Antes de fazer,
pense,
use a reflexão
e decida.
Depois, aceite
e conviva
com as
consequências.
O homem é um ser
que pensa.
O homem é um ser
que faz.
Faz porque pensa.
1 - Pré-feito. Tudo o que vai ser feito, em primeiro lugar é feito na cabeça, no
pensamento, por isso dizemos pré-feito. Feito antes. Um fazer virtual, pensado,
imaginado na cabeça. Um pensamento. Uma ideia.
2 – Feito. É a segunda etapa. A realização daquilo que foi imaginado e pensado. É
um ato concreto. É uma ação visível, palpável. Ou é uma coisa concreta ou
um comportamento.
3 – Defeito. Pois bem, aquilo que fizemos, em ato ou comportamento, pode ter algum
defeito.
4 – Desfeito. Ainda bem que podemos desfazer algumas coisas, algumas obras, alguns
comportamentos. Podemos consertar.
5 – Refeito. É a ação de refazer, consertando o defeito. Por obrigação, agora deve
ser feito de uma maneira perfeita.
6 - Perfeito. É o último ou o primeiro passo de uma ação.
Conclusões: Se fazemos bem feito na primeira vez,
não será necessário (re-serviços) repetir os outros passos.
Eis as razões pela qual somos
responsáveis pelos nossos atos.
Do idealizar, imaginar,
pensar, refletir, escolher e decidir até o ato final, há muito tempo para que a
consciência possa alertar se tal ato será meritório ou merecedor de
ajustes.
Estão aí também as provas das
nossas culpas por projetos ou estratégias que não carregam, em suas motivações,
princípios de bondade e de justiça.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 19/05/2016.
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