Se há luz, há claridade.
Se há claridade, a energia é boa.
Quem está em
condições de nos ajudar?
- Quem tem mais
idade, mais estudo
e maturidade do que
nós.
Por quê?
– Porque tem mais
experiência
de vida e já passou
pelas escolas,
faculdades e
dificuldades da vida.
Já tem diploma de
vencedor.
Além da questão dos
equilíbrios
e desequilíbrios da nossa personalidade,
em constante conflito
e em constante evolução,
há que considerar também
as influências dos
bons e maus espíritos
que nos rodeiam.
Os anjos da guarda
estão sempre por
perto,
protegendo-nos.
Convém tomar
consciência
da realidade
invisível
na qual estamos absorvidos.
Peça ajuda e proteção
ao seu anjo da
guarda, sempre.
Sabemos que os maus
espíritos (e ladrões)
gostam do escuro,
convivem e agem nos
ambientes
com poucas luzes.
Convém ficar alerta
para as más
influências
às quais se fica
exposto
e perceber que
energias são sugadas.
Com que autoridade
ou baseado em quê
afirmas isto?
- Basta perceber
o corpo cansado e
pesado
após uma noite em
ambientes
com pouca luz
onde nos sentimos
pesados
ou sobrecarregados
com alguma carga
extra,
inexplicável, mas
sensível.
No dia seguinte
sente-se sem forças
e sem motivação para
nada.
Eis a prova. Não
existe outra.
Quer mais uma
comparação?
Passe uma noite
fazendo
atividades
relacionadas a campanhas de fraternidade
ou solidariedade ou mesmo
em retiro.
Após dormir poucas
horas,
levantarás com mais
força,
energia e motivação
do que tinhas antes.
O teu espírito se
renova onde o ar,
o clima e o ambiente
é puro.
Por mais boas
intenções que tenhamos,
as interpretações das
nossas atitudes
podem ferir o seu
ego,
influenciadas pelos
espíritos
que querem guerra,
desgaste,
conflitos para sugar
as energias
que estão dispersas,
confusas,
desorientadas.
Beber, fumar,
extravasar são
atitudes inconscientes
de quem está se
sentindo vazio.
São atitudes de fuga
de quem não está bem
consigo mesmo.
São frutos do
desequilíbrio
que tornam estas
pessoas
sujeitas ao hedonismo,
que é a busca do
prazer
pelo prazer.
Pensam assim:
“Deixe-me viver a
vida como quero,
nem que você pense
que estou errado.
Quero afogar minhas
mágoas
deste jeito.
Não me incomode,
nem se incomode
comigo”.
Esta pessoa está
fechada.
Esta pessoa está sob
a influência
ou sob o domínio das
forças negativas.
Pode ser reflexo do
ego revoltado
ou dos maus espíritos
que circulam à nossa
volta.
A vida sob o comando
do egoísmo
e do hedonismo,
não realiza as
pessoas.
Iludem.
Prejudicam.
Atrasa o
amadurecimento.
A pessoa
sob a influência do
egoísmo
e do hedonismo
vive fechada,
sofrendo,
e acha que é natural
este penar,
este gosto ruim, esta
vida sem sabor.
O prazer buscado,
a satisfação
experimentada
é rápida e fugitiva.
E a pessoa quer que
dure mais.
E fica tensa,
ansiosa,
raivosa por ter
durado tão pouco.
A insaciedade leva à
frustração.
A frustração leva ao
desespero.
O desespero tira o bom
senso,
e se permite
leviandades
e baixarias.
Rompe-se com as
regras
da educação, da
ética,
do certo e errado.
Daí, a pouco,
tudo é
permitido.
E depois,
nas horas e
nos dias seguintes,
aparecem as consequências,
nada boas, maléficas,
doentias.
Antes que tudo
acontecesse
estava disponível o
discernimento
que exigia tomada de
decisão
madura, responsável.
As consequências chegaram:
as tomadas de
decisões irresponsáveis
trouxeram más notícias, maus resultados,
estresses,
medicações, mal-estar,
pouca produtividade profissional,
vazio existencial
e frustrações.
As consequências de
decisões responsáveis
trariam tranquilidade,
bem-estar,
serenidade, alegria e
paz.
Nem todos os prazeres
são lícitos.
Nem todos os gostos
são benéficos
para a saúde do corpo
e do espírito.
As forças do egoísmo
e do hedonismo
fecham as pessoas,
anestesia a sensibilidade
diante da sensibilidade dos
pais e educadores.
Prazeres ilícitos
desequilibram,
desnorteiam,
fragilizam, esgotam.
Pessoas fechadas
não conseguem
encontrar saídas
e não ser que prestem
atenção
às coisas de fora de
si mesmo.
Escutem os mestres, os sábios,
pessoas vividas, experientes.
Se se abre, se
procura ajuda,
se quer ser ajudada,
se procura alguém,
encontrará
quem está em
condições
de ajudar.
Convém achar a pessoa
certa
para não ser
explorada.
A vida que se vive
em função dos outros
é que liberta,
amadurece,
faz crescer a
responsabilidade
pela condução da
própria vida
que não é mais só tua
vida,
pois que tens pai ou
mãe,
tens irmãos ou irmãs,
tens marido ou
esposa,
tens filho ou filhas
e uma porção de
parentes
que torcem para que
sejas feliz.
Não se deixe
influenciar
pelo padrão incompleto
da vida de pessoas
que vivem em
‘meia-família’.
Que exemplo de
maturidade
e responsabilidade
consegue ver nelas?
Um critério para
perceber
quem são os ídolos
nos quais procuramos
identificação
ou satisfação dos
nossos impulsos,
tendências ou desejos,
são nossos pais, professores,
pessoas equilibradas e felizes.
Ou são pessoas que vivem
a filosofia de vida
do mundo, hedonista,
consumista
e egoísta?
Esta é a minha visão
real.
Visão de quem está
fora,
percebendo
e querendo ajudar.
Não gosto de te ver sofrendo,
insatisfeita.
A pessoa que está
fora do conflito
está vendo em que
estilo
ou padrão de vida
a outra pessoa está
envolvida.
Pense nisso, com
carinho,
como mais uma
tentativa consciente
de quem quer ajudar
uma pessoa querida.
Aceite ajuda.
Retome a sua vida familiar.
Faça aliança com sua família
para vencer juntos os problemas
que enfrentarão para levar adiante
um projeto de felicidade.
Procure ajuda.
Pesquise sobre 'energias negativas'
que prejudicam nossa vida,
impedindo nossa evolução
e nosso relacionamento
fraterno, sadio, desejado.
Mas,
procure mais ainda,
com mais
persistência e garra,
as fontes
das boas energias, e cultive-as,
compartilhando-as
com os outros.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 27/08/2016
Atualizado em 31/05/2026
eneaspb@gmail.com 41 98854 5166
Leia
outros textos no meu blog
https://heiposworld.blogspot.com/
e
no FACEBOOK
https://www.facebook.com/eneaspaulo.bogucheski
e

Nenhum comentário:
Postar um comentário