Existem dois mundos: o mundo
visível e o mundo invisível.
Do mundo visível quase não há mais novidades: conhecemos quase
tudo.
Do mundo invisível e espiritual ainda estamos dando os
primeiro passos, pois que poucos trilham por caminhos desconhecidos, inseguros,
impalpáveis e misteriosos.
Se você leu os primeiros textos do Heipo World você deve se
lembrar que escrevi várias vezes que “queremos
ver o invisível”.
Os anjos existem, invisíveis, atuando ao nosso lado, de forma
invisível. Estão num plano superior ao nosso. Nós humanos, estamos apenas a um
nível abaixo deles.
Se
conseguíssemos ver alguma coisa do mundo invisível, certamente a ‘primeira
coisa’ que veríamos seria o nosso próprio anjo, bem juntinho de cada um de nós.
Anjos
são mensageiros, protetores, defensores, esclarecedores, companheiros
inseparáveis. Cada um tem o seu.
Como entramos em contato ou como interpretamos ou como sabemos
que eles, os anjos, procuram ou tentam entrar em contato conosco?
Ainda no plano racional podemos interpretar nossos sonhos,
intuições, coincidências, sensações e sonhos. Também é possível interpretar
acontecimentos ou falas ou palavras de amigos ou até de desconhecidos, perto de
nós, dando dicas, velada ou bem claramente.
Veja que é questão de estar aberto. Estar atento. Estar
antenado. Parece que existe uma frequência, ondas, abaixo ou acima das nossas
atenções rotineiras.
Quem
está com a mente aberta está em condições de ver o que acontece em nosso
contorno, até mesmo, aquilo que está aparentemente invisível.
Perceba que você escuta bem claramente ou vê bem nitidamente quando
você está prestando atenção. Quando você está focado, direcionado para tal
atração.
Assim é, com treinamento, com repetição, é possível ir
afinando a sintonia, desviando a atenção dos ‘chiados’, dos sons confusos, para
ver ou perceber cada vez mais claro, mais nítido os focos desejados.
O mundo espiritual e invisível é muito superior ao pequeno
mundo visível.
Algumas
regras da percepção é sair da rotina, relaxar a mente, relaxar o corpo, colocar
seu corpo em posição de repouso e relaxamento, desligar o senso crítico,
liberar-se até dos conceitos, das formas comuns de pensamento, não dando
importância para regras, normas, leis ou regras morais e religiosas.
No mundo visível temos somente cinco sentidos, ou janelas, ou ferramentas
de captação: visão, audição, paladar, olfato e tato. Nada entra em nós a não ser
por estas cinco janelas de entrada.
Tudo entra em nós ou faz parte do nosso conhecimento através
dos olhos, dos ouvidos, do gosto (paladar) do contato (mãos) e do cheiro
(nariz).
Depois, já internamente, através da reflexão, do raciocínio, da
associação de elementos, o primeiro ato invisível, dentro de nós acontece: o
surgimento dos pensamentos e das ideias.
É um
ato invisível sim. Os médicos ou cientistas podem abrir o teu cérebro ou teu
coração e não acharão lá dentro nenhum pensamento concreto, visível. E se
achassem, nosso cérebro teria que ter o tamanho de uns quinhentos campos de
futebol para caber todos os nossos pensamentos.
Os pensamentos, as ideias, as associações de ideias, a
criatividade, e até as emoções e os sentimentos existem, invisivelmente.
Existem sim, senão não existiríamos nós, os humanos.
Existem e são de natureza imaterial e invisível.
Parece-me
que, para dar o primeiro passo, é necessário acender uma luzinha interna. E a
visão acontecerá de alguma maneira.
Então, podemos falar em intuições, sonhos, interpretações como
meios sutis, através dos quais podemos começar a aventurar-nos num outro campo,
mais vasto, mais perfeito.
Para
começar, admitamos que o mundo espiritual ou mundo dos espírito começa com as
intuições, sonhos, coincidências e interpretações.
Neste
campo ainda não temos muito jeito nem autoridade para falar com certezas,
próprio das ciências exatas.
Pois
bem, se és cético, materialista, cientista neste mundo material no qual
estamos, terás dificuldades para abrir-se para o novo e para o invisível.
Se
tiveres o espírito aberto e reservar algum espaço interno, arriscarás e
entrarás nesta aventura, na qual não terás nada a perder.
Acho
que ganharás, aperfeiçoando algumas capacidades que todos temos, principalmente
a curiosidade e a ousadia, depois o conhecimento, e mais adiante, experiências
angelicais.
De
repente estarás surpreendendo-se e surpreendendo teus amigos.
Estou
lendo um livro da escritora Theresa Cheung, “Como ver seus anjos”. Editora Benvirá. Fala também
dos arcanjos. Ela disse que pesquisa, há mais de trinta anos, a Bíblia, o
Alcorão, o Talmude, o Budismo, história, livros antigos, experiências de
pessoas, enfim, toda literatura sobre os anjos, arcanjos e exércitos celestes.
Theresa
Cheung diz que “os anjos não estão aqui
para dissipar as tragédias, injustiças, dores e violências do mundo; eles estão
aqui para nos lembrar que há bondade e amor em todos nós e em tudo e que,
quando tomamos o caminho da luz e não o das trevas, a bondade e o amor se
tornam mais poderosos que a dor e a desesperança que nos ameaçam”. (página
24).
E
continua: “Aqui na terra é impossível ter
uma visão completa de qualquer quadro em que estejamos envolvidos. As
tentativas de explicar o espiritual sob parâmetros humanos e de entender por
que as coisas acontecem do jeito que acontecem estão além de nossa capacidade
humana. Se você procurar o positivo em si mesmo e nos outros, os anjos guardiães
o ajudarão a voar nesta vida”. (pg 24).
“Uma das coisas mais importantes que podemos
fazer é acreditar que a bondade sempre prevalece ... A fé, a esperança e a
crença que ergue o véu entre esta vida e a próxima são como um imã que atrai o
amor puro e generoso dos anjos para a Terra”. (Pg.25).
“Acredito que, de um jeito
ou de outro, todas as pessoas nascem com o dom de ver os anjos; a questão é
saber como e para onde olhar. Se você abrir os olhos, os ouvidos e o coração,
certamente os anjos vão transformar sua vida...”. (Pg
29).
E
então, neste momento aparece em sua frente mais um sinal, talvez um convite a
você fazer parceria com os anjos bons que povoam esta terra.
Um
momento de reflexão, uma parada, um prestar atenção e questionar-se porque tal
texto veio parar em frente aos teus olhos.
E o
que é mais surpreendente: você continuou lendo, talvez mais por curiosidade do
que rebeldia.
Concluindo,
você foi visitado por um texto angélico que te faz um convite a interessar-se
por este campo novo. Descubra o nome do teu anjo. Procure-o. Faça amizade
íntima com ele. Esta é a parceria mais acertada que você pode fazer neste
momento. Não pare por aqui. Aprofunde-se em conhecer mais a frequência, o
nível, a razão de ser dos anjos.
Não
fique apático.
Algo de bom te aconteceu hoje.
Algo de bom te aconteceu hoje.
Responda.
Diga oi para teu anjo.
Os anjos existem,
atuando ao nosso lado,
de forma invisível.
Estão num plano superior.
Nós humanos, estamos apenas
a um nível abaixo deles.
Diga: "Obrigado".
Atualizado em 21/07/2016.
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