Se uma flor nasce,
nasce da
alegria.
Se um sorriso
é dado,
veio da graça
da alegria.
Se tivermos
de escolher
escolhemos
tudo aquilo
que traz
alegria
para o dia a
dia.
Cada um de
nós
é esse
personagem buscador
da fonte das
alegrias
que existem
fora
e dentro de
cada um de nós.
A alegria é o
equilíbrio.
A tristeza é
o desequilíbrio.
A alegria
vem como
resultado
das nossas
conquistas.
A tristeza
é
experimentada
quando algo
não foi alcançado
ou
conquistado.
A tristeza,
onde ela existe,
é o resultado
de uma
necessidade básica,
ou de um
desejo não satisfeito.
A tristeza
é o
sentimento
de uma meta
fundamental,
não
realizada.
Mesmo que
aconteçam
momentos de
tristeza,
a esperança e
as forças
permanecem
ativas
porque
acreditamos
no potencial
de superação.
Alguma vez na
sua vida,
tiveste
vontade de gritar,
com todas as
forças,
extravasando
sentimento
de
completude,
de total
satisfação?
Pare um
pouco.
Procure
relembrar.
Já se sentiu
plenamente feliz?
Contou para
alguém?
Compartilhou?
E se já
aconteceu este impulso,
conseguistes
ser original,
expressando
este sentimento?
Pois assim é,
quando um
jogador faz um gol,
veja em seu
semblante,
a expressão
de alegria.
Reveja ou
relembre
as expressões
dos goleadores,
dos fazedores
de gol,
no futebol e
na vida.
Relembre
alguns gols
que já fizestes
em sua vida.
Reveja,
reflita, pense,
analise e
avalie
como a
alegria
aparece
sempre
como
consequência.
Avalie todo o
contexto anterior,
o cenário, as
lutas
e esforços
necessários
para que a
alegria
chegue como
consequência.
Quando um
tenista completa os pontos
e encerra a
partida com vitória,
o cansaço é
recompensado
pelo grito
comemorativo
da conquista,
é o Heipo
expressando-se.
Quando somos
reconhecidos
e elogiados
pelo nosso
trabalho,
enfim,
quantos momentos
já
experimentamos
e que
mereceram
comemoração.
A alegria
vem como
resposta,
como
consequência,
premiada.
Eneas Paulo
Budel Bogucheski
Atualizado e
pub. No Blog em 16/07/2024

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