Quando olhamos
para a Natureza toda:
ar, agua, florestas,
pássaros e animais,
tudo funcionamento
como orquestra afinada,
produzindo, em perfeita harmonia,
o clima bom e
possível para a vida eclodir
e evoluir.
Quando olhamos
para a grandiosidade do
mar
e a sua obediência
em se manter
dentro dos seus
limites,
possibilitando vida e
alimento
para a humanidade.
Quando olhamos
para as Pessoas de
todas as nações,
para a quantidade das
pessoas na Terra,
mais numerosas
do que os grãos de
areia do mar,
vivendo a partir das
riquezas
que a Terra e o mar
produzem.
Quando olhamos
para a Unidade
e a Organização do
Universo,
a função dos Planetas
e da Lua,
a influência da Lua
na Terra,
nos sentimos
importantes,
beneficiados pelas
condições de vida
que aqui, nesta
Terrinha,
neste pequeno Planeta
temos,
em total condições de
evoluir
em direção à
perfeição.
Quando olhamos
para a imensidão das
distancias
entre as estrelas,
quando olhamos
para a quantidade de
Galáxias,
ficamos assustados e
nos perguntamos:
Quem somos nós
frente a este
Universo infinito?
Enxergamos e
refletimos
sobre nossa pequenez
e nosso potencial.
Enxergamos e refletimos
sobre nossas função
dentro do universo.
Somos como um grão de
areia.
Somos como um grão de
areia,
conscientes.
Diante do pequeno,
nos sentimos grandes.
Diante da
grandiosidade do universo,
não nos sentimos
pequenos.
Esquisito!
Diante dos fatos
acima,
o expectador pode ter
ou uma ou outra
atitude:
A primeira atitude
é de quem olha,
e vê tudo,
com a maior
naturalidade do mundo,
sem se comover,
sem se perguntar,
sem se questionar,
sem se importar.
Outra atitude
é a de quem reconhece
o Criador deste
Universo todo,
como o Deus Pai, engenheiro
do bem,
planejador do melhor,
doando tudo
para a administração
das pessoas
dentro dos critérios
e fundamentos
que Ele próprio
revelou
ou continua
revelando.
Nosso papel
de filhos e herdeiros
dos bens Dele,
é agir como
cientistas,
procurando decifrar
os códigos
que Ele escreveu em
cada elemento
que há na face da
Terra
e dentro do Universo
Infinito.
A partir dessa
perspectiva,
como admirador
ou como amado e
seduzido,
me ponho a bendizer e
louvar,
criando hinos e poesias,
orações e declarações:
Que a Terra inteira,
toda Natureza visível,
nos reunamos
com a imensidade dos
anjos invisíveis,
e exclamemos juntos:
Quanta honra!
Quantas bênçãos!
Quem somos nós
para merecer tão
grandes
e benéficos presentes!
Não, não é em nós
que devemos focar
o facho de luz
do palco da vida.
É Nele,
no Deus Criador,
Deus Pai,
Deus Trindade
Amoroso.
Tu és Perfeito
no que fazes.
Tu tens propósito
eternos
nas vossas ações.
Tu és Verdade
Absoluta!
Em Ti podemos
confiar,
acreditar no que
fazes,
no que nos prometes
e no que nos dás.
Diante de Ti
não podemos ter medo;
não devemos ter
receios.
Vossa natureza é
assim,
exuberante,
explodindo revelações
da vossa infinita
bondade.
Tu és assim, bondoso.
Tu es assim: Esplêndido,
maravilhoso, espetacular.
Tu és assim,
humildemente escondido.
Tu és assim,
revela-se,
escondendo-se.
Tu és assim:
Impõe-se suavemente.
Tu és assim, grande,
camuflado nas coisas
simples,
pequenas, mas bem feitas,
para durar para sempre.
Só podes ser Tu,
Deus dos vivos.
Parece que existe em
nós
alguma coisa
que nos identifica
como deuses.
Este sentimento se
fortalece
quando reconhecemos
que somos,
na Terra, a espécie
mais perfeita,
mais evoluída.
Basta olhar
e trazer para dentro
o que vemos fora.
Olhar, acolher,
refletir e concluir
que Tu és
imagem e semelhança
de tudo o que
esperamos de Bom,
para nós e para nosso
mundo.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 15/06/2016.
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