“Para
os poetas,
os
filósofos,
os
santos,
tudo é
fraterno
e
sagrado.
Todos
os acontecimentos
são
úteis,
todos
os dias
são
santos,
todos
os homens
são
divinos”.
Ralph
Waldo Emerson
Vivemos
a nossa vida,
em
total liberdade,
tranquilidade
e
confiança?
Em
que momentos
fazemos
essa benfazeja experiência
de
suavidade,
bom
humor,
simplicidade
e
bem-estar?
-
Quando nos encontramos e revivemos
as
boas lembranças e aventuras
dos
anos vividos na infância,
adolescência
e juventude.
“A sociedade moderna
parece
girar ao redor de dois polos.
Por
um lado,
cresce
o desejo intenso
por
um futuro
que
deveria ser mais humano,
mais
sadio, mais justo
e
venturoso para todos.
Por
outro lado,
percebe-se
cada vez mais
um
medo difuso
num
porvir incerto
e
nada claro”.
Padre
Jose Antonio Pagola 1937.
É
sacerdote e escritor espanhol.
Nasceu
em Anorca, Guipúzcoa, Espanha.
No final de semana
11,12
e 13 de outubro 2019
estivemos
reunidos em Butiatuba,
região
metropolitana de Curitiba Pr,
em
torno de duzentas pessoas,
entre
familiares, sacerdotes e religiosos,
ex-seminaristas,
ex-religiosos e ex-sacerdotes,
membros
da fraternidade “Sempre Capuchinhos”.
Foram
três dias e duas noites
de
reencontro,
revivendo,
atualizando o passado,
atualizando
biografias e amizades,
fotografias
e troca de receitas médicas.
Reencontro
anual,
de
uma grande família,
iniciada
no Seminário Santa Maria,
em
Engenheiro Gutierrez, bairro de Irati, PR.
Muitos
de nós,
passaram
por outros Seminários,
em
Urai, Ponta Grossa, Curitiba,
Florianópolis,
Laurentino,
Londrina ...
Poucos
permaneceram
na
vida consagrada religiosa
e
sacerdotal, porém,
todos
permaneceram na família
Sempre
Capuchinhos.
E
na festa do reencontro
revitalizam-se
as emoções adormecidas.
Somos
uma família esparramada
pelo
Brasil inteiro.
E
vivemos antenados,
partilhando
nossas
alegrias e tristezas,
sucessos
e fracassos,
saúde
e enfermidades.
Estes
encontros proporcionam
momentos
para reconhecer e agradecer
os
dons recebidos e treinados nos Seminários,
depois
desenvolvidos
e
aplicados
nos
cenários
das
nossas responsabilidades
e
ambientes de testemunho e trabalho.
Aprendemos
ser família,
manter
família,
cultivar
os valores
da
família.
E
nestes dias de festa,
o
que mais transparece em cada um de nós?
-
a saudade, a satisfação,
de
ter experimentado viver
como
irmãos,
com
origens,
e
sobrenomes diferentes.
É,
tínhamos um modelo,
o
chiquinho, Francisco de Assis.
Que
ensinou a respeitar e admirar,
expressando
com alegria,
os
sentimentos de irmandade
com
a irmã água,
irmão
vento, irmão sol, irmã lua,
irmão
lobo, irmão fogo, irmã rosa,
irmão
mato, irmã urtiga
e
irmão pernilongo.
Obrigado
irmãos e irmãs,
e
louvemos juntos, nosso Pai Criador,
nossos
professores e benfeitores.
Amém, Aleluias.
Eneas Paulo Budel Bogucheski
Atualizado em 13/10/2019
eneaspb@gmail.com

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