Prezados leitores. Existem
resistências inconscientes em quase todas as pessoas que leem artigos, revistas
ou livros cujo conteúdo contenha referencias ao mundo espiritual.
É hora de quebrar estas
correntes, analisar as razões das nossas resistências, em grande parte
inconscientes.
Quando a consciência acorda
da sonolência, como entidade viva, esperta, alerta ou ativa, os preconceitos
caem pelo chão e os argumentos que considerávamos inabaláveis mostram-se
frágeis, sem sustentação.
Convoco-te a avaliar-te a ti
mesmo dentro deste contexto.
Desde não sei quando,
sinto-me atraído
por este campo
invisível,
onde o espírito
passeia livremente.
O que é o espírito?
Qual a sua natureza?
Como o espírito age?
Como é a estrutura,
a personalidade,
a vida do espírito,
a vida espiritual?
O que é material
ocupa um lugar
definido,
cercado por outros
elementos materiais.
O que é imaterial
não ocupa um lugar
definido,
demarcado,
pois que a natureza
do espírito
é não ter contornos,
nem localização,
nem se pode dizer:
ei-lo aqui, ou olhe
lá.
O espírito
pode ser classificado
como uma entidade
perfeita.
Então o espírito
é maior em
capacidades
e qualidades.
O que é que pode
servir
de referencia?
É sempre o que é
maior
que serve de
referencia.
Dentro de uma
classificação de grandeza,
quem é maior?
É aquilo que ocupa
espaço?
É a matéria?
Onde o espírito
habita?
Talvez seja melhor
formular a pergunta
de forma diferente:
Onde o espírito não
habita?
Não há lugar que
exista
onde o espírito não
esteja.
Tudo o que é visível,
tem uma história,
teve um começo
e terá um fim.
Aquilo que não é
visível,
não tem história,
não se encaixa dentro
de um determinado
período da história,
não ocupa espaço,
não teve começo
e não terá fim.
Nada ou quase nada se sabe
do espírito
porque ninguém viu.
Ninguém fotografou o
espírito.
A natureza dele é
invisível.
Podemos perguntar
para os humanos,
se o invisível,
que não vemos,
existe ou não existe?
Sim o invisível existe,
mas numa outra
dimensão.
Não na dimensão
visível,
onde o olho do animal
e dos humanos
estão acostumados a
andar,
navegar e voar.
Ver o invisível
não é atributo
humano.
O invisível é
atributo divino,
atributo do Deus
Criador, Perfeito.
Não é, portanto,
próprio da natureza
humana.
Tudo o que está
dentro do campo visível,
está dentro dos
padrões
e capacidades humana.
Ver o invisível
não está ainda
dentro das nossas
capacidades.
Esta é a afirmação
lógica,
atribuída ao bom
senso.
O ser humano
é unidade de corpo e
espírito.
Enquanto corpo,
somos de natureza
humana,
e por isso, vemos o
que é visível.
A questão a ser resolvida
está na colocação
do "ver" o espírito
ou "saber" ou "conhecer"
algo mais consistente
sobre o espírito.
Enquanto espírito,
somos de natureza
divina.
Veja bem, já é outra
natureza.
Veja bem,
conseguimos
distinguir
e perceber esta
diferença.
Esta é uma grande
prova, quando conseguimos distinguir, separar, perceber o que de mais perfeito
existe em nós, como potencia a ser desenvolvida.
Com este potencial,
com esta capacidade
abrimos a porta
da possibilidade de
estudar,
pesquisar o
espiritual
que já faz parte
da nossa vida de
humanos.
Temos, portanto,
a possibilidade de
aperfeiçoar
o que há de
espiritual em nós,
já que somos não só
humanos,
mas também divinos.
A dimensão divina
e sobrenatural
que já existe
em cada um de nós,
será, daqui para frente,
o foco
onde miraremos
nossa fraca lanterna
do pensamento humano.
que já existe
em cada um de nós,
será, daqui para frente,
o foco
onde miraremos
nossa fraca lanterna
do pensamento humano.
Há, no ser humano,
a condição de
aperfeiçoamento
do que de divino
já existe em nós.
Então temos ou
teremos
a condição de ver o
invisível, sim.
Basta descobrirmos
como e tornar
possível
esta possibilidade.
Muitos dizem:
se não vemos,
não existe.
Ora, não vemos o ar,
não vemos o vento,
e sabemos que ele
existe
por seus efeitos.
Não vemos o som
e sabemos que ele
existe.
Não vemos a alma
e sabemos que existe.
Não vemos o espírito,
mas sabemos que
existe.
Se não conseguimos ver
o espírito
e como ele atua,
talvez possamos
observar
mais profundamente
os efeitos do
espírito.
Talvez o que esteja
faltando para nós
é a ousadia
ou a coragem
ou até mesmo a
teimosia
de verificar os
efeitos do invisível
dentro do campo
visível.
Ao falarmos sobre o
espírito,
entramos no campo da
religião,
do misticismo,
do mistério.
Aqui a ciência exata
não entra ou entra?
Entra sim.
Temos que estudar o
espírito
como a nova ciência
do agora e do futuro.
Não estudaremos mais
o espírito
enquanto objeto das
religiões
e do campo do
mistério,
mas sim como maneira
de ser
do ser humano,
promovido
para filho do Deus
Criador,
e herdeiro dos bens
celestiais
e eternos.
Quando se fala
ou se escreve
ou se conversa
sobre mistério,
há sempre uma reserva
de envolvimento,
há sempre um
costumeiro
‘ficar com um pé
atrás”.
Arrisco dizer
que é a novíssima
ciência
na qual o ser humano
deverá,
de agora em diante,
empenhar-se
com todo o seu ser,
não só com o corpo,
mas agora também
com a sua alma
ou com o seu próprio
espírito.
Logo no início da
caminhada
percebemos
que a capacidade
racional,
a inteligência, a
mente,
não será a principal
ferramenta.
Passará para a função
de auxiliar.
Percebemos até aqui
os esforços da
inteligência
para entrar no campo
da lógica,
da visão, das
conclusões exatas.
Porém,
também a inteligência
encontra barreiras
intransponíveis.
Por mais longe
que a inteligência
vá,
choca-se com os
limites
das fronteiras
geográficas
e intelectivas,
consideradas ilógicas
e irracionais.
Ela vai longe,
chega aos limites da
compreensão.
Tudo o que escapa
do campo da
compreensão,
a inteligência
recusa-se a trabalhar
por sentir-se
limitada
ou humilhada
não tendo argumentos
para defender,
pois não tem mais as
premissas 1 + 1 = 2
e sim as premissas A + B = C.
e sim as premissas A + B = C.
A partir de agora,
as premissas podem
ser
A # (diferente) de B
e #(diferente) de C.
Como estamos apenas
no começo,
ainda não podemos
formular
qualquer nova
equação.
Não respondemos
ainda,
a contento,
nenhuma das perguntas
formuladas no início
deste texto.
Estamos apenas na
primeira parte
de um estudo ou
pesquisa
que terá muito espaço
pela frente.
Nesta nova ciência
ainda estamos estudando
na cartilha da impotência.
Aviso ao ser humano,
‘ser racional’,
que está na hora
de procurar
a promoção para ‘ser espiritual’.
Se
você concorda, venha.
Vamos
juntos nesta nova e definitiva aventura.
Eneas
Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 30/03/2016.
Nenhum comentário:
Postar um comentário