sábado, 27 de agosto de 2016

338.- Energias positivas e negativas.




Se há luz, há claridade.

              Se há claridade, a energia é boa. 


Quem está em condições de nos ajudar?
- Quem tem mais idade, mais estudo
e maturidade do que nós.

Por quê?

– Porque tem mais experiência
de vida e já passou pelas escolas,
faculdades e dificuldades da vida.

Já tem diploma de vencedor.

Além da questão dos equilíbrios
e desequilíbrios da nossa personalidade,
em constante conflito e em constante evolução,
há que considerar também
as influências dos bons e maus espíritos
que nos rodeiam.

Os anjos da guarda
estão sempre por perto,
protegendo-nos.

Convém tomar consciência
da realidade invisível
na qual estamos absorvidos.

Peça ajuda e proteção
ao seu anjo da guarda, sempre.

Sabemos que os maus espíritos (e ladrões)
gostam do escuro,
convivem e agem nos ambientes
com poucas luzes.

Convém ficar alerta
para as más influências
às quais se fica exposto
e perceber que energias são sugadas.

Com que autoridade
ou baseado em quê afirmas isto?

- Basta perceber
o corpo cansado e pesado
após uma noite em ambientes
com pouca luz
onde nos sentimos pesados
ou sobrecarregados
com alguma carga extra,
inexplicável, mas sensível.  

No dia seguinte sente-se sem forças
e sem motivação para nada.
Eis a prova. Não existe outra.

Quer mais uma comparação?
Passe uma noite
fazendo atividades
relacionadas a campanhas de fraternidade
ou solidariedade ou mesmo em retiro.

Após dormir poucas horas,
levantarás com mais força,
energia e motivação
do que tinhas antes.

O teu espírito se renova onde o ar,
o clima e o ambiente é puro.

Por mais boas intenções que tenhamos,
as interpretações das nossas atitudes
podem ferir o seu ego,
influenciadas pelos espíritos
que querem guerra, desgaste,
conflitos para sugar as energias
que estão dispersas,
confusas, desorientadas.

Beber, fumar,
extravasar são atitudes inconscientes
de quem está se sentindo vazio.

São atitudes de fuga
de quem não está bem
consigo mesmo.

São frutos do desequilíbrio
que tornam estas pessoas
sujeitas ao hedonismo,
que é a busca do prazer
pelo prazer.  

Pensam assim:
“Deixe-me viver a vida como quero,
nem que você pense
que estou errado.
Quero afogar minhas mágoas
deste jeito.
Não me incomode,
nem se incomode comigo”.

Esta pessoa está fechada.
Esta pessoa está sob a influência
ou sob o domínio das forças negativas.

Pode ser reflexo do ego revoltado
ou dos maus espíritos
que circulam à nossa volta.

A vida sob o comando do egoísmo
e do hedonismo,
não realiza as pessoas.

Iludem.
Prejudicam.
Atrasa o amadurecimento.

A pessoa
sob a influência do egoísmo
e do hedonismo
vive fechada, sofrendo,
e acha que é natural este penar,
este gosto ruim, esta vida sem sabor.

O prazer buscado, 
a satisfação experimentada
é rápida e fugitiva.

E a pessoa quer que dure mais.
E fica tensa, ansiosa,
raivosa por ter durado tão pouco.  

A insaciedade leva à frustração.
A frustração leva ao desespero.
O desespero tira o bom senso,
e se permite leviandades
e baixarias.

Rompe-se com as regras
da educação, da ética,
do certo e errado.

Daí, a pouco,
tudo é permitido.

E depois,
nas horas e nos dias seguintes,
aparecem as consequências,
nada boas, maléficas, doentias.

Antes que tudo acontecesse
estava disponível o discernimento
que exigia tomada de decisão
madura, responsável.

As consequências chegaram:
as tomadas de decisões irresponsáveis
trouxeram más notícias, maus resultados,
estresses, medicações, mal-estar,
pouca produtividade profissional,
vazio existencial
 e frustrações.

As consequências de decisões responsáveis
trariam tranquilidade, bem-estar,
serenidade, alegria e paz.  

Nem todos os prazeres
são lícitos.

Nem todos os gostos
são benéficos
para a saúde do corpo
e do espírito.

As forças do egoísmo
e do hedonismo
fecham as pessoas,
anestesia a sensibilidade
diante da sensibilidade dos
pais e educadores.

Prazeres ilícitos
desequilibram, desnorteiam,
fragilizam, esgotam.

Pessoas fechadas
não conseguem encontrar saídas
e não ser que prestem atenção
às coisas de fora de si mesmo.

Escutem os mestres, os sábios,
pessoas vividas, experientes.

Se se abre, se procura ajuda,
se quer ser ajudada,
se procura alguém,
 encontrará
quem está em condições
de ajudar.

Convém achar a pessoa certa
para não ser explorada.

A vida que se vive
em função dos outros
é que liberta, amadurece,
faz crescer a responsabilidade
pela condução da própria vida
que não é mais só tua vida,
pois que tens pai ou mãe,
tens irmãos ou irmãs,
tens marido ou esposa,
tens  filho ou filhas
e uma porção de parentes
que torcem para que sejas feliz.

Não se deixe influenciar
pelo padrão incompleto
da vida de pessoas
que vivem em ‘meia-família’.

Que exemplo de maturidade
e responsabilidade consegue ver nelas?

Um critério para perceber
quem são os ídolos
nos quais procuramos identificação
ou satisfação dos nossos impulsos,
tendências ou desejos,
são nossos pais, professores,
pessoas equilibradas e felizes.

Ou são pessoas que vivem  
a filosofia de vida
do mundo, hedonista,
consumista
e egoísta?

Esta é a minha visão real.
Visão de quem está fora, 
percebendo
e querendo ajudar.

Não gosto de te ver sofrendo,
insatisfeita.

A pessoa que está fora do conflito
está vendo em que estilo
ou padrão de vida
a outra pessoa está envolvida.

Pense nisso, com carinho,
como mais uma tentativa consciente
de quem quer ajudar uma pessoa querida.

Aceite ajuda.

Retome a sua vida familiar.

Faça aliança com sua família
para vencer juntos os problemas
que enfrentarão para levar adiante
um projeto de felicidade.

Procure ajuda.

Pesquise sobre 'energias negativas'
que prejudicam nossa vida,
impedindo nossa evolução
e nosso relacionamento 
fraterno, sadio, desejado. 

Mas, procure mais ainda,

com mais persistência e garra,

as fontes das boas energias, e cultive-as,

compartilhando-as com os outros. 


Eneas Paulo Budel Bogucheski

Atualizado em 27/08/2016
Atualizado em 31/05/2026

eneaspb@gmail.com  41 98854 5166







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