Às
vezes me pergunto
o
que estamos fazendo aqui?
Sofremos
porque complicamos.
A
multiplicidade das coisas
nos
confunde,
e
consome energias.
A
alegria
vem
da simplificação.
O
muito, desgasta.
O
pouco já nos basta.
Onde
ou quando
experimentamos
sentimentos
de
sentido, de respostas?
O
que está faltando,
são
atitudes,
que
expressem o bom humor,
alegrias,
que
contagiam
e
animam
quem
está por perto.
Admiramos
as
pessoas de bom humor.
Gostaríamos
de estar
sempre
curtindo
as
qualidades humanas,
os
valores que significam,
e
respondem às profundidades.
Não
são coisas externas
que
dão sentido
ou
que respondem
às
perguntas e expectativas
mais
profundas da vida.
São
sentimentos,
sensações,
emoções
que
sentimos dentro de nós.
Quando
passamos perto
de
uma pessoa sorridente,
nos
sentimos atraídos
por
alguma coisa
que
está nos dizendo:
“olha
o que está me faltando”.
Se
existe algo
que
admiramos nos outros,
o
bom humor, a leveza,
a
alegria e o entusiasmo,
por
que não decidimos construir
uma
filosofia de vida
fundamentada
no bom humor?
Não
são coisas impossíveis, distantes,
que
possuem o poder de mudar
o
nosso humor.
Está
bem próximo.
Está
em nossas mãos,
em
nosso poder.
Somos
nós
os
construtores
do
estilo de vida,
que
queremos e desejamos.
Já ouvi dizer
que tal pessoa é tão legal,
anda tão leve
que nem gasta
a sola do chinelo.
Eu
até que gostaria
de
que ele deixasse marcas no chão
para
que pudéssemos segui-lo.
O
bom humor
se
manifesta de muitas maneiras,
mas
pode ser o resultado
de
uma firme decisão
de viver
- com menos
ansiedade mental.
- com menos
peso nas costas e na
alma,
- com menos
dureza nas palavras
e nos gestos,
- com menos
lamentações
e azedume nas
conversas,
- com menos pressa,
- com poucas tralhas
na garupa,
+ com mais silêncio,
+ com mais admiração,
< com maior
desapego
das coisas
e de si mesmo,
< com maior desapego
do seu próprio tempo ...
Distinguindo
o que é real,
que responde
a uma necessidade
existencial, prática.
Recusando
o que é ilusório,
fictício, e que nos
leva
para o campo das
ilusões,
e nos enganam.
Viver com menos,
menos tudo aquilo
que vivi no passado,
menos tudo aquilo
que imagino no
futuro,
pode ser a máxima
sabedoria.
Viver plenamente
no momento presente,
como um presente.
Esta forma de
pensamento,
de viver minha
presença
neste momento,
afasta-me do passado,
que não existe mais,
e livra-me das
ansiedades,
do futuro,
que ainda não veio.
Desprenda-se
das lembranças
do passado,
desapegue-se
das coisas
que já não existem
mais,
e que ficaram lá
longe.
Se não fizer isso,
você está arrastando
as lembranças que estragam
o momento presente.
Ser sábio(a)
é não permitir que os
vilões,
o passado
ou o futuro,
te roubem o presente.
Se a tua mente
estiver pensando
nas coisas do
passado,
você não está prestando
atenção
nas coisas boas e
bonitas
que estão ao seu
lado,
neste momento,
te envolvendo.
O que tenho agora,
neste momento,
é a vida,
minha presença sadia,
minhas capacidades
em pleno vapor.
Pense e comente
sobre o que de bom
te acontece neste
momento,
e você perceberá,
como é fácil,
abrir pacotes de
presentes,
no momento presente.
Se,
por desventura,
você
está passando por um momento
triste,
difícil, entre em contato comigo.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 11/02/2020

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