto da herança
teremos que (de) conquistar.
Sou o mais completo,
complexo e complicado
ser da criação.
Mas experimento
também
a força da limitação.
Mas esta limitação,
é apenas um detalhe,
um componente do todo.
Não é um obstáculo
intransponível.
Tenho ideais
mais altos e mais fortes
do que sou.
Tenho
sonhos infinitos
que querem alargar
os limites do que sei
e experimento.
Concentrar-me-ei,
portanto,
nas possibilidades.
Minha fragilidade
humana limita
o que de eterno há em mim.
O que há de finito em
mim,
serve de panela, de balde, de copo
para recepcionar o infinito.
Cabe? Cabe sim, vazando,
escapando, segurando as sobras
que satisfazem.
Quão pequeno sou,
quase incapaz,
mas teimoso e esperançoso,
tento fazer caber
dentro das minhas
limitações,
“o maior”, o imenso,
o infinito.
Há de caber o que não posso conter?
Se não couber todo, há de vazar.
Mais mérito há de ser assim,
do que manter vazio
um espaço criado
para recepcionar
o infinito.
Está para acontecer,
a
qualquer momento
se não me arrebento,
coisa grande vai acontecer.
Será que estamos à porta?
ou à beira, do fim?
Ou de um novo grande evento?
Um recomeço?
Vamos continuar.
Aqui, a ‘coisa’ vai acabar.
Lá, a ‘coisa’ está sempre
a começar.
Esta inquietação
atrai e convida,
se expõe
e se impõe.
É uma atração. Espera um sim.
Exige uma resposta.
Não há como resistir.
Não é algo trivial,
comum.
Não faz parte da rotina.
Escapa das nossas mãos e visões.
Nem consegue penetrar
na nossa imaginação.
Não vejo a mesma
ânsia
nos outros,
meus irmãos, meus iguais.
Será um dom ou uma teimosia?
Um desequilíbrio
da minha natureza?
Na grande síntese da
vida
apenas três realidades existem:
o mundo, o homem e o nosso Pai
Criador.
Destas três a que menos conhecemos
é o nosso próprio Pai
Criador.
O que sei e o que não
sei,
do Deus Uno e
Trino,
merece maior
investimento.
O mundo, já o conhecemos,
mesmo que superficialmente,
pois que somos barro da
terra.
O mundo esconde códigos e senhas
e estamos a decifrá-los.
Do homem temos um
razoável conhecimento
pela História e pela lida, no dia-a-dia.
Estamos continuamente, uns ao lado
dos outros.
E muitos de nós, causamos espanto
e surpresas.
Na natureza humana
surgem algumas interrogações.
E as definições
filosóficas e científicas
não esgotam a intimidade,
a alma das pessoas.
Há uma ansiedade
e uma profundidade infinita
na natureza humana
que só o infinito pode suavizar,
que só o infinito pode ‘encher’.
Do Deus Pai e do Deus
Filho
e do Deus Espírito Santo,
as fontes de pesquisas são infinitas.
E é por aqui que agora havemos de
pisar.
Esta parceria,
promover para aliança,
é a mais acertada tacada
do nosso último
empreendimento
na escalada da
pirâmide
da
perfeição.
Devemos desistir?
Mas por que deixar como está?
Na escuridão?
Ignorando a fonte da
Luz
que nos faz
enxergar
lá do outro
lado
e lá em cima?
Quero morar
onde mora
o
Infinito.
Algo em mim
impulsiona,
energiza e anima
a condição humana
em direção a algo mais,
além deste mundo,
além do que vejo,
sinto e percebo.
Algo condiciona e
impulsiona
meu frágil ser,
a
expressar-se
mais
do que posso.
Mas algo me anima
a querer e poder
mais do que sou.
Não ao não.
Mas, sim, ao sim.
Sinto
cócegas.
Preciso me coçar.
Numa hora eu quero
ser mais livre,
quero voar, mas não consigo,
não tenho asas.
Noutra hora,
quero transportar-me
para o alto da montanha,
sem dar os passos
por entre as
pedras.
Querendo ser mais
experimento as barreiras,
as cadeias,
as cordas,
as correntes,
as carências e,
as impotências,
e a
paralisia.
Eis que ainda sou
uma mistura de massas,
composta pela síntese mineral,
vegetal, animal e humana,
habitado por migalhas de
infinito.
Quero devolver-me ao
infinito
mesmo sendo massa
de cimento,
de pedra
ou de chumbo.
Estou na terra,
mas não sou terráqueo.
Se daqui eu fosse,
seria muito mais sossegado.
Mas tem coisa dentro de mim
que cutuca o bicho preguiça,
que desperta outro
bicho,
escondido,
atrás
desta frágil natureza,
projetada para novos horizontes, novos espaços,
novo jeito de ser,
ainda
desconhecido.
De repente,
de novo,
experimento-me,
curtindo,
uma expectativa
uma esperança,
ou uma ânsia,
uma saudade...
que me
parece não ser minha,
uma
sensação
de
que não sou daqui.
O finito, a finitude,
não me esgota, nem me
contenta,
não me preenche,
nem tem respostas
definitivas,
verdadeiras e
eternas.
Não me acostumo
com minhas limitações.
Meus limites
temporários
fazem-me esquecer
que sou humano,
limitado pelos dois pés.
E me fazem sentir
o que é ser já,
eterno, sem ser.
E aí o tempo passa
e eu não percebo
o tempo passar.
Será esta a sensação
de sentir,
que não sou daqui?
Eis que sou e estou
morando no tempo.
No Céu, fora do
tempo,
O meu e nosso Paizinho,
o Artista que nos criou,
o Perfeito, está sempre a chamar:
Vem.
Existe uma ânsia,
uma vontade
ou um sonho
que arde
dentro de cada um de nós,
pessoas humanas
e divinas
ao mesmo tempo.
O que há de humano em nós,
contenta-nos ou nos humilha.
O que há de divino em nós
se manifesta como sede
que não sacia nunca.
Sinto que sou
uma obra de arte,
inacabada,
aguardando
as últimas pinceladas,
e a assinatura eternizante.
Ansiamos e desejamos
continuar vivendo.
Estes pensamentos
e experiências
podem ser traduzidos
para
‘queremos morar no
infinito
e viver
para sempre’.
Não podemos ainda
avaliar nem experimentar
esta afirmação
na sua mais completa
definição e
alcance.
O que sabemos
é que estamos
acostumados
com a experiência de
desistirmos
diante dos limites.
Quando fazemos
a experiência dos nossos
limites,
experimentamos que
somos pequenos
e
imperfeitos,
e isso nos incomoda
e às vezes, nos
acomoda
e nos convencemos dessa
limitação.
Estas experiências
sugerem que aceitemos
essa situação
como algo normal
na nossa
dimensão humana,
deste tipo
de vida, passageira.
Por outro lado,
somos animais aperfeiçoados,
pois conseguimos
superar
nossa
animalidade
e desenvolver outras capacidades.
E, dentro deste humanismo
existem sementes espirituais
que nos promoveram
para filhos do Pai
Eterno,
com indícios de ‘algo mais’, permanente, para sempre.
Somos filhos do Criador,
por isso, estamos carregados
de talentos e forças
criativas.
Temos fé e esperança
nas promessas do nosso
Paizinho.
Esta verdade
carrega consequências,
a experiência de que
somos
mais do que seres
humanos.
Nosso modo de ser,
pensar e agir,
demonstra
que ultrapassamos
nossa
própria humanidade.
Se formos assim,
tão poderosos,
tão grandes,
esta grandeza
convém conhecer
e cultivar.
Como é bom
soltar as cordas
que nos aprisionam.
Como é bom experimentar
a liberdade
que este livro
tem demonstrado
existir
em nossa natureza
divina,
escondida
como semente
dentro desta casca humana.
Estamos carregados
de preconceitos e pensamentos
que limitam nosso
pensar
e, por
consequência,
nosso agir.
Temos dificuldades
em aceitar pensamentos
e literatura que são
elaboradas
ou rodados
fora do cenário
da terra.
Não estamos acostumados
com este estilo de comunicação
que parece nos afastar
da costumeira
realidade cultural
na qual estamos envolvidos.
Sentimos
dificuldades
em acreditar no
céu
e em tudo aquilo
que nos parece impossíveis
porque vivemos no mundo
ocidental,
marcadamente pragmático,
prático, racionalista e materializado.
Mas, já que chegamos até aqui,
não vamos
desistir
e vamos em frente,
bebendo conteúdos
que arrebentem nossos
preconceitos
e ampliem nossas
ambições
ao infinito.
Às vezes ficamos com
dúvidas
sobre nossa pátria final,
mas nos acalmamos
quando encontramos
na Carta do São Paulo
Apóstolo
aos Hebreus,
a afirmação de que
‘não temos aqui embaixo,
cidade
permanente,
mas
buscamos
a
que a de vir’. (43)
Epístola aos Hebreus,
13,14.
Gostaria de fazer
uma provocação,
afirmando,
que já moramos
dentro da eternidade,
e que por esta razão já somos,
de certa forma, imortais.
Esta tese
terá sustentação
se considerarmos
que o universo
é infinito.
Para que o universo
seja considerado infinito
temos de admitir a não existência
de paredes ou limites.
A partir desta afirmação
em que colocamos o infinito
como sinônimo de eternidade,
podemos concluir
que nós já moramos dentro dela.
Se for infinito,
não há como afirmar
que tenha paredes ou limites.
E se estamos dentro da Terra,
que é um elemento
dentro do universo infinito,
já somos eternos,
ou algo de nós,
já é eterno,
nossa alma,
ou nosso espírito.
Com toda certeza
podemos afirmar que,
se aceitarmos a definição
que o infinito absorve e engloba tudo,
não há como aceitar a hipótese
de que haja outro espaço material
fora dele.
Portanto, se é infinito,
estamos dentro da eternidade.
As categorias
de pensamento
sentem limitações,
mas estas dimensões,
de eternidade,
não têm começo,
nem fim.
Teve um começo,
deve ter um começo,
pelo menos na nossa cabeça.
Como racionais que somos,
precisamos admitir um começo.
O começo foi lá atrás,
muitos bilhões de anos atrás.
E começou
com um ente inteligente.
Não aceitar a existência
do Deus Criador
neste contexto
é admitir que o caos
foi organizado
por coincidências.
É mais fácil admitir
a existência do Deus Cientista
do que tentar entender
a ordem do universo
como sendo fruto
de uma coincidência não fatal,
mas benéfica.
Se o universo teve um início
e começou lá atrás
e se o universo é infinito,
a eternidade
passa a ser
uma única e mesma coisa
que o infinito,
e acabamos chegando
ao princípio metafísico da
unidade.
Poderíamos dizer
que o infinito
é o marido
e a eternidade é a esposa.
Uma e única realidade.
Sabemos que o planeta terra
é uma bolinha
dentro da Via Láctea.
Sabemos das dimensões da terra.
Aceitamos a existência da lua,
dos outros planetas,
do sol e das outras galáxias.
Admitimos a existência
das grandes distâncias
e da enormidade dos outros
planetas
e do sol.
Por comparação,
podemos imaginar
o tamanho da inteligência
e capacidade do ‘nosso’ Deus
Eterno,
Criador dos Céus e da Terra?
O infinito
não me atormenta
e não me amedronta,
pelo contrário,
me cativa.
Em cada leitura que faço,
quando me deparo
com esta palavra
‘infinito’,
sinto-me transportado
imediatamente
para um sentimento de
pequenez,
mas ao mesmo tempo,
de orgulho, dignidade
e esperança otimista.
Existe uma semente de
infinito
em cada um de nós.
Existe sim.
O sonho do Heipo
é que também você possa sentir
ou fazer essa experiência
de dilatar, esticar ao máximo
esta possibilidade.
No nosso dia-a-dia,
convivemos com
limites:
fazemos a experiência
da distância,
das fronteiras,
do longe.
Sentimo-nos cansados
quando demora para
chegarmos
a um destino de uma
longa viagem.
Incomoda-nos a
distância.
Por outro lado,
a distância nos dá
uma leve experiência
do que seria
infinitamente longe,
não chegar nunca a um
destino.
Não conseguimos
imaginar
todo o realismo desta
experiência.
Porém, o cansaço
é um personagem
ligado
a uma carga corporal,
física, concreta que é
o nosso corpo.
Dentro desta carcaça
realmente não há como
fazer
uma experiência
infinita,
pois que temos um
peso,
uma estrutura,
uma carga,
um volume concreto.
E nosso tanque de
combustível
também é pequeno.
E a nossa capacidade
para conter,
guardar ou arquivar
conteúdos
mais densos ou
espessos
que nossa massa,
também é
inimaginável.
No nosso dicionário e
vocabulário,
o termo impossível
é pouco pronunciado.
E até nos esquivamos
dele.
Do jeito que somos
não ultrapassamos a
geografia física.
Não teríamos
condições
de saber nem mesmo de
acreditar
que somos algo mais
do que nos vemos,
sentimos e
experimentamos.
Em tudo que fazemos
experimentamos
limites.
O nosso fazer e atuar
está centrado
nas experiências do
finito.
Sentimos e fazemos
experiências
essencialmente
finitas.
Mas, há algo em nós
que se familiariza
com o infinito.
Por que é que nos
sentimos atraídos
por esta palavra
ou por esta dimensão?
Qual é ou quais são
as experiências que
fazemos do infinito?
O que há, no infinito
que nos atrai?
Fazemos leituras de
temas
que se referem ao
macrocosmo.
A grandeza do
Universo,
na sua largueza
e profundidade sem
fim,
começa a
familiarizar-nos
com a ideia de
infinito.
Necessitamos de um primeiro contato
com esta realidade,
e, depois, certamente
ficarmos mais íntimos
dela.
Discute-se hoje,
no campo das
ciências,
a finitude ou
infinitude do universo.
A contagem da idade
do Universo
Estimada em 14
bilhões de anos,
já não nos comove
nem nos surpreende.
Já nos acostumamos
com notícias
extraordinárias.
Sabemos que existem
métodos científicos,
inquestionáveis,
para medir e pesar
o tempo e a idade da
vida.
Todos os elementos
simples
já foram decifrados.
A ciência moderna
procura hoje
descobrir
e aplicar as
potencialidades
na agregação de
elementos.
Agregar valores
é a origem
de novas sínteses
e de novas
descobertas.
É por isso que
queremos agregar
a nossa finitude, com
o infinito.
A vasta literatura
sobre o espírito
e a espiritualidade
é outro grande fator
de sucesso
da humanidade.
Quase esgotamos
o estudo da matéria
ou dos elementos subordinados
à lei da gravidade e
do espaço.
Peso, tamanho,
dimensões,
já estão sob o
controle
dos filhos do
Criador.
A pesquisa sobre o
espírito
e sobre a sua bagagem
imaterial e infinita
está apenas
começando.
As potencialidades
não visíveis
que existem no ser humano,
como a liberdade,
a imaterialidade do
pensamento,
a mágica da
música,
a energia dos sonhos,
despertam em cada um
de nós,
sonhos e esperanças
cada vez
maiores.
A nossa racionalidade
consegue penetrar
dentro desta dimensão
que não nos é alimento
no dia-a-dia,
contudo,
não nos é totalmente
desconhecida.
Conhecer é uma forma
de amar,
de encantar-se, de
admirar.
O conhecimento
nos aproxima
e encurta distâncias
infinitas.
Conhecer reduz o medo
e a ansiedade.
Conhecer
produz libertação do
medo,
do desconhecido e
ignorado.
O simples falar
sobre esta literatura
já nos afasta
de uma total
ignorância
sobre o tema.
Buscar e
familiarizar-se
sobre este tema
é dar direção
para o nosso próprio
futuro.
Não convém
desprezá-lo
ou desconhecê-lo,
se é para lá que
vamos.
Para onde vamos?
Vamos para o futuro.
Não viajamos
para o passado.
Se for para o futuro
que a estrada nos
leva,
um dia chegaremos
lá.
É nesta evolução,
nesta promoção que
nós, humanos
estamos investindo
desde a pré-história.
E, se, desde lá,
começamos
a melhor conhecer o
infinito,
talvez antes
possamos,
pela nossa capacidade
infinita,
ir até lá no futuro
e de lá trazer as
respostas
que hoje, já nos
fazem falta.
Um dos princípios da
Metafísica
é exatamente este:
“É com princípios superiores
que se governam e administram
situações e condições inferiores”.
É racional e prudente
acreditar em poderes
superiores
e reconhecer nossas limitações
e esperanças.
Acreditar no nosso
Paizinho,
e colocar-se a
caminho.
Eneas Paulo Budel
Bogucheski
Atualizado em
27/09/2020.

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