Quem sou, quem serei?
Primeiro
tenho de responder
“quem
serei”
para
tentar responder,
“quem
sou”.
Sou
mais
do
que minhas aparências.
Já
sou filho do eterno,
sem
ainda ser o que serei.
Sou
mais do que aparento.
Vocês
só enxergam meu corpo, morrível.
Mas
minha essência espiritual, invisível,
já
é imortal.
Sou
muito mais
do
que a periferia
do
meu corpo.
Não
sou
só
aquele
que
aparece
diante
do espelho.
O
que aparece,
desaparecerá.
O
que não aparece,
a
força invisível,
que
me mantém visível,
permanecerá.
O
que há de humano em mim,
meu
corpo, se transformará em pó.
O
espírito que me habita,
permanecerá,
vivendo,
para
sempre.
A
resposta para a pergunta
‘quem
sou’
é
plenamente respondida,
em
toda sua completude,
quando
incluímos Deus,
nosso
Pai Criador
em
nossa vida.
A
resposta para a pergunta
‘quem
sou’
jamais
será respondida,
a
contento, plenamente,
sem
que haja referência
e
ligação com o Deus Criador.
A
vinda do Jesus Cristo,
sua
missão e sua mensagem
trouxe
as luzes
para
enxergarmos com clareza
um
modelo, um ídolo eterno
para
configurarmos
nosso
modo de ser
e
viver na Terra.
‘Quem
sou’
só
terá sentido
e
justificará qualquer esforço,
se
incluir: quem serei.
‘Quem
serei’
depende
do conceito
que
tenho de mim, hoje.
Quem
sou? Quem serei?
Depende
da visão de mundo.
Depende
do estilo de vida,
depende
das pessoas com quem convivo,
depende
das leituras de faço,
dos
cursos que fiz,
depende
dos projetos futuros.
Depende
da minha visão,
egoísta
ou social,
depende
de como considero
e
trato as outras pessoas.
‘Quem
sou’
leva
necessariamente à pergunta,
“quem
somos?”,
uma
vez que o meu destino
é
o destino de todos nós.
A
visão de mundo
se
amplia.
Percebemos
que
a questão proposta
não
é individual.
é
coletiva.
A
resposta,
qualquer
resposta,
não
será individual.
Será
coletiva, social, abrangendo
todos,
toda a humanidade.
Se
focarmos nossa atenção
para
uma leitura da sociedade de hoje,
da
população do mundo,
ainda
vemos uma distância muito grande
que
há entre a realidade
e
o ideal da vida fraterna.
Se
obedecêssemos
aos
ditos do Jesus Cristo
que
ensinou que deveríamos
colocar
a oração do Pai Nosso
como
regra de vida, aí sim,
estaríamos
vivendo como irmãos.
Quem
sou?
–
Sou filho do Deus Pai Criador.
Quem
sou?
–
Sou seu irmão, sua irmã.
Quem
sou?
Se
obedecermos ao Deus Pai
e
vivermos como irmãos ou irmãs,
iremos
encontrar e viver
a
resposta fundamental
da
existência humana.
Ser
irmão, ser fraterno,
não
é o estilo de vida
para
viver lá para o céu.
É
para se viver agora,
aqui
na Terra.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
eneaspb@gmail.com
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Publicado
no Blog Heipo World 17/12/2016
Atualizado
publ no FACE em 24.04.2024

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