O perdão
é um dos principais ensinamentos do Cristianismo.
O
Cristianismo fundado pelo Jesus Cristo, o Filho do Deus eterno, vivendo conosco
aqui na Terra, colocou o amor e o perdão como as principais ferramentas a serem
usadas no relacionamento entre as pessoas.
Se
aprendemos a amar, saberemos perdoar.
Se a amizade se quebra, o perdão arruma.
Se houve desobediência, o perdão conserta.
Se houve infidelidade, o perdão arruma.
Se aconteceram falhas, agressões, calúnias, o perdão repara.
Tudo pode ser consertado com o perdão.
É a ferramenta com mil e duas utilidades.
A
prática do Deus Criador com as pessoas, criaturas Dele, também é através do
amor e do perdão.
O
próprio Jesus Cristo disse que “Deus é
amor”. Se é o Deus do amor, só pode ser também o Deus do perdão.
São
Paulo Apóstolo escreveu na Carta aos Romanos 5,20 que “onde abundou o pecado, superabundou a graça”.
O
ideal entre nós, humanos, é a convivência na amizade.
Quando
alguma coisa não anda bem, aperte os laços da amizade e perdoe para aumentar o
grau de afetuosidade.
O
ideal entre nós, humanos, e o Deus, nosso Pai, são atitudes filiais, de
obediência e proximidade.
Quando
o relacionamento com nosso Deus e Pai não está bom, aproximemo-nos da sua
Palavra, lendo a Bíblia, absorvendo a Sabedoria dos seus ensinamentos, participando
da Missa, onde se renova e atualiza a Paixão, Morte e Ressurreição do Jesus
Cristo.
Participe
de uma Missa, mais como ouvinte acolhedor do que como observador crítico, e
perceba que toda a Liturgia se refere ao amor e ao perdão.
Toda
Liturgia da Missa é vivenciada com os filhos em volta da Mesa do Pai. É uma
família, a Igreja viva.
Deus
nos conhece. Conhece o barro de que somos feitos. Conhece nossa fragilidade,
por isso, age como Pai Bondoso, Misericordioso, e perdoa sempre, nossos
desvios.
Desobedientes,
tomamos atalhos e nos perdemos. Ele tem o seu filho e nosso irmão, Jesus Cristo
como Caminho, Verdade e Vida.
Então,
reconhecemos e voltamos a Ele, pedindo perdão por nossa falta de visão, pela
nossa fraqueza e desobediência.
E
somos perdoados, setenta vezes sete.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 10/06/2016
eneaspb@gmil.com
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