parecido com aquele
dos tempos
em que a humanidade
estava tentando
construir
a Torre de Babel.
O Deus Criador
já tinha criado a
natureza toda
e dado a vida
ao Adão e à Eva.
E disse-lhes:
vocês estão no
Paraíso.
Está à disposição de
vocês,
todas as árvores
com seus frutos e
sementes,
para proporcionar
vida para vocês
e todos os seus
filhos.
Só tem uma árvore,
da qual vocês não
devem comer os frutos,
sob pena de sofrerem
consequências
por toda a vida.
E não deu outra.
A desobediência e a curiosidade
trouxeram as
consequências,
vividas por nós,
também nos diais de
hoje.
A
árvore do conhecimento,
despertou a
capacidade de pensar,
de raciocinar,
avaliar, julgar, escolher
e decidir, e até, de desobedecer.
Adão
e os filhos do Adão e da Eva,
criaturas humanas,
possuem visão curta,
imediata,
egocêntrica, parcial
e relativista.
Não obedeceram aquele que os criou.
Deus,
O Absoluto,
o Pai dos viventes,
tem visão ampla,
longínqua, que
atravessa as gerações,
o tempo e o espaço.
Os
filhos, criaturas, ao desobedecer,
não anteviram as
consequências
de uma simples
atitude
de desobediência.
A razão foi transformada
na ferramenta principal
dos seres humanos,
porém, com sequelas.
A razão
convenceu-nos
de que somos 'deusinhos'.
Com o uso da mente,
do raciocínio,
da reflexão,
os filhos do Adão e
da Eva,
foram interpretando a
natureza, egoisticamente,
explorando-a,
esgotando seus
recursos,
desmatando, poluindo,
tirando benefícios,
produzindo efeitos
colaterais
destrutivos.
Brigando, dividindo,
explorando a terra,
o poder, o apego e a ganância,
efeitos do mau uso da
mente/razão,
provocaram
separações,
classes sociais,
riqueza, pobreza,
estragaram,
deformaram,
despersonalizaram
a própria natureza
humana.
O essencial
deixou de ser o
interesse central.
O Absoluto foi
desprezado.
O relativo endeusado.
Há muita confusão,
generalizada.
Desorientação.
Desprezo do Absoluto.
Recusa dos valores
absolutos.
Não há mais líderes,
quem defendam a
verdade
divulgue, propague,
pregue
ou testemunhe justiça
em seus projetos.
Quando os valores
absolutos
raiz e fonte
primeira,
deixam de ser
prioridade,
vagueia-se pela
periferia,
a procura de
interesses relativos.
A moral não é mais
referência.
O fraco é explorado,
não é promovido.
A mentira é
patrocinada
e remunerada.
A verdade,
(absoluta),
deixou de ser
admirada
e recompensada.
A corrupção é a
prática natural.
Não é esta a Torre de
Babel
que estamos assistindo, envolvidos
e com a qual estamos convivendo?
Do ideal da unidade
(absoluta)
dispersamo-nos
e começamos a falar
muitas línguas,
ouvir tudo e todos,
incorporando as
propagandas
de todas as culturas.
Sofremos os efeitos
da avalanche
das informações que
nos bombardeiam
de todos os lados, de
cima,
e de baixo.
Desconhecendo quem
somos,
absolutizamos o que é
relativo,
e perdemos o controle
sobre a essência,
sobre nós mesmos,
e perdemo-nos nos
labirintos das mentiras,
do relativismo
superficial.
E não sabemos mais o
que fazer.
Perdemos a noção do
que é absoluto,
e assistimos todo e
qualquer programa de TV,
filme, livros e
eventos.
Nossa consciência foi
devorada.
Não temos mais força
para reagir.
Perdemos o contato
com o Absoluto.
E tudo perde o sabor.
E tudo perde o
sentido.
Quem indica a
direção?
O Absoluto rejeitado,
desprezado?
Ou o relativismo
endeusado, porém vazio
de sentido e
permanência?
Manifestamos
depressão, ansiedade,
angustia,
desconfiança e desorientação,
porque desconhecemos
como funciona nossa
mente.
egocêntrica,
e a nossa
consciência,
inteligente,
salvadora da
pátria.
Só tem uma forma
de resolver o problema
da 'deusa' razão.
Reconhecimento humilde
de que somos criaturas.
A quem iremos senhor?
Só Tu tens palavras
de vida eterna.
Cada um dos assuntos
tratados
superficialmente
neste texto poderão
ser aprofundados.
Se despertou em você
alguma curiosidade
ou vontade de
aprofundar algo,
entre em contato
comigo
pelo e-mail.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 03/06/2018
Atualizado
em 23/01/2024
Publicado no blog
Heipo World em 03/06/2018

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