Os
textos do Heipo,
publicados neste Blog Heipo’s World
procuram, a todo instante,
confrontar as duas culturas:
a cultura da Terra e a cultura do Céu.
Não nos iludamos.
Não nascemos
para
permanecer Terráqueos.
Cultivemos a esperança
ou de uma nova
Terra ou de um Céu,
se existe, ou de um Céu
que devemos construir.
Colocamos frequentemente os textos
mostrando como a superficialidade e a rotina
levam ao comportamento ateísta.
A superfície e a repetição
anestesiam a consciência.
A consciência que não se questiona
não se
aprofunda.
Para perceber a realidade do Deus Criador,
a Cultura do Céu, cada pessoa,
cada um faz ou fará questionamentos
e observações cada vez mais
profundas.
Partirá daquilo que é,
olhando-se, vendo-se e
percebendo-se
como obra prima,
como imagem e semelhança do Deus Criador,
dotado
ou capacitado
de atributos ou competências
próprias do Deus Criador:
capacidade de amar, de gerar,
de pensar, de avaliar, de decidir,
de
transformar, de compreender,
de perdoar.
Ninguém, que se conheça profundamente,
poderá
dizer que é obra de si mesmo.
Não foi você que se fez.
Você nasceu quase pronto.
Você é uma obra quase perfeita.
Deus, o teu Criador,
o que dependia dele,
Ele
fez perfeito.
Agora depende de você
dar o retoque final,
e
encaminhar-se
para o acabamento
desta obra de arte,
ainda inacabada.
Foste criado quase perfeito.
Apenas alguns poucos retoques
poderá transformar você
num ser
imortal ou eterno.
És humano, ainda, mas carregas,
como um
carimbo de marca d’água,
a identidade de filho do Deus Criador.
És portanto, filho do Deus dos Céus
e
herdeiro de todos os bens que lá existem...
alguns já disponíveis, aqui e
agora.
Depende agora
só de você dar continuidade
neste projeto.
Assim como a casca da semente morre
para que
algo
que existe dentro da semente brote,
assim, dentro de cada um de nós
já
existe algo que jamais se extinguirá.
Cada um de nós
é imagem visível
do Deus
Criador Invisível.
Pois bem, a cultura
que respiramos neste
mundo
não leva isso em consideração,
por isso é uma cultura fechada,
provocadora de desequilíbrios
na personalidade.
Originalmente o ser humano
foi feito para a
vastidão do infinito.
A cultura que respiramos
está fadada a um
destino finalista.
Eis a razão de tantos desequilíbrios
na
personalidade, depressões,
vazio, pessimismo, drogas,
desrespeito à vida,
violência,
corrupção, desorientação,
falta de sentido.
Deixando de viver como filho,
vive-se como
órfão...
e assume-se todas as consequências
desta opção consciente ou
inconsciente.
Deixando de viver
como administrador do
mundo,
vive-se como escravo do mundo.
Por isso a Igreja, a boa notícia do Evangelho
fala em conversão, mudança de rumo,
mudança de direção,
mudança de dimensão.
A dimensão da abertura,
de escape, de
evolução.
A boa notícia do Reino dos céus
quer que você
descubra
a semente infinita que foi plantada,
originalmente em você,
e tenha
condições para brotar,
crescer e se tornar árvore grande,
que cresce para cima,
para a dimensão vertical,
lá para cima,
fincando ou aprofundando as raízes
na
profundidade, robustecendo convicções
de que és potencialmente imortal.
A boa notícia do Reino dos céus
quer que você
abra os olhos e perceba
que existem coisas às quais estamos apegados
e coisas
que nos escravizam,
oprimem e reduzem
nosso potencial infinito.
A boa notícia do Reino dos céus
quer que você
recupere
o senhorio absoluto da tua vida,
retome as rédeas do teu cavalo xucro,
domesticando-o e redirecionando-o
para o Caminho, para as Verdades definitivas,
para Aquele que tem respostas definitivas.
O Reino dos céus
é semelhante a um negociante
que anda em busca de pérolas preciosas.
Ao achar uma de grande valor,
vai,
vende tudo o que possui
e volta apressadamente e a compra.
Assim é, quando se descobre
o valor infinito
do Reino dos céus.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado
em 12/05/2016
Atualizado em 20/03/2026
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