Ateísmo não tem muito a ver com religião.
Ateísmo tem quase tudo a ver
com aquele(a)
que não se conhece
a si mesmo(a).
Quem se conhece,
descobrirá que é imagem
e semelhança
de Alguém PERFEITO.
Este texto foi
elaborado
após a leitura da parte de um livro
cujo contexto é o ateísmo.
O
tema da existência do nosso Deus
é tão importante
a
ponto de, se acreditar nele,
toda a existência do crente
ser
coroada de valores,
aberturas e possibilidades.
Diferente é a sorte do ateu
que fica sem
pressões na mente e nas costas,
mas sem alegrias e esperanças para viver.
A visão materialista do mundoprovoca esvaziamentoda palavra valore de tudo aquiloque internamentepossui valor.O que nos sustentaestá dentro de nós.A vida, o entusiasmo,a força, os ideais,e o encantamentovem de dentro.Os objetivosdas ciências materialistasnão se ocupam com o íntimo,com as motivações, com os ideais,com o espírito das pessoas,com o que está dentro de nóse não aparece.E isto nos afeta,reduzindo-nosa animais racionae a ferramentas manipuláveis.A visão de mundo materialista- Banaliza a vida.- Esvazia nossos ideais.- Enfraquecenosso sistema imunológico.- Estressa-nos.- Enche-nos de conflitos.- Encurta nossa visão.- Enche-nos de fronteiras.- Desvia-nos da fontee da finalidade última da vida
E acabamos vivendo a vida
desse jeito, como se fosse natural.
sem
tempero,
sem
alegria.
Tudo fica chato.
E perde-se
o encantamento pela
vida.
Os jovens se formam
e não acham emprego
naquelas profissões
para as quais se
prepararam
e accabam aceitando qualquer
tipo de serviço
para sobreviver.
Passam a trabalhar
sem ambições e sem
horizontes.
Ganham salário insuficiente
para manter-se e
plantar sonhos.
Os sonhos desaparecem
e os pesadelos das
noites
se estendem durante os dias.
Parece que não há mais
esperanças.
Esta é a sociedade
que herdamos
da visão de mundo
fundamentada no
materialismo,
onde o Deus foi
dispensado
e todas as regras e
leis da moralidade
deixaram de ser referência de sabedoria.
E agora
estamos tentando
consertar o mundo.
O mundo sem Deus
não presta para
viver.
Os ateus,
com seus argumentos
fundamentados apenas
na matéria,
não aceitam o Criador,
o Deus da Vida em abundância,
como o princípio
Criador do mundo.
As pessoas
que encontram
dificuldades para acreditar,
dizem que a criação é obra do
acaso.
Mas o mundo da
matéria
é tão pequeno.
Tão pequeno
que cabe dentro do
espaço
que Deus criou
para colocar lá dentro as
coisas todas,
e até existe espaço para o ateus.
E os ateus apegam-se
apenas nas coisas que enchergam,
e causam impacto de transformação
e evolução visível.
Mas, a evolução
acontece também
nas dimensões invisíveis.
Mas, de novo,
o mundo material é
tão pequeno.
O espaço livre é
acolhedor.
Não questiona.
Não rejeita.
Dá o tempo necessário
para que os ateus
vão percebendo,
lentamente,
o chão, o campo,
as ciências,
que receberam
para manifestar-se.
Então, o que nos cabe
é distinguir e
perceber,
com calma e lucidez,
o posicionamento
de serenidade
e da sabedoria.
A primeira conclusão
a que convém chegar
é que o Deus Criador
tem que fazer parte
da vida que temos.
Se somos criaturas
Dele,
as parcerias, as
alianças
devem ser feitas com
Ele.
Os períodos da
História
onde os governantes
e os cientistas
deixaram o Deus de
lado,
esvaziou-se,
desequilibrou-se
e contaminou seus
habitantes.
Estamos todos
contaminados.
Cada pessoa
tem a capacidade
e a oportunidade de
avaliar
como está se
sentindo, inclusive
isso fazendo, com os dons recebidos
por ser criatura, obra do Criador,
obra perfeita, não mal-feita.
Se está se sentindo
vazio,
desencantado,
desesperançado,
então leu, assistiu,
comeu e bebeu
produtos
criados pelos
pensadores,
cientistas,
empresários ateus.
Mas existe
uma enorme porta
aberta.
Convém resgatar
a originalidade,
conhecer-se melhor,
a si mesmo,
e voltar a dar valor
à personalidade,
à
sua vida.
O que nos sustenta
está dentro de nós.
Cada pessoa humana
é uma usina.
Temos força,
iniciativa,
racionalidade, consciência,
criatividade,
liberdade.
Além dos instintos
básicos
que nos identificam
com os animais,
somos superiores, pela razão, pela inteligência,
pela criatividade, pelo discernimento,
pelas escolhas e decisões.
Temos algumas
características
que revelam
nossa grandeza e
dignidade.
Avalie-se
e veja nas quais
convém investir
um pouco mais de
esforço.
Além da nossa dimensão físico
visível
(endeusado pelos materialistas),
há o espírito que anima
e dá vida à
vida de dentro.
Dentro das coisas
há alma,
há o sopro divino,
o sopro da vida.
Mais alguns argumentos teístas:
. Disse o cientista
Amit Goswami:
“Nós, humanos, pensamos o
pensamento”.
Essa capacidade de pensar com a consciência,
pensar sobre nossos pensamentos,
nos liberta de qualquer determinismo
ou
previsibilidade.
Avaliamos nós
mesmos.
Conhecemos nossas forças e fraquezas.
E percebemos que temos o
potencial
para buscar aperfeiçoamentos
e soluções para nossas dúvidas,
limitações e problemas.
Liberdade.
Não estamos presos
a nada.
Nada nos limita.
Podemos criar
ou modificar nosso meio ambiente,
nossa
própria conduta.
Criamos.
Somos criativos.
Temos cérebro, mãos,
construímos ferramentas, estradas,
computadores, aviões,
naves, veículos.
Construímos nosso ser e nosso fazer.
Reconhecemos
e admiramos
a beleza,
as artes, as músicas.
Comunicação,
linguagem.
Nos comunicamos. Nos entendemos.
Viajamos. Trocamos.
Intercambiamos o que
somos.
Aprendizagem. Estudo.
Cultura.
Aprendemos outras
línguas,
outros costumes. Evoluímos.
Melhoramos nosso padrão de vida.
Ampliamos
nossos horizontes e geografia.
O mundo é nosso Lar. Somos todos irmãos.
Distinguimos o bem do
mal.
Possuímos e desejamos o bem.
Obedecemos às leis da moralidade
e da convivência
e nos sentimos bem.
Se rompemos com as leis, com a moral,
as consequências não são boas.
Optamos pela honestidade,
pela honra e
pelo respeito.
Somos religiosos sim.
Aceitamos e buscamos
a
transcendência.
Reconhecemos
a
existência eterna
do nosso Deus, Pai e
Criador,
sábio e bondoso.
Reconhecemos
a
Inteligência Superior
que criou o cosmos
infinito,
ordenado para o bem e
para a Paz.
Temos um Pai.
Não somos órfãos.
Somos todos irmãos.
Temos uma personalidade
autônoma,
livre, capaz,
inclinada para a justiça
e para a igualdade.
Exercemos e
reconhecem
como bem universal o
senso
e a prática da justiça.
Procuramos cumprir
nossos deveres.
Que bagunça seria se
não fosse assim.
Damos valor à
obediência, à ordem,
geradoras do
progresso.
Envolvimento de todos
pelas
causas humanitárias,
de promoção social.
Ninguém se isola.
Ninguém se omite,
a não ser que esteja
doente,
acometido da doença
do egoísmo.
Insatisfação e fome
indefinida.
Não conseguimos
definir,
nem com conceitos
novos.
Parece que não somos
daqui.
Nada nos contenta.
Não gostamos de
limites.
Temos fome e sede da
eternidade.
Estes são sintomas
da vida espiritual
que nos habita
ou que somos.
Existe sim
uma alma eterna.
Somos sim feitos
à Imagem e Semelhança
com nosso Deus,
nosso Pai, nosso
Criador.
A insatisfação e a
fome indefinida
é saudades do nosso
Pai.
É saudades
da nossa casa.
A esperança no céu
é a porta de saída.
A consciência viva em
nós
atesta nossa
dignidade
de filhos e herdeiros
dos valores eternos.
Recuperar a
originalidade
para reencontrar o
sentido da vida.
O sentido da vida estava disperso,
perdido, sequestrado
pelas teorias do
mundo
sem o Deus, nosso Pai.
Gostaria de sugerir
a
quem estiver interessado
no tema do ateísmo,
ler o livro “Deus não está morto”,
do escritor Rice
Broocks,
Editora Thomas Nelson.
Este livro serviu de
inspiração
para a elaboração deste texto.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 24/08/2016.
Atualizado em 29/05/2026
eneaspb@gmail.com 41 98854 5166
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