Você
já
se perguntou
sobre
o que falta
para que a vida caminhe
dentro
da normalidade
da paz e contentamento?
Do
jeito que está, está bom?
Pode
estar bom para alguns,
mas
o ideal é que estivesse
bom
para todos.
Na
longa história já construída,
será
que ninguém conseguiu descobrir
ou
inventar um tipo especial,
de
comportamento,
assim
como, uma receita
de vida ideal que a todos contentasse?
Será
que ainda
não
foi apresentada
uma
proposta,
legitimamente
aceita por todos,
como,
“até que enfim,
temos
uma solução”,
um
padrão comportamental?
Na
histórica caminhada humana,
qual
foi o denominador comum,
o
‘modus vivendi’ que elevou,
e
dignificou a vida?
Por
que as pessoas gostam da vida?
O
que nos mantém amando a vida?
Existe
diferença de sabor,
num
prato bem temperado,
e
numa comida,
quase
sem nenhum tempero?
É
o tempero que altera?
Qual
é a receita?
-
A receita não é culinária.
-
É existencial, comportamental.
-
É colocar arte,
elevada
dose de amor
bom
humor e simpatia,
brincando,
saltitando,
cantando
poesias.
O
tempo que passamos comendo
é
sempre menor do que o tempo
em
que estamos nos relacionando
com
as pessoas ... e com a vida.
Qual é o melhor tempero?
- São as cores,
as flores
e os amores.
O tempero
é
mais emocional
do que culinário,
mais do comportamento
do
que dos alimentos.
O
tempero bom é a vida,
vivida em plenitude,
degustada com os valores e sabores
dos ideais fraternos.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Criado
em 04/04/2019
Atualizado e pub no blog
e no face em 24.10.24

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