Nascemos, crescemos,
e
nos tornamos adultos.
Crescendo
por
fora,
amadurecemos
por
dentro.
Crescendo
no físico,
corremos
o risco,
de
não amadurecer
por
dentro,
na
personalidade,
na
alma.
Crescer
por fora,
Embeleza.
Manter-se
imaturo,
azeda, a sua vida,
e
a dos outros.
Vivendo,
expressamos
aquilo
que
vamos nos tornando.
Já
adultos,
nosso
pensar, falar,
escrever
e agir,
revelam
o que fizemos
com
o tempo
que
recebemos.
Influenciamos
quem
vive ao nosso lado,
quem
olha para nós,
quem
nos escuta
e
quem nos lê.
Somos
influenciados
pelos
que falam,
escrevem
e comunicam,
opinam,
criticam,
elogiam
ou ignoram
E
ainda
permanecem
perguntas
sem
respostas.
E
ainda
nos
damos conta
de
que somos todos,
imperfeitos.
Revelamos
nossas imperfeições
quando
julgamos e criticamos.
Revelamos
que
aprendemos,
amadurecemos
e
evoluímos,
quando
nos calamos
e
ativamos
a
tolerância
e
a compreensão.
Revelamos
que
ainda estamos
na
vida,
patinando,
sem
subir,
sem
crescer,
quando
usamos
a
língua,
ou
as mãos,
para
criticar,
e
para julgar.
Estas
atitudes revelam,
expondo
o acúmulo
de
imaturidade,
a
não compreensão
da
natureza humana,
imperfeita,
ainda,
talvez
acomodada,
pois
que é mais fácil criticar,
do
que corrigir-se.
O
que é mais fácil,
pensar
em si,
avaliar-se,
ou
falar dos outros,
sem
olhar-se no espelho
da
sua consciência?
O
que é mais fácil?
Calar,
silenciar,
refletir,
meditar?
Estas,
são
atitudes pessoais,
que
revelam maturidade.
Ou
falar, julgar,
condenar
e denunciar?
Estas,
também
são atitudes
de
pessoas alienadas,
de
si mesmas,
não
dos defeitos dos outros.
Só
quem não se conhece
é
que se acha com autoridade
e
competência
de
avaliar
e
julgar os outros.
A
crítica,
o
julgamento,
é
uma tremenda demonstração
de
incompetência
na
administração
da
sua própria língua,
do
seu mundo pessoal,
desconhecido.
Então,
agora,
já
podemos começar
a
responder as três perguntas
do
título.
que falta aprender,
que falta falar,
que falta viver?
Falta
aprender
a
transformar em arte
tudo
o que já aprendemos.
Falta
falar
o
que sabemos de bom,
das
grandes personalidades,
daqueles
que deram testemunho,
e
ensinaram, através de suas vidas.
Não
se gastam palavras
com
o que se ensina
com
a vida.
Os
olhos
aprendem
melhor
do
que os ouvidos.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 16/07/2020

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